O governo do estado publica, no Diário Oficial desta quinta-feira (30), um decreto que permite a nomeação de 67 novos bombeiros -— um passo importante para destravar o último concurso da corporação (edital nº 001/2023 do CBMERJ).
Tudo começou porque a banca anulou questões apenas para os candidatos que recorreram à Justiça. Mas, a Procuradoria Geral do Estado entrou no caso e bateu o martelo: ou vale para todo mundo, ou não vale para ninguém. A medida foi estendida a todos os concorrentes, com revisão das notas e reclassificação geral.
Agora, com essa parte resolvida, a Secretaria de Defesa Civil vai reorganizar tudo e fechar o processo para que as nomeações dos bombeiros aprovados sejam efetivadas.
Pois é. O último concurso do CBMERJ foi o QBMP-1 2025, e não o de 2023.
O decreto se refere ao edital de 2023 ou houve confusão com o concurso mais recente? Eis a dúvida!
Os candidatos aprovados no Concurso ( soldado e músico) 2023, seguem aguardando a convocação. Muitos já fizeram todas as etapas e estão aptos na investigação social, faltando apenas a convocação para iniciar o Curso de Formação.
Contamos com a ajuda dos senhores nessa luta.??
Os candidatos aprovados no Concurso ( soldado e músico) 2023, seguem aguardando a convocação. Muitos já fizeram todas as etapas e estão aptos na investigação social, faltando apenas a convocação para iniciar o Curso de Formação.
Contamos com a ajuda dos senhores nessa luta.??
O último concurso do CBMERJ para QBMP-1 foi o de 2025, e não o de 2023.
O decreto se refere mesmo ao edital de 2023 ou houve confusão com o concurso mais recente?
Agradeço o esclarecimento.
O último concurso do CBMERJ para QBMP-1 foi o de 2025, e não o de 2023.
O decreto se refere ao edital de 2023 ou houve confusão com o concurso mais recente?
Agradeço o esclarecimento.
Eu fui excluído do concurso, depois de um homônimo, no dia da prova. Nessa última reclassificação meu nome apareceu na listagem, ao chegar no dia do TAF, fui informado que a minha inscrição constava como ausente. Isso foi um soco na boca do estômago. Assim que meu nome apareceu na listagem, entrei em dieta severa, voltei a me exercitar e me preparar pro TAF mesmo tendo menos de 2 meses para as avaliações, afinal o concurso foi de 2023 e a listagem saiu em 2025, 2 anos depois, repentinamente. Caso algum advogado leia esse comentário, favor entrar em contato comigo.
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Além da ilha que está no centro de uma disputa judicial com o jogador Richarlison, o advogado Willer Tomaz possui outras cinco propriedades em ilhas de Angra dos Reis, na Costa Verde do Rio. Os imóveis estão registrados em nome de empresas ligadas ao advogado, investigado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de lavagem de dinheiro em um caso que também envolve o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ).
Um detalhe que chama a atenção no histórico das aquisições é que, com excessão de um, os imóveis foram comprados entre 2021 e 2022, período em que Flávio Bolsonaro apresentou ao Senado propostas legislativas que poderiam facilitar a exploração econômica de áreas da região. O senador é autor de um projeto que busca estimular empreendimentos em Angra dos Reis, permitindo a municipalização de unidades de conservação federais e estaduais. Na prática, a proposta pretende flexibilizar as regras para atividades econômicas nessas áreas.
No mesmo período, Flávio também foi relator da chamada PEC das Praias, que propõe mudanças nas regras de propriedade dos terrenos de marinha e abre caminho para a transferência de áreas hoje pertencentes à União para particulares. Os dois projetos continuam em tramitação no Congresso.
A aproximação entre os interesses imobiliários na Costa Verde e as propostas políticas para a região remonta ao governo de Jair Bolsonaro. Em maio de 2019, o então presidente chegou a defender que Angra dos Reis se transformasse em uma espécie de “nova Cancún”, com maior exploração turística da área.
Cinco imóveis em duas ilhas
De acordo com o levantamento realizado a partir de consultas aos sistemas da Secretaria do Patrimônio da União (SPU) e a registros em cartórios, quatro propriedades foram identificadas na Ilha Comprida e uma na Ilha do José André. Todas estão vinculadas a empresas ligadas ao advogado.
Ilha Comprida: em um terreno de 175,2 mil m², comprada pela empresa WT Administração de Imóveis e Bens, em setembro de 2021. Valor patrimonial registrado de R$ 5,7 milhões;
Ilha Comprida: em um terreno de 32,8 mil m², comprada pela empresa WT Administração de Imóveis e Bens, em setembro de 2021. Valor patrimonial registrado de R$ 2,1 milhões;
Ilha Comprida: em um terreno de 181,8 mil m², comprada pela empresa WT Administração de Imóveis e Bens, em setembro de 2021. Valor patrimonial registrado de R$ 6 milhões;
Ilha Comprida: em um terreno de 2,1 mil m², comprada pela empresa WT Administração de Imóveis e Bens, em julho de 2022. Valor patrimonial registrado de R$ 2,9 milhões (imóvel disputado com Richarlison);
Ilha do José André: em um terreno de 57,3 mil m², comprada pela empresa Friponor Brasil Turismo, Empreendimentos e Participações, em 2008. Valor patrimonial registrado de R$ 23,7 milhões.
Tomaz é dono, também, de cotas de uma sexta casa em Angra, na Ilha do Jorge, registrada em nome da empresa Real Estate Duo 4, pertencente ao grupo Prime You.
O episódio que jogou luz sobre os investimentos de Willer Tomaz em Angra foi a disputa por uma das casas com o jogador Richarlison, atacante do Tottenham e que já jogou pela Seleção Brasileira. O jogador publicou vídeos em 17 e 21 de outubro acusando Flávio de envolvimento na briga pelo imóvel de luxo.
Casos de Mpox disparam no Rio e chegam a sete vezes o registrado no ano passado em apenas dois meses; capital enfrenta falta de vacinas contra a doença
O Rio de Janeiro registrou um aumento expressivo nos casos de Mpox nos últimos dois meses. Foram 74 infecções confirmadas entre setembro e outubro, contra apenas dez no mesmo período do ano passado — um crescimento de mais de sete vezes.
O avanço da doença na capital fluminense ocorre em meio à falta de vacinas na rede municipal, enquanto dez pacientes estão internados no Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), em Manguinhos, na Zona Norte da cidade.
De acordo com os dados do Observatório Epidemiológico do município, setembro concentrou 45 casos, o maior número registrado em um único mês nos últimos três anos. Em todo o ano de 2025, a capital teve 167 diagnósticos confirmados.
A situação também preocupa em nível estadual. Em 2026, o estado do Rio já contabiliza 211 casos confirmados, quase o dobro dos 119 registrados ao longo de todo o ano passado. Outros 119 casos suspeitos ainda estão em investigação.
Principais sintomas
A Mpox é uma doença infecciosa causada por um vírus e transmitida principalmente pelo contato direto com lesões na pele, fluidos corporais e secreções de pessoas infectadas. O contágio também pode ocorrer pelo compartilhamento de objetos contaminados, como roupas, toalhas e lençóis.
Entre os principais sintomas estão febre, dores no corpo, dor de cabeça e lesões na pele, que podem evoluir para bolhas. A maioria dos pacientes apresenta quadros leves ou moderados, mas a doença também pode provocar complicações graves e, em alguns casos, levar à morte.
Vacina está em falta na capital fluminense
Apesar da alta de casos, o município está sem doses da vacina contra a Mpox. A imunização não faz parte do calendário de vacinação de rotina e é recomendada pelo Ministério da Saúde para grupos específicos, como pessoas vivendo com HIV que apresentam comprometimento grave do sistema imunológico, profissionais de laboratório que manipulam o vírus e pessoas que tiveram contato direto de médio ou alto risco com casos suspeitos ou confirmados.
O deputado federal Daniel Soranz (PSD), ex-secretário municipal de Saúde do Rio e presidente da Frente Parlamentar da Vacina no Congresso Nacional, defende que o Ministério da Saúde compre novas doses para ampliar a proteção da população.
Segundo ele, o crescimento das infecções na capital representa um sinal de alerta que deve ser observado também por outras regiões do país.
Indicação da vacina para grupos específicos
Existe vacina contra a Mpox, mas a imunização é destinada a grupos específicos. Segundo o Ministério da Saúde, são prioritários:
Pessoas vivendo com HIV que apresentam comprometimento grave do sistema imunológico;
Profissionais de laboratório que trabalham diretamente com o vírus;
Pessoas que tiveram contato de risco com casos suspeitos ou confirmados da doença.
O deputado federal Daniel Soranz (PSD), ex-secretário municipal de Saúde do Rio e presidente da Frente Parlamentar da Vacina no
Congresso Nacional, defende a compra de mais doses pelo Ministério da Saúde.
O Ministério Público do Rio (MPRJ) pediu a absolvição de um homem cadeirante e paraplégico que foi indiciado pela Polícia Civil como soldado armado do tráfico de drogas no processo sobre a Operação Contenção, nos complexos de favelas do Alemão e da Penha ocorrida em outubro do ano passado.
Nas alegações finais, a promotora Juliana Pompeu, da 42ª Vara Criminal, apontou dúvidas sobre a possibilidade de Herbert da Silva de Souza, de 31 anos, conhecido como “Negão”, exercer a função atribuída a ele pelos investigadores, já que utiliza cadeira de rodas desde 2012.
Ele ficou paraplégico aos 17 anos, após levar um tiro nas costas durante uma tentativa de assalto, em março daquele ano, na Vila da Penha. A condição foi comprovada pela defesa durante as audiências do processo, por meio de documentos apresentados pelo advogado Michel Brito, que mostram que ele é cadeirante há 14 anos.
Apesar disso, a Delegacia de Repressão a Entorpecentes (DRE) o indiciou como soldado armado do tráfico na Penha, com uso habitual de fuzil, segundo o relatório final da investigação. A Polícia Civil também apontou que Herbert integrava um grupo de WhatsApp da chamada “contenção” da facção, formado por integrantes responsáveis pelo patrulhamento e pela proteção armada dos pontos de venda de drogas na comunidade.
Durante uma audiência na Justiça, o delegado titular da DRE, Moyses Santana, e outros policiais envolvidos na investigação disseram não se recordar especificamente de Herbert. Um dos agentes chegou a afirmar que, se soubesse que o investigado era paraplégico, “não faz sentido ele ser soldado do tráfico”.
Nas alegações finais, a promotora destacou que, embora ele tenha sido identificado como integrante de um dos grupos de WhatsApp, havia dúvidas sobre sua capacidade de exercer a função de soldado armado.
“Assim, há dúvida fundada acerca de sua capacidade de praticar a conduta a ele imputada, dúvida esta que milita a seu favor, de forma que, com relação a ele, a absolvição é medida que se impõe”, escreveu.
MP pede condenação de 15 pessoas ligadas ao CV na Penha e no Alemão
Ainda no processo contra parte dos acusados e presos na Megaoperação Contenção, que completou 1 ano na última quarta-feira (28), o MPRJ pediu a condenação de outras 15 pessoas apontadas como integrantes do Comando Vermelho na Penha e no Complexo do Alemão.
Ao todo, os 51 réus denunciados pelo MP foram divididos em três processos diferentes: um com 16 pessoas, outro com 33 denunciados que estão foragidos ou ainda não foram citados pela Justiça e um terceiro com apenas dois réus. Um dos acusados morreu, e a punibilidade foi extinta.
Em 05 de outubro, a promotora pediu a condenação de 15 réus:
André Felipe Mendes da Silva, o “Ceguinho” soldado do tráfico;
Carlos Alexandre Siqueira Pinto, o “Alex Macarrão”, soldado do tráfico;
Daniel Afonso de Andrade, o “Danado”, soldado do tráfico;
Davi da Silva Candido, soldado do tráfico;
Fabrício Dias Correia, o “Pelezinho”, soldado do tráfico de drogas na Penha;
Fagner Campos Marinho, o “Bafo”, soldado do tráfico e integrante da segurança de Doca;
Henrique Wesley Braga Neves, o “Rick”, soldado do tráfico responsável por patrulhamento;
João Vitor Machado, o “Dilma”, responsável pela segurança da casa de Doca;
Nikolas Fernandes Soares, o “Hurley”, soldado do tráfico responsável por patrulhamento;
Pedro Paulo Guedes, o “Pedro Bala”, chefe executivo do tráfico na Penha;
Rosimaria Victor de Souza, por prestar auxílio e suporte logístico para o tráfico na Penha;
Thiago Barbosa Conrado, o “TH do Rasta”;
Vagner Rodrigues de Freitas, o “Malvadão”, com anotações por homicídio e roubo;
Vinicius de Almeida Silva, soldado do tráfico na contenção armada e vigilância;
Walmir Oliveira Santos, soldado do tráfico e contenção armada na Penha.
Todos respondem por associação ao tráfico majorada, por crimes cometidos próximos a estabelecimentos de ensino, com emprego de arma de fogo e visando atingir crianças ou adolescentes. Um dos réus também responde pelo crime de tortura.
O feriadão prolongado que abre o mês de novembro tem atrações para todos os gostos no Rio. Cariocas e visitantes podem aproveitar o descanso do fim de semana para conhecer um pouco mais da festa de Dia de Muertos mexicana no Catete ou assistir, ao vivo e de graça, a artistas como Carlinhos Brown, MC Carol e Duquesa no Centro. Bora lá!
Carlinhos Brown se apresenta com orquestra ao vivo de graça na Praça Mauá
O projeto SulAmérica Sessions promove um encontro imperdível e totalmente gratuito neste sábado (31), a partir das 18h30, no cenário icônico da Praça Mauá, no Centro. O concerto “Afrossinfonicidade” junta a premiada Orquestra Ouro Preto, sob a regência do maestro Rodrigo Toffolo, ao cantor e compositor baiano Carlinhos Brown.
O espetáculo ao ar livre combina arranjos orquestrais e o ritmo da percussão que marca a obra do icônico artista. Carlinhos Brown deve levar aos palcos clássicos compostos por ele, como “A Namorada” e “Já Sei Namorar”. A classificação é livre.
Carlinhos Brown canta ao lado da Orquestra Ouro Preto neste sábado (31) — Foto: Divulgação/Rapha Garcia
Festival Favela Cria leva shows de MC Carol, Tasha & Tracie, Duquesa e Ebony ao Centro
Também no Centro, a Praça Marechal Âncora, vizinha da Praça XV, recebe de sábado (31) a segunda (02) a primeira edição do Festival Favela Cria. Com entrada gratuita e programação a partir das 14h nos três dias, o evento celebra a potência artística e o empreendedorismo das periferias, reunindo literatura, grafite, gastronomia, slam e batalhas de rima.
O principal destaque fica por conta da programação municipal, que inclui shows de MC Carol no sábado (31); da dupla Tasha & Tracie e da rapper Duquesa no domingo (1°) e da rapper Ebony na segunda-feira (02). A entrada é totalmente franca; basta retirar os ingressos pelo site oficial do evento.
MC Carol, Tasha & Tracie, Duquesa e Ebony são atrações do Festival Favela Cria — Foto: Divulgação
Jardins do Museu da República celebram o tradicional Dia de Muertos mexicano
A cultura e as cores da versão mexicana do Dia de Finados, o Dia de Muertos, tomam conta dos jardins do Museu da República, na Rua do Catete, de sábado (31) até segunda-feira (02). Das 10h às 18h, acontece, nos três dias, a 4ª edição da celebração do Dia de Muertos do Consulado-Geral do México.
O evento reúne cerca de 90 expositores com gastronomia típica, artesanato, cinema e teatro infantil. Vai ter apresentação de mariachis, o tradicional desfile de catrinas com pinturas faciais e até luta livre mexicana. A entrada é franca.
Feira de celebração do Dia de Muertos chega à sua 4ª edição — Foto: Divulgação
Mensagens encontradas no celular de Márcia Gama dos Santos Nepomuceno, esposa de Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, apontam que o rapper Oruam — filho do casal — foi a um ponto controlado por traficantes no Complexo do Alemão, na Zona Norte do Rio, para buscar dinheiro da chamada “caixinha” do pai, que é apontado como uma das principais lideranças do Comando Vermelho (CV).
O relato teria sido feito pelo próprio cantor à mãe e integra uma investigação da Polícia Civil do Rio sobre a suposta ligação da família com uma organização criminosa e a participação em um esquema de lavagem de dinheiro oriundo do tráfico de drogas.
O relatório policial não especifica o valor que seria recebido pelo rapper nem identifica os traficantes responsáveis pela entrega do dinheiro.
Segundo a investigação, a “caixinha” seria alimentada por recursos arrecadados pelas lideranças do CV que atuam em comunidades dominadas pela facção. Parte desse dinheiro seria destinada a Marcinho VP e a integrantes da família, por meio de repasses diretos ou com a participação de intermediários.
De acordo com a Polícia Civil, mesmo preso há trinta anos, Marcinho VP continuaria exercendo influência sobre a administração financeira do CV, participando de decisões sobre a destinação de recursos da organização criminosa, despesas familiares e investimentos.
Ainda de acordo com as investigações, a arrecadação e a distribuição dos valores ficariam a cargo de integrantes da cúpula da facção, entre eles Edgar Alves de Andrade, o Doca; Wilton Carlos Rabello Quintanilha, o Abelha; Luciano Martiniano da Silva, o Pezão; e Eduardo Fernandes de Oliveira, conhecido como 2D.
Doca está foragido há mais de um ano, desde a megaoperação policial realizada nos complexos do Alemão e da Penha, na Zona Norte do Rio. Ele é apontado como uma das principais lideranças do Comando Vermelho.
A cidade do Rio tem inúmeras praias, cartões-postais e paisagens que fazem valer a fama de “cidade maravilhosa”. Mas, por trás das fachadas históricas, dos monumentos e da beleza que atraem milhares de turistas, existe uma versão menos conhecida da capital fluminense, povoada por lendas urbanas, relatos de assombração e histórias que atravessaram gerações.
Do Arco do Teles, onde a figura da suposta bruxa Bárbara dos Prazeres ainda alimenta o imaginário carioca, aos corredores da antiga Cadeia Velha, posterior sede histórica da Alerj, a cidade oferece um roteiro que chama a atenção dos turistas que decidem seu roteiro de destinos com base nas histórias de terror.
Neste sábado (31), quando o Halloween toma conta de festas e fantasias pelo mundo, o turismo de terror convida moradores e visitantes a conhecer esse outro lado do Rio — uma aula de história em que nem todos os personagens parecem ter descansado em paz.
E, por aqui, não é preciso pendurar esqueletos nas janelas ou espalhar teias de aranha falsas para entrar no clima. Em alguns endereços da cidade, o cenário já está pronto há séculos. Basta conhecer as histórias — e decidir se vale a pena passar por lá depois que escurecer.
Aula de história viva — ou ‘morta-viva’
Entre casarões antigos, corredores de prédios históricos e becos do Centro, o Rio guarda narrativas de crimes, tragédias e personagens que ganharam contornos sobrenaturais com o passar do tempo. Guias de turismo da cidade resgatam essas histórias e dividem com os visitantes curiosidades, lendas urbanas e relatos que atravessam gerações, transformando o passeio turístico tradicional em uma viagem pelo lado mais misterioso da capital fluminense. São histórias que sobrevivem nas conversas de rua e no imaginário carioca e que podem deixar uma pergunta incômoda no fim do percurso: foi só o vento ou tinha mais alguém ali?
No encontro entre a memória e o mistério é que fica o turismo de terror, também chamado de “turismo macabro” ou “gótico”. Ainda pouco explorado no Brasil, o segmento propõe conhecer a história das cidades por um ângulo diferente: acontecimentos sombrios que ninguém sabe contar sem pelo menos baixar um pouco o tom da voz.
Segundo a guia de turismo do Rio Aparecida Klebis Jeronymo, os roteiros voltados ao medo e ao horror vêm ganhando espaço na atividade turística da cidade.
“Você fazer o turismo no Rio de Janeiro não quer dizer que, necessariamente, tenha que ficar falando só dessa questão do belo, do maravilhoso, praias lindas. Dentro da nossa história dá para colocar um pouquinho da história que o mundo fala e que o livro não conta”, afirmou a guia.
No Rio, esse roteiro passa pelo Centro e se estende a outras regiões da cidade, reunindo lendas urbanas que atravessaram gerações. Ao contrário dos monstros importados para o Halloween, as figuras que protagonizam essas narrativas têm endereço carioca — e histórias que, verdadeiras ou não, fazem parte do imaginário de quem vive por aqui.
No Arco do Teles, a bruxa que não sai de cena
A passagem histórica do Arco do Teles, na região da Praça XV, que já foi associada à criminalidade e à prostituição, se tornou um dos endereços mais famosos de uma das lendas mais macabras da cidade: Bárbara dos Prazeres, conhecida como a “Bruxa do Arco do Teles”.
“Nós realizamos vários roteiros, mas um deles, que vendeu muito inclusive, foi o de Lendas Urbanas. E uma das coisas que mais atraía o público era exatamente a história da feiticeira, a primeira do Rio, chamada Bárbara dos Prazeres. Era uma senhora maravilhosa, muito bonita, que foi quebrando tabus da mulher brasileira, ou melhor, da mulher de época, que desembarca no Rio e se apaixona por um homem negro, mesmo sendo esposa de um marido poderoso, e com isso ela começa a quebrar tabus na cultura, enfrentando sociedade, preconceitos, só que esse homem a trai e depois de um tempo aparece morto”, explicou a guia Aparecida.
Foto: Reprodução/Google Maps
De acordo com os relatos, ela era uma portuguesa que chegou ao Rio no fim do século XVIII. Após um romance turbulento e de uma vida que teria passado por escândalos, teria recorrido a práticas de feitiçaria para tentar recuperar a juventude. A versão mais assustadora da lenda diz que, aconselhada por um feiticeiro, Bárbara passou a matar crianças para usar o sangue das vítimas em supostos rituais de rejuvenescimento.
“Bárbara vai chegando a um ponto em que vai ficando mais envelhecida, menos poderosa, mas ainda muito bela, e começa praticamente a ter que se prostituir, porque ela perde todos os poderes econômicos possíveis da época. E, a partir daí, ela começa a andar muito ali pelo Arco dos Teles, quando passa a existir uma lenda de que ela foi procurar um feiticeiro, e esse feiticeiro coloca para ela uma questão que pode ajudá-la bastante, que seria o sangue, quanto mais nova fosse a vítima, mais nova ela ficaria. Então, existe a lenda de que ela poderia tomar o banho, outros dizem beber o sangue, e que ficaria mais jovem”, completou.
A história atravessou gerações, e há quem diga que gargalhadas femininas ainda ecoam pelo beco nas madrugadas cariocas, deixando claro que o Arco do Teles tem uma vantagem sobre qualquer outra atração de Halloween: não precisa de efeitos sonoros para carregar uma história, no mínimo, sinistra.
Na antiga Cadeia Velha, nem o passado descansa em paz
Da região da Praça XV, a rota do medo segue para o Palácio Tiradentes, sede histórica da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj). Antes de abrigar o Legislativo, o local foi conhecido como Cadeia Velha e passou por diferentes usos ao longo da história.
Em narrativas de guias de turismo, o espaço aparece ligado a histórias de sofrimento, gritos, lamentos e até mesmo supostos ruídos. A construção também é associada à memória de pessoas escravizadas e de presos que passaram pelo local.
Foto: Reprodução/Alerj
No turismo convencional, o visitante costuma prestar atenção à arquitetura, às obras de arte e aos personagens políticos que passaram por ali. Já na versão, digamos, macabra, o desafio é imaginar quantas histórias ficaram pelo caminho entre aquelas paredes.
No Castelinho do Flamengo, uma história de arrepiar
A Rota do Medo no Rio também passa pela Zona Sul, onde o centenário prédio do Centro Cultural Municipal Oduvaldo Vianna Filho, mais conhecido como Castelinho do Flamengo, é cenário de uma das lendas mais conhecidas da região.
A história envolve o casal Avelino Fernandes e Dona Rosalina Feu Fernandes, que, segundo relatos, morreu atropelado por um bonde em frente ao imóvel. Após a tragédia, a filha dos dois, Maria de Lourdes Feu Fernandes, teria sido roubada e maltratada pelo tutor, que a manteve presa na torre principal da construção. Ainda segundo a lenda, a jovem teria se jogado do alto do prédio e, desde então, seu espírito assombraria o local.
Foto: Tempo Real
Ao longo dos anos, antigos ocupantes relataram barulhos estranhos e supostas aparições. Os relatos, no entanto, nunca tiveram comprovação e permanecem no campo das lendas associadas ao prédio.
Hoje, o imóvel abriga o Centro Cultural Municipal Oduvaldo Vianna Filho. A torre que alimenta a imaginação dos curiosos faz parte de uma construção com função cultural — prova de que nem todo castelo precisa de um vampiro para continuar atraindo olhares.
Entre ruínas e lendas, os segredos do Morro da Viúva
Entre Botafogo e Flamengo, o Morro da Viúva guarda um cenário menos conhecido por quem circula pela cidade. Escondidos atrás das construções da Avenida Oswaldo Cruz, há vestígios de antigas estruturas, um reservatório do século XIX e um pequeno castelo que também carrega fama de mal-assombrado.
Foto: Ivo Korytowki/Wikimedia Commons
O lugar tem um detalhe curioso: o próprio nome remete a uma história antiga. A área passou a pertencer, em 1753, à viúva de Joaquim Figueiredo Pessoa de Barros. A origem do nome, portanto, tem explicação histórica, enquanto a fama sobrenatural do castelinho faz parte das narrativas que cercam o local.
É um daqueles lugares que mostram como o turismo de terror não depende apenas de fantasmas famosos. Às vezes, basta uma construção pouco acessível, uma história mal explicada e a imaginação fazendo o restante do trabalho.
O medo que virou passeio
A curiosidade por esses lugares ajuda a explicar a existência de roteiros turísticos dedicados às histórias mais sombrias da cidade. Em vez de apresentar apenas monumentos e datas, os passeios exploram lendas, personagens controversos e episódios pouco conhecidos da memória carioca.
O interesse não é inteiramente novo. O Rio já teve roteiros especializados em fantasmas, conduzidos por guias que reuniam histórias associadas a prédios históricos e pontos tradicionais do Centro. Hoje, a programação temática continua aparecendo em iniciativas voltadas a quem quer conhecer outro lado da cidade.
“A importância desse tipo de turismo e dessas histórias para o fortalecimento da cultura carioca é plena. A história da Bárbara dos Prazeres, por exemplo, daria até mesmo um filme”, ressaltou a guia carioca.
Na última sexta (30), um passeio intitulado “Tour de Halloween — Assombrações do Rio” foi realizado com saída na escadaria do Theatro Municipal e percurso por histórias fantasmagóricas do Centro da cidade.
O roteiro evidencia a existência de um público interessado em trocar, ao menos por algumas horas, os cartões-postais tradicionais por becos, casarões e histórias de arrepiar. É uma forma de turismo que mistura entretenimento e memória — e que transforma o medo em um atrativo a mais para explorar a cidade.
No fim, o Rio continua sendo maravilhoso. Só que, em alguns endereços, vale conferir se a visita guiada termina antes da meia-noite.
O ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou a soltura do desembargador federal Macário Ramos Júdice Neto, preso desde 16 de dezembro de 2025, durante a segunda fase da Operação Unha e Carne por suspeita de vazamento de informações sigilosas de uma operação da Polícia Federal (PF) contra o ex-deputado estadual TH Joias, acusado de envolvimento com o Comando Vermelho (CV).
Na decisão desta sexta-feira (30), Moraes também autorizou a transferência do deputado estadual Rodrigo Bacellar, ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), da Penitenciária Federal de Mossoró, no Rio Grande do Norte, para uma unidade prisional no Rio.
A decisão do ministro altera o local de cumprimento da prisão, mas Bacellar seguirá preso preventivamente. TH Joias também permanecerá preso.
No caso de Macário, o ministro do STF substituiu a prisão preventiva por medidas cautelares, entre elas o uso de tornozeleira eletrônica e a apreensão do passaporte. Segundo os investigadores, o desembargador teria antecipado detalhes da ação policial ao ex-presidente da Alerj Rodrigo Bacellar, que, por sua vez, teria informado TH Joias sobre a operação.
A defesa do desembargador nega as acusações e sustenta que não há provas de que ele tenha participado do suposto vazamento. Em manifestação divulgada nesta sexta, o advogado Patrick Berriel afirmou que a decisão de Moraes reconheceu a possibilidade de substituir a prisão por medidas menos restritivas.
“Desde o início, a defesa entendia que a prisão era desnecessária, que medidas cautelares eram suficientes. Pleito que foi reconhecido agora pelo STF. Durante a fase de instrução do processo, temos certeza de que iremos provar a inocência do desembargador”, afirmou.
Apesar da soltura do desembargador e da autorização para a transferência de Bacellar, as medidas não representam o encerramento das investigações.
O prefeito Eduardo Cavaliere (PSD) convocou a base para um churrasco na Gávea Pequena, na última terça-feira (27), no primeiro grande encontro pós-derrota do líder Eduardo Paes (PSD). Aos vereadores do partido e agregados, explicou a importância de reeleger Carlo Caiado (PSD) no comando do Palácio Pedro Ernesto.
A costura incluiria Rafael Aloisio Freitas (PSD) como primeiro vice-presidente — e, assim, o vereador tijucano assumiria a presidência quando Caiado fosse indicado a uma vaga no Tribunal de Contas do Município.
A indicação de Caiado para o TCM foi um compromisso de Paes, que, ao que tudo indica, deve ser honrado por seu sucessor.
“Quero ir adiantando aqui que todos aqueles que estão com o governo estarão ao lado do grande presidente Carlo Caiado para conselheiro do TCM. Ele só já não foi minha indicação em 2021 porque precisávamos do talento e experiência dele para reconstruirmos nossa cidade!”, escreveu Paes nas redes sociais no ano passado.
Agora, a disputa gira em torno da primeira secretaria — cargo hoje ocupado por Rafael Aloísio Freitas e considerado o segundo mais importante da Câmara. Na bolsa de apostas da Cinelândia, dão Dr. Gilberto (Solidariedade) como o preferido de Cavaliere. Gilberto vem sendo considerado um parceiro próximo também pelos políticos mais chegados a Paes. Até parte do antigo blocão criado por Willian Coelho (Solidariedade) para combater o próprio Paes — e que depois virou governista — estaria embarcando no apoio a Dr. Gilberto.
No meio do caminho há um adversário
Mas o preferido de Cavaliere não está sozinho na disputa.
Marcos Dias (Podemos) também estaria de olho na vaga. Afinal, como provaram as urnas nas eleições de outubro, os favoritos podem muito — mas não podem tudo.
A virada de outubro para novembro não terá tanto sol quanto o Rio de Janeiro está acostumado. O fim de semana “prolongado”, com feriado de Finados, na segunda-feira (02), deve ser marcado por tempo instável.
No sábado (31), a previsão é de muitas nuvens com possibilidade de chuva ao longo do dia. A temperatura deve variar entre 19°C e 27°C, enquanto a umidade será alta, variando entre 70% e 100%.
No domingo (01), inaugurando o mês de novembro, o cenário se repete: céu com muitas nuvens e possibilidade de chuva isolada. A previsão indica temperatura máxima de 27°C e mínima de 19°C.
O Sistema Alerta Rio projeta que os dias se diferenciem em um pequeno detalhe: o horário da chuva. Enquanto no sábado pode vir a qualquer momento, no domingo, as pancadas devem acontecer entre a tarde ou noite.
Na segunda-feira (02), o dia permanece nublado, com muitas nuvens e pancadas de chuva e trovoadas isoladas. A temperatura deve variar entre 19°C e 30°C.
Confira as temperaturas
Sábado (31): Mínima de 19°C e máxima de 27°C. Dia nublado, com possibilidade de chuva fraca isolada
a qualquer momento.
Domingo (01): Mínima de 19°C e máxima de 27°C. Dia nublado, com possibilidade de chuva fraca isolada
durante a tarde/noite.
Segunda-feira (02): Mínima de 19°C e máxima de 30°C. Dia nublado com possibilidade de pancadas de chuva isoladas durante a tarde/noite.
A Prefeitura de Niterói iniciou a instalação das mangueiras que vão transportar água do mar para a Lagoa de Piratininga, na Região Oceânica. A estrutura vai permitir o fechamento da comporta do Túnel do Tibau para a execução das obras de recuperação, sem interromper a entrada de água do mar na lagoa.
A previsão é que o sistema provisório de bombeamento entre em funcionamento até o fim de novembro.
Projeto de R$ 38 milhões
A intervenção, iniciada no último dia 21, tem investimento de R$ 38 milhões e prazo de execução de 12 meses. Com a recuperação definitiva do túnel, a expectativa é que o volume de água que chega à lagoa mais do que triplique, ultrapassando mil litros por segundo.
As mangueiras vão conduzir a água captada no mar diretamente para a lagoa, por meio de um sistema provisório composto por bomba hidráulica e tubulações submersas.
Antes dessa etapa, as equipes já haviam instalado a bomba e parte dos dutos necessários à operação. O objetivo é manter a circulação da água durante as obras, contribuindo para a preservação do ecossistema e a redução dos riscos de mortandade de peixes.
O subsecretário municipal de Infraestrutura e Fiscalização, Vicente Temperini, explicou que a instalação iniciada nesta quinta é fundamental para permitir o avanço dos trabalhos no túnel.
“Essas mangueiras vão conduzir a água do mar até a lagoa por meio de bombeamento, permitindo que a comporta seja fechada e que as equipes trabalhem na recuperação da estrutura. É uma solução técnica importante porque garante a continuidade da entrada de água do mar na lagoa enquanto realizamos uma obra complexa, que exige segurança e cuidados especiais”, afirmou.
Serviço de recuperação do Túnel do Tibau
Com o bombeamento provisório em funcionamento, a comporta poderá ser fechada e as extremidades do túnel isoladas. Em seguida, o interior da estrutura será esvaziado para a realização dos serviços de recuperação. Os trabalhos incluem a retirada do revestimento original de concreto e de fragmentos soltos de rocha, com o uso de retroescavadeira e rompedor hidráulico.
A remoção vai permitir uma avaliação detalhada das condições do túnel e a identificação dos pontos que precisam de tratamento e reforço.
Também serão retiradas pedras e outros materiais provenientes dos desmoronamentos registrados entre 2018 e 2019, que comprometeram a estrutura e reduziram significativamente a renovação das águas da Lagoa de Piratininga. A expectativa é recuperar os trechos danificados e restabelecer a circulação entre o mar e a lagoa.
Construído pelo governo do estado há mais de 20 anos, o Túnel do Tibau sofreu desmoronamentos que reduziram drasticamente a circulação de água do mar. A diminuição da renovação hídrica contribuiu para o desequilíbrio ambiental da lagoa, agravando problemas como a baixa oxigenação e a mortandade de peixes, especialmente em períodos de temperaturas elevadas.
Diante da necessidade de recuperar as condições ambientais da lagoa, a Prefeitura de Niterói assumiu a execução e a gestão da intervenção. O início dos trabalhos ocorreu após a obtenção das autorizações ambientais e da Marinha.
Próximas etapas
Após a conclusão da instalação das mangueiras e das conexões do sistema provisório, a previsão é iniciar o bombeamento de água do mar até o fim de novembro. Com o equipamento em operação, será possível fechar a comporta e esvaziar o túnel para dar continuidade à recuperação estrutural.
A obra definitiva deverá restabelecer a circulação de água em volume superior a mil litros por segundo, melhorando a oxigenação e contribuindo para a preservação da biodiversidade e a redução dos riscos de mortandade de peixes. A recuperação também deve beneficiar os pescadores artesanais que dependem das condições ambientais da lagoa para trabalhar.
Com a conclusão dos serviços e a retomada do fluxo pelo túnel recuperado, o sistema provisório será desativado. As mangueiras, tubulações, equipamentos e bases de apoio serão retirados, com o objetivo de preservar as características originais das áreas utilizadas.
Comentários 12
Último concurso??? O último concurso do cbmerj foi em 2025 para busca e salvamento, em que também teve questões que deveriam ter sido anuladas!!
Pois é. O último concurso do CBMERJ foi o QBMP-1 2025, e não o de 2023.
O decreto se refere ao edital de 2023 ou houve confusão com o concurso mais recente? Eis a dúvida!
Muito bem e tem mais. Faço uma denuncia! Existe candidatos com pontuação inferior a do último candidato nomeado!
Atenção ministério público!
Os candidatos aprovados no Concurso ( soldado e músico) 2023, seguem aguardando a convocação. Muitos já fizeram todas as etapas e estão aptos na investigação social, faltando apenas a convocação para iniciar o Curso de Formação.
Contamos com a ajuda dos senhores nessa luta.??
Os candidatos aprovados no Concurso ( soldado e músico) 2023, seguem aguardando a convocação. Muitos já fizeram todas as etapas e estão aptos na investigação social, faltando apenas a convocação para iniciar o Curso de Formação.
Contamos com a ajuda dos senhores nessa luta.??
O último concurso do CBMERJ para QBMP-1 foi o de 2025, e não o de 2023.
O decreto se refere mesmo ao edital de 2023 ou houve confusão com o concurso mais recente?
Agradeço o esclarecimento.
O último concurso do CBMERJ para QBMP-1 foi o de 2025, e não o de 2023.
O decreto se refere ao edital de 2023 ou houve confusão com o concurso mais recente?
Agradeço o esclarecimento.
Concurso de 2002 ate agora nada
???
???
Eu fui excluído do concurso, depois de um homônimo, no dia da prova. Nessa última reclassificação meu nome apareceu na listagem, ao chegar no dia do TAF, fui informado que a minha inscrição constava como ausente. Isso foi um soco na boca do estômago. Assim que meu nome apareceu na listagem, entrei em dieta severa, voltei a me exercitar e me preparar pro TAF mesmo tendo menos de 2 meses para as avaliações, afinal o concurso foi de 2023 e a listagem saiu em 2025, 2 anos depois, repentinamente. Caso algum advogado leia esse comentário, favor entrar em contato comigo.
2.1.9.6.6.0.4.8.8.9.9
Concurso de 2012 motorista bombeiro?