Os jardins do Palácio Guanabara, em Laranjeiras, na Zona Sul do Rio, serão abertos à visitação pública e gratuita a partir deste sábado (07). O acesso ao espaço precisa ser agendado no site oficial, com visitas aos sábados, domingos e feriados, das 10h às 16h.
Os visitantes não precisam seguir um roteiro obrigatório ou de acompanhamento de guia, ficando livres para explorar a área, respeitando as orientações de segurança e os limites de circulação estabelecidos para a preservação do espaço.
A visitação será dividida em três horários, com capacidade para 25 pessoas por turno e limite de 75 visitantes por dia. O percurso ficará restrito às áreas externas autorizadas — os salões internos do palácio não estarão incluídos no passeio.
Segundo a Casa Civil, o acesso pode ser suspenso por agenda oficial, visita de autoridades, operações de segurança, condições meteorológicas adversas, manutenção, emergência ou necessidade de preservação do espaço. Não será permitida a entrada de animais de estimação, exceto cães-guia.
De residência da Princesa Isabel a sede do governo estadual
A história do Palácio Guanabara começa em 1853, quando o comerciante português José Machado Coelho iniciou a construção do imóvel em uma antiga chácara de Laranjeiras, na então Rua Guanabara, atual Rua Pinheiro Machado.
Em 1864, o imóvel foi adquirido pelo governo imperial para servir de residência à Princesa Isabel e ao marido, o Conde d’Eu. Após reformas, passou a ser conhecido como Paço Isabel.
O casal promoveu intervenções nos jardins, entre elas o plantio de palmeiras imperiais ao longo da Rua Paissandu, que ligava a residência à antiga região da Praia do Flamengo.
Com a Proclamação da República, em 1889, o palácio foi incorporado ao patrimônio da União e passou a ser chamado de Palácio Guanabara. Em 1908, o edifício passou por uma grande reforma, que modificou suas características arquitetônicas.
O imóvel teve diferentes funções ao longo do período republicano: foi utilizado como residência presidencial, abrigou instalações militares e sediou órgãos da administração pública. Getúlio Vargas também utilizou o local como residência oficial durante o Estado Novo.
Em 1960, com a transferência da capital federal para Brasília e a criação do estado da Guanabara, o edifício passou a funcionar como sede do governo estadual. Em 1975, após a fusão dos estados da Guanabara e do Rio de Janeiro, manteve essa função e se tornou a sede administrativa do Executivo fluminense.
Palácios próximos com funções diferentes: Guanabara como sede e das Laranjeiras como residência oficial
Apesar de estarem localizados no bairro de Laranjeiras, os dois palácios utilizados historicamente pelos governadores do Rio têm histórias e funções distintas. O Palácio Guanabara, na Rua Pinheiro Machado, é a sede administrativa do governo estadual, enquanto o Palácio das Laranjeiras, na Rua Paulo César de Andrade, é utilizado como residência oficial dos chefes do Executivo estadual.
O governador eleito Douglas Ruas (PL) já informou que não pretende morar no Palácio das Laranjeiras, seguindo o exemplo de antecessores como Leonel Brizola, Marcello Alencar, Sérgio Cabral e Cláudio Castro — ele vai continuar morando em São Gonçalo, município onde nasceu e construiu sua trajetória política.
Comentários 7
4 anos de Água do Rio e tubulações e vazamentos não são novidades.E falta de água impera.A conta d’água chega pontualmente. Quem poderá nos ajudar?
Eu….
O Chapolin Colorado….
Águas do rio, praga maldita
Nada dura para sempre, presisando de reforma e manutenção. Quem dera eu ter alguém que me reparasse, pois já estou velho. Todos juntos colaborando conseguimos o melhor.
A conta de água chega pontualmente, mas, às vezes é entregue no endereço errado e o consumidor tem que “correr atrás” para pagar dentro do prazo de vencimento, como aconteceu comigo no mês passado.
Desde que foi privatizada, é isto: as contas são absurdamente caras, abastecimento deficiente, canalizações belíssimas e, quando fazem o serviço, é mal-feito. O atendimento virtual é uma bomba.
Essa Praga maldita chamada águas do deveria se chamar aguas dos quintos dos infernos. Concessionária maldita e péssima. Mil vezes pior que antiga CEDAE essa praga disgraçada.