A Prefeitura do Rio e o governo do estado anunciaram na manhã desta segunda-feira (03) a ampliação do Programa Tolerância Zero, que agora será estendido às ruas do entorno das praias de Copacabana, Ipanema, Leme e Leblon. A Secretaria Municipal de Ordem Pública (Seop) afirmou que as primeiras etapas do projeto resultaram na apreensão de mercadorias e equipamentos ilegais que representam um prejuízo superior a R$ 655 mil por mês aos responsáveis por atividades ilegais.
A ampliação entra em vigor a partir do dia 5 de agosto (quarta) e tem entre os objetivos da etapa a eliminação de arrastões e de crimes de oportunidade. Além disso, serão 540 agentes de ordem pública, 52 guardas municipais e 843 policiais militares atuando ao longo do dia. No início do programa, a Prefeitura do Rio havia informado que eram 320 agentes atuando por dia em 69 pontos estratégicos.
A realização de blitzes diárias para fiscalização de motocicletas também está entre as medidas previstas pela nova fase do Tolerância Zero.
Programa têm gerado revolta de ambulantes
Desde o anúncio do Tolerância Zero, no começo de julho, ambulantes da orla carioca se revoltaram contra o programa e vêm se manifestando contra a proposta, que começou a valer no último dia 16.
Já no dia 24 do mesmo mês, o prefeito Eduardo Cavaliere usou seu perfil nas redes sociais para reportar um incidente no qual um carro oficial da Seop foi alvo de um ataque com uso de explosivos. Na ocasião, Cavaliere atribuiu o atentado a uma represália à Operação Tolerância Zero.





























































