A Polícia Civil prendeu outro homem acusado de fazer parte da quadrilha que explorava sexualmente menores em São Gonçalo e Niterói. O personal trainer João Lucas Perrenoud é acusado de pressionar uma jovem para ter encontros sexuais com até dez homens. Nesta mesma operação já foram presos dois assessores parlamentares e um policial militar. Um dos assessores trabalhava para o vereador de Niterói Professor Túlio (PSOL). O outro para a deputada Federal Talíria Petrone (PSOL). O policial foi segurança do deputado federal eleito Diego Quaquá (PT).
A prisão do personagem aconteceu em Itaipuaçu, distrito de Maricá, na Região Metropolitana do Rio. De acordo com a polícia, ela buscava a adolescente em locais próximos à escola onde estudava e levava para o endereço onde aconteciam os encontros sexuais.
Talíria Petrone exonerou o assessor Carlos Alberto Lúcio Bittencourt Filho e divulgou nota de repúdio:
“Fui surpreendida na manhã de hoje (quarta-feira, 28) com informações sobre a operação da Polícia Civil decorrente de investigações que seguem em curso sobre exploração sexual. Determinei a exoneração do assessor citado no processo, enquanto aguardamos a elucidação dos fatos”, escreveu Talíria.
O vereador Professor Túlio também se manifestou quando seu assessor, Matheus Gonçalves, o primeiro acusado de ser ligado à quadrilha, foi preso.
“Assim que tivemos conhecimento do ocorrido, tomei as devidas providências para exonerar o assessor Matheus Gonçalves. Portanto, ele não pertence mais ao mandato. O diretório municipal do PSOL também já encaminhou a expulsão de Matheus do partido. Nos solidarizamos com a vítima e defendemos que esse caso inaceitável seja investigado e os culpados sejam responsabilizados”, disse Professor Túlio
Diego Quaquá também se manifestou, esclarecendo que o policial trabalhou com ele, mas não faz mais parte da sua equipe:
“Como pai, repudio veementemente qualquer tipo de violência ou exploração sexual contra crianças e adolescentes. Não apoio, em nenhuma circunstância, atitudes dessa natureza. É inadmissível e não há justificativa para qualquer conduta que viole a dignidade e os direitos de crianças e adolescentes. Um dos policiais mencionados trabalhou como meu segurança, mas não faz mais parte da equipe. Agora, cabe à Polícia Civil dar continuidade às investigações, e à Justiça analisar os fatos e determinar as medidas cabíveis”, publicou o parlamentar eleito.
Com informações do g1

























































