Um dos principais símbolos do Rio está de cara nova: os Arcos da Lapa receberam limpeza técnica, pintura e melhorias no entorno no aniversário de 276 anos do monumento. A intervenção foi realizada pela Secretaria Municipal de Conservação e custou R$ 1,7 milhão aos cofres públicos.
O local é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), o que exige cuidado especial. Por isso, a obra, que foi concluída no último fim de semana, contou com técnicas tradicionais de conservação. Uma delas foi a caiação, feita com cal virgem, que permite a respiração da superfície e contribui para a conservação da estrutura.
A última grande intervenção no monumento ocorreu em 2022, uma reforma mais ampla que a atual. Desta vez, a parte externa dos Arcos foi a prioridade.
Construídos no século XVIII, o objetivo do monumento era transportar a água da nascente do Rio Carioca até o Largo da Carioca. Com o passar dos séculos, os Arcos da Lapa passaram a atrair cada vez mais a atenção de turistas e se tornaram um dos principais cartões-postais da cidade.
O ministro Cristiano Zanin, do Supremo Tribunal Federal (STF), determinou neste domingo (25) a prorrogação do horário de votação do segundo turno das eleições presidenciais em todo o Brasil. Com a decisão, os eleitores poderão votar até as 19h, no horário de Brasília, em todas as seções eleitorais do país.
Na decisão, Zanin cita a gravidade de fatos que chegaram ao conhecimento do Supremo às 16h32 deste domingo e a urgência da medida para justificar a extensão do horário. O ministro determinou que o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) seja responsável por cumprir a decisão.
“Considerando a gravidade dos fatos narrados que chegaram ao conhecimento do Supremo em 16:32 e 49 segundos da data de hoje, e diante da urgência evidente na medida, determino a prorrogação por duas horas até as 19 horas, horário de Brasília, do encerramento do recebimento dos votos em todas as seções de todo o Brasil”, diz o despacho.
A decisão ocorre após pedidos do PT e do PL, que apontaram problemas de transporte e condições climáticas em municípios. As dificuldades de deslocamento foram citadas nas solicitações de extensão do prazo, que não haviam sido atendidas pela Justiça Eleitoral.
Problemas de transportes pelo Brasil causaram pedidos de adiamento do Lula e do Flávio
A prorrogação do horário de votação ocorreu após as campanhas de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Flávio Bolsonaro (PL) acionarem a Justiça Eleitoral com pedidos para ampliar o prazo de votação. As duas candidaturas apontaram dificuldades que poderiam impedir eleitores de chegar às urnas em diferentes regiões do país.
A campanha de Lula pediu inicialmente que a votação fosse estendida até as 19h em Salvador, Feira de Santana e Lauro de Freitas, na Bahia, alegando problemas na circulação de ônibus. Depois, solicitou a ampliação para outras localidades e recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF) para que a medida valesse em todo o país.
Já a campanha de Flávio Bolsonaro pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a prorrogação por duas horas em municípios de São Paulo, Paraná e Santa Catarina, afetados por temporais, alagamentos, deslizamentos, bloqueios de vias e falta de energia elétrica. A equipe do senador também solicitou que a divulgação dos resultados da eleição presidencial só começasse após o encerramento da votação nos locais contemplados pela eventual extensão.
O ex-presidente da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec) Eduardo Chow de Martino Tostes, exonerado a pedido na última quarta-feira (21), mantém uma sociedade empresarial com dois integrantes da cúpula da instituição: Ricardo de Mattos Pereira Filho, vice-presidente administrativo que assumiu interinamente a presidência, e Flavio Augusto Ferreira Nunes, diretor administrativo.
A ligação consta no Quadro de Sócios e Administradores (QSA) da Receita Federal, consultado na última sexta-feira (23). Os três aparecem como sócios da Aura Legal Design Ltda, empresa sediada em São Paulo, inscrita no CNPJ 64.258.948/0001-24 e com capital social de R$ 5 mil.
O quarto integrante da sociedade é Zito Lopes Nunes, identificado como sócio-administrador.
Sócios também receberam poderes para ordenar despesas
Em 5 de agosto, quando ainda presidia a Faetec, Eduardo Chow assinou duas portarias delegando competências financeiras justamente aos seus sócios.
Pelas portarias nº 1250 e nº 1251, publicadas no Diário Oficial de 6 de agosto, Flavio Augusto e Ricardo Mattos receberam atribuições de ordenadores de despesas, incluindo autorização de pagamentos, emissão de empenhos e movimentação de recursos financeiros da fundação.
As nomeações dos dirigentes haviam sido formalizadas pelo governador em exercício Ricardo Couto. Já a delegação de poderes administrativos e financeiros foi assinada pelo próprio Eduardo Chow.
Ex-presidente saiu, mas sócio assumiu o comando
Eduardo Chow deixou a presidência após 112 dias no cargo. A exoneração, a pedido, foi publicada no Diário Oficial de quarta-feira (21). Para seu lugar, Ricardo Couto designou interinamente o vice-presidente Ricardo Mattos — sócio do ex-dirigente na Aura Legal Design Ltda.
A existência de uma sociedade empresarial entre os dirigentes não caracteriza qualquer tipo de irregularidade. O registro, entretanto, revela uma relação privada entre integrantes da administração da Faetec que vai além dos vínculos funcionais.
O cadastro público não informa o percentual de participação de cada sócio na empresa. Também não demonstra a existência de contratos entre a Aura Legal Design e a administração estadual.
A viagem custará R$ 47.310,06 aos cofres estaduais.
De acordo com os documentos do processo SEI-150001/010612/2026 e a publicação oficial, a comitiva será formada por Bruno de Queiroz Costa, subsecretário de Relações Internacionais, e Pedro Vicente Canesin Bittencourt, assessor de Relações Internacionais.
A maior parte das despesas será destinada às passagens aéreas, que somam R$ 27.802,40. Cada bilhete, em classe econômica, foi orçado em R$ 13.901,20. O roteiro prevê saída do Rio de Janeiro em 16 de outubro, com conexão em Paris antes da chegada a Yerevan, capital da Armênia. O retorno será pelo mesmo trajeto.
Para cobrir as despesas de estadia e deslocamento durante os nove dias de afastamento, de 16 a 24 de outubro, o Estado liberou R$ 19.167,66 em diárias e traslados.
O subsecretário Bruno de Queiroz Costa, enquadrado no Grupo II, receberá nove diárias de US$ 200 cada, convertidas em R$ 1.001,92 por dia. O total previsto para ele é de R$ 9.017,28.
Já o assessor Pedro Vicente Canesin Bittencourt, do Grupo III, terá direito a nove diárias de US$ 190, equivalentes a R$ 951,82 por dia. A despesa total com as diárias do servidor será de R$ 8.566,38.
O planejamento financeiro inclui ainda R$ 1.584,00 para os traslados dos dois servidores durante o período de afastamento. Em uma análise consolidada, porém, o valor aparece como R$ 1.408,00.
Também estão previstos R$ 340,00 em seguro-viagem para a dupla. Desse total, R$ 200,00 correspondem à apólice do subsecretário, enquanto R$ 140,00 serão destinados à do assessor.
Justificativa da Casa Civil
Nos despachos e nas justificativas anexados ao processo, a Casa Civil defende a importância da participação do estado no evento internacional.
O órgão também destaca a posição do Rio de Janeiro como vice-presidente para as Américas da rede Regions4 e aponta a necessidade de articulação institucional e de atração de parcerias estratégicas.
O próprio expediente administrativo, no entanto, registra o caráter excepcional da despesa. A Declaração de Não Tipificação informa expressamente que serão utilizados recursos ordinários não vinculados de impostos, identificados pela Fonte 500, sob regime de excepcionalidade.
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) vai analisar as imagens de um apoiador do senador Flávio Bolsonaro (PL) que aparece conduzindo um homem negro acorrentado durante um ato político na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio. O episódio ocorreu na tarde de sábado (24), durante o encerramento da campanha presidencial do candidato do PL.
As imagens foram registradas pelo jornalista francês Raphaël Bernard e repercutiram nas redes sociais. No vídeo, o homem acorrentado aparece com adesivos e inscrições em referência ao Partido dos Trabalhadores (PT) e segura um tridente. Atrás dele e segurando uma espécie de corrente, o apoiador de Flávio grita ofensas contra o presidente Lula (PT).
Entre o carinho e a polêmica, a vice-governadora eleita do Rio na chapa de Douglas Ruas (PL), Fernanda Louback (PL), mostrou em sua curta trajetória legislativa (foi eleita vereadora em Niterói em 2024) até aqui que tem vocação tanto para pautas que agradam a gregos e troianos quanto para assuntos que deixam as “tribos” em pé de guerra.
Exemplo do primeiro caso são os projetos aprovados em favor das pessoas com Transtorno do Espectro Autista. Mãe de duas filhas diagnosticadas com o TEA, Fernanda teve firme atuação na causa. Ela apresentou, por exemplo, o projeto que deu origem à Lei Municipal 4.155/2026, que garante adaptações no ambiente escolar para crianças com deficiência ou transtornos do neurodesenvolvimento, matriculadas em instituições públicas e privadas de Niterói.
Também foi a responsável pela Lei 4.122/2026, que permite dispensar estudantes autistas do uso de uniformes escolares quando houver sensibilidade sensorial.
Briga com os funkeiros e o rolé de motocicleta
Por outro lado, a vereadora arranjou uma briga grande com chamada Lei Anti-Oruam. Ela proíbe a contratação, pelo poder público, de shows e eventos abertos ao público infantojuvenil que envolvam apologia ao crime organizado ou ao uso de drogas. Foi aprovada com veto parcial.
Setores ligados aos movimentos populares e ao próprio funk viram na lei uma criminalização da cultura periférica. O rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, o Oruam, acabou tendo seu nome vinculado à lei por ter enfrentados problemas com a Justiça, chegando a ser preso. Atualmente, o cantor, que é filho do traficante Marcinho VP e nega todas as acusações, está em liberdade concedida por voto unânime da 8ª Câmara Criminal.
Fernanda Louback ainda apresentou proposta para fiscalizar os chamados “rolezinhos” de motocicletas, mas o texto recebeu parecer contrário e foi arquivado. Outra polêmica foi a ideia de criar “banheiros neutros” em espaços de uso coletivo.
A vereadora também subscreveu a proposta que tornou obrigatória a execução do Hino Nacional Brasileiro uma vez por semana nas escolas públicas e privadas de ensino fundamental de Niterói.
Acostumada a disputar eleição desde nova
Antes de entrar na política, Fernanda foi professora, empresária, atriz e modelo. Aliás, acostumou-se a eleições desde cedo. Em 2003, venceu o Miss Rio de Janeiro, representando Nova Friburgo. Como atriz, fez parte do elenco do “Zorra Total”, da TV Globo. Começou como figurante e trabalhou por cerca de dois anos ao lado do ator Paulo Silvino.
Nos tempos de miss, mostrou que já tinha bom desempenho em eleição. Foto: Reprodução
A atuação como empresária acabou levando Fernanda para a política. Quando obras foram realizadas na Rua Moreira César (atual Rua Paulo Gustavo), em Niterói, sua loja acabou prejudicada. Ela, então, resolveu que queria interferir de forma decisiva na atuação do poder público.
Homenagem a Cássia Kis, atriz acusada de transfobia
Sua ligação com o mundo artístico também tem pitadas de polêmica. Sugeriu uma homenagem à atriz Cássia Kis, que este ano foi acusada de transfobia ao questionar a presença de uma mulher trans no banheiro feminino do Barra Shopping. Virou caso de polícia. E de denúncia do Ministério Público.
Fernanda é amiga da ex-primeira dama Michelle Bolsonaro (PL), eleita senadora pelo Distrito Federal. Já propôs inclusive homenagem à mulher de Jair Bolsonaro.
Fernanda já propôs homenagem a Michelle Bolsonaro na Câmara de Niterói. Foto: Reprodução
O fato é que, gostando ou não dela, é preciso dizer, usando o jargão do mundo artística, que a nova vice-governadora chegou para causar!
Um vídeo que circula nas redes sociais mostra uma mulher fazendo uma saudação nazista ao sair de uma seção eleitoral no Colégio Santo Inácio, escola católica tradicional de Botafogo, Zona Sul do Rio. O caso aconteceu na manhã deste domingo (25), no segundo turno das eleições presidenciais.
Dois amigos que presenciaram o momento filmaram a cena e foram questionar a eleitora, dizendo que a atitude se configura como crime. Um deles se identificou como judeu para a mulher e relatou ter sido alvo de uma ofensa em seguida.
Os dois registraram uma ocorrência por injúria por preconceito na 10ª DP (Botafogo).
Policial registrou a cena
Segundo o policial civil João Paulo Nunes, responsável pelo registro, a mulher respondeu “pior ainda” depois que Ian afirmou ser judeu.
“Não foi apenas a saudação nazista para um grupo étnico total. Foi um preconceito direcionado a uma pessoa”, afirmou o policial.
A mulher vestia uma camisa com a inscrição “Meu partido é o Brasil” e um boné com a sigla Maga, referência ao slogan trumpista “Make America Great Again” (“Tornar a América Grande Novamente”). Segundo informações divulgadas pelo UOL, ela já teria sido identificada pela polícia a partir das imagens. A identidade não foi divulgada oficialmente.
Dois fiscais do Partido Liberal (PL) foram conduzidos à Delegacia da Polícia Federal, na Praça Mauá, neste domingo (25), durante o segundo turno das eleições, por suspeita de boca de urna. Os casos aconteceram no Colégio Estadual Amaro Cavalcanti, no Catete, na Zona Sul do Rio.
Segundo relatos, os dois teriam tentado induzir eleitores a votar no candidato à Presidência Flávio Bolsonaro (PL).
Em um dos casos, uma mulher foi conduzida à delegacia após ser acusada de tentar convencer eleitores a votar no candidato do partido. Fiscais eleitorais foram acionados depois de reclamações e houve uma discussão no local. Ela é suspeita de captação ilícita de votos e injúria.
A mulher foi identificada no local como fiscal do PL, mas utilizava um crachá com a inscrição “delegado”.
O segundo caso envolveu um homem, também identificado como fiscal do PL, que teria tentado direcionar votos para Flávio Bolsonaro. Ele também foi levado à delegacia.
Segundo a Polícia Militar, equipes do 2º BPM (Botafogo) conduziram os dois à sede da PF por determinação do juiz eleitoral da 16ª Zona Eleitoral. Eles foram levados para prestar esclarecimentos.
As identidades dos dois não foram divulgadas.
Em nota, o PL afirmou que não tinha conhecimento dos fatos e declarou que esse tipo de prática não faz parte do perfil de militância do partido.
A ‘emergência’ que levou meses: Secretaria Estadual de Educação assina finalmente contrato de até R$ 158,9 milhões para apoio a alunos com deficiência e autismo
A Secretaria de Estado de Educação do Rio de Janeiro assinou, no último dia 14 de outubro, contrato emergencial com o Centro de Desenvolvimento Pessoal (CDP) para a prestação de serviços de Apoio Escolar (PAE). A contratação direta, orçada em até R$ 158.997.240,00, com parcelas mensais de R$ 15,8 milhões, tem o objetivo de atender estudantes com deficiência e Transtorno do Espectro Autista (TEA) na rede pública estadual.
O novo contrato emergencial tem vigência improrrogável até 11 de junho de 2027.
Histórico de falhas contratuais e intervenção do MP do Trabalho
A dispensa de licitação foi motivada pelo encerramento da cobertura do contrato com o Instituto Positiva Social. Ao longo dos exercícios de 2025 e 2026, a secretaria registrou descumprimentos recorrentes por parte da antiga prestadora, como atrasos nos pagamentos de salários e benefícios (vale-transporte e alimentação), não recolhimento de FGTS, paralisações durante o ano letivo e falhas na reposição de funcionários.
Diante do cenário, o governo firmou o Termo de Ajustamento de Conduta 99/2026 junto ao Ministério Público do Trabalho (MPT). Inicialmente, a secretaria tentou formalizar um termo aditivo para prorrogar o vínculo antigo como medida de transição. No entanto, a Procuradoria Regional do Trabalho da 1ª Região notificou a pasta sobre a incompatibilidade da prorrogação com os compromissos assumidos no TAC, inviabilizando a continuidade do contrato vencido em julho.
Em paralelo, a licitação ordinária, voltada à solução definitiva do problema, sofreu atrasos. Segundo os registros internos, o processo precisou ser readequado às exigências dos novos marcos normativos federais (decretos federais 12.686/2025 e 12.773/2025 e portaria do MEC 421/2026).
A tramitação também foi impactada por sucessivas trocas nas chefias da subsecretaria-executiva e das superintendências de Contratos e Licitações entre março e junho de 2026.
Alertas de controle jurídico
Antes da assinatura do contrato com o CDP, a assessoria jurídica da secretaria analisou a minuta da dispensa. No parecer, o órgão orientou que a área técnica apresentasse justificativas formais para a expansão do quantitativo de postos no contrato emergencial.
Os dados do planejamento mostravam que a rede tinha 1.761 alunos atendidos pelo contrato antigo e 1.617 em fila de espera (totalizando 3.378 postos). O projeto emergencial, contudo, fixou o teto em 4 mil postos de trabalho por prever uma “margem técnica” de 622 vagas.
A assessoria jurídica alertou para o entendimento do Tribunal de Contas da União (TCU) que veda a inclusão de margens de segurança para superdimensionar quantitativos em dispensas emergenciais.
O parecer jurídico também recomendou a complementação das justificativas técnicas sobre a mudança da remuneração de horista para mensalista e o enquadramento do cargo por analogia na Classificação Brasileira de Ocupações (CBO 5153-05 – Educador Social).
Início da operação
A contratação direta foi chancelada com fundamento no art. 75, inciso VIII, da Lei Federal nº 14.133/2021. A empresa selecionada, Centro de Desenvolvimento Pessoal (CDP), assumiu a prestação contínua dos serviços de apoio assistencial (locomoção, higiene, alimentação e acompanhamento em sala) enquanto o estado conclui o processo licitatório definitivo.
Uma infestação de pulgas obrigou o Tribunal Regional Eleitoral do Rio de Janeiro (TRE-RJ) a mudar o local de votação de eleitores de Jardim Sulacap, na Zona Oeste do Rio, neste domingo (25), segundo turno das eleições.
Os eleitores das seções 145 a 154 da 185ª Zona Eleitoral, que votariam na Escola Municipal Visconde de Porto Seguro, na Rua Teófilo Guimarães, 604, foram transferidos para o Colégio Marques Rodrigues, na Rua Pacífico Pereira, 289, no mesmo bairro.
O novo endereço fica a cerca de 500 metros do local original. A mudança afeta cerca de 3 mil eleitores.
A infestação foi identificada por servidores da Justiça Eleitoral no sábado (24), quando eles chegaram à escola para instalar as urnas para o segundo turno.
Mudança também ocorreu na Zona Norte
Jardim Sulacap é o segundo local de votação da capital que teve o endereço alterado entre o primeiro e o segundo turno.
Em Brás de Pina, na Zona Norte, mais de 1,8 mil eleitores das seções 123 a 127 também foram transferidos. O novo endereço fica na Penha Circular.
Segundo o presidente do TRE-RJ, desembargador Claudio de Mello Tavares, apenas dois dos 5.040 locais de votação do estado tiveram mudança de endereço entre os dois turnos. Os demais permanecem nos mesmos locais do primeiro turno.
O TRE-RJ orienta os eleitores a consultar o local de votação antes de sair de casa. A verificação pode ser feita pelo site do tribunal ou pelo aplicativo e-Título.
Ruas chegou ao local de votação acompanhado da esposa, Mariana Ruas, e do filho. Após votar, seguirá para Brasília, onde acompanhará a apuração ao lado de Flávio Bolsonaro.
Nas redes sociais, o governador eleito publicou um vídeo em que incentiva os eleitores a comparecerem às urnas. “Pessoal, já fiz a minha parte aqui. Você que não saiu de casa ainda, vá às urnas. É muito importante você participar, exercer o seu direito de cidadania para escolher o futuro do nosso país”, afirmou.
Ruas também declarou que pretende iniciar já nesta segunda-feira (26) os trabalhos para a transição do governo do Rio de Janeiro.
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