O ministro Dias Toffoli, do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), acompanhou o entendimento do relator Floriano de Azevedo Marques no julgamento do caso Anthony Garotinho (Republicanos), nesta quinta-feira (8), que defendeu a inelegibilidade do ex-governador.
Com o voto, o placar chegou a 4 a 0 pela rejeição do pedido de desistência apresentado pela defesa do ex-governador e pela anulação dos votos recebidos por ele na eleição para governador do Rio.
Toffoli também acompanhou o relator na análise do mérito do recurso e votou pela manutenção do indeferimento do registro de candidatura de Garotinho. Com a maioria formada, o TSE caminha para determinar a retirada dos votos do ex-governador da totalização e o recálculo do resultado do primeiro turno, que dá a vitória a Douglas Ruas (PL).
Toffoli afirmou que a candidatura de Garotinho “é inexistente”, e por isso não vê como “considerar válidos” os votos.
Não é que é nula a capacidade política. Ela é inexistente. O que é inexistente é desconsiderado a qualquer tempo, a qualquer hora. Então, por muito mais razão sendo condições de elegibilidade, não há como computar esses votos como votos válidos para nenhum fim. Para mim esses votos são inexistentes, não sem anulados e nem nulos porque aquele candidato não tinha condições de elegibilidade”, destacou o ministro.
O que está em jogo
O julgamento no TSE analisa o pedido de desistência apresentado por Anthony Garotinho no recurso contra a decisão do Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ) que indeferiu seu registro de candidatura ao governo do estado por inelegibilidade.
O processo é relatado pelo ministro Floriano de Azevedo Marques, que entendeu que Garotinho não poderia interferir no processo eleitoral por contra própria ao desistir dos recursos. Ao julgar os méritos do recurso em si, o relator defendeu a inelegibilidade do candidato, seguindo o entendimento do TRE-RJ.
O entendimento de Marques foi acompanhado pelos ministros Estela Aranha, André Mendonça e Dias Tofolli, formando a maioria de 4×0 pelo entendimento.
Garotinho recebeu 274.411 votos no primeiro turno, o equivalente a 3,17% dos votos válidos. Caso os votos sejam retirados da totalização, será necessário recalcular o resultado da eleição. Nesse cenário, Douglas Ruas (PL), que terminou o primeiro turno com 49,27%, ultrapassaria os 50% dos votos válidos e seria eleito governador já no primeiro turno.
Comentários 11
PARABENIZO O TRIBUNAL DE CONTAS DO MUNICIPIO DO RIO DE JANEIRO POR UNIR FORCAS NO TRABALHO DE AUDITORIAS DE CONTRATOS DO GOVERNO FLUMINENSE.
FUNDAMENTAIS AS AUDITORIAS E RASTREAMENTOS.
AS EXONERACOES PRECISAM AVANCAR NO EXECUTIVO ESTADUAL FLUMINENSE.
Parabéns a todos fazendo a limpeza dessas corrupção no estado do rio de janeiro, cadeia neles
Hehehehehe… vamos ver se isso tudo não vai acabar em PIZZA.
Cooperação importante ao interesse público. Como servidor público de carreira,sinto que é possível fazer política de fato.À partir de iniciativas que visem a coletividade. Uma vez que a auditorias visam tão somente preservar o dinheiro dos cidadãos pagadores de impostos de malversações por gestores inescrupulosos.
Vamos votar nele ele está arrumando a casa do rio se entrar outro vai bagunçar de novo
preparando o terreno para Dudu do guardanapo ou nervosinho da Odebrecht ser o próximo a tomar de assalto nosso estado,temos de ter sabedoria e coloca pessoas novas , políticos comprometido com o estado e que a corrupção não ceduzam os seus caráter
Quero ver limpa na secretaria de educação. Cabide de empregos que nao acaba mais.
Acordo de cooperação, é isso mesmo. A máquina pública enfim trabalhando como deve ser. É hora de tirar do papel a desburocratização e usar a legislação a favor.
Não entendi. Qual a competência desses senhores sobre a jurisdição estadual? Não é avançar a competência?
Pode o Governador extender a prerrogativa vazando informações públcas?
O próximo governador terá que dar continuidade se quiser se reeleger. Senão ficará taxado.
Bom dia!
Diante da guerra política que se travou entre Eduardo Paz e Cláudio Castro, não acho conveniente colocar Auditores do Município para ajudar neste trabalho, o mais certo seria o Ministério Público do Estado indicar os Auditores caso não tenha como indicar que se contrate uma empresa idônea e que faça este trabalho com muita transparência.
Gostaria muito que este mesmo trabalho fosse realizado nas contas da Prefeitura do Rio de Janeiro nos últimos 12 anos, é muito importante, pois todo ano o TCM aprova as contas do Município independente quem seja o Prefeito.