Carlos Santiago Ribeiro, pai da estudante Gabriela Prado Maia Santiago Ribeiro, morta aos 14 anos após ser atingida por uma bala perdida na estação de metrô São Francisco Xavier, na Tijuca, em 2003, foi nomeado para um cargo na Comissão de Direitos Humanos e Cidadania da Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).
A nomeação para o cargo de assessor da pasta, presidida pelo deputado estadual Alexandre Knoploch (PL), foi publicada no Diário Oficial desta segunda-feira (6).
Gabriela “Sou da Paz”
A estudante de 14 anos morreu no dia em que usou o metrô sozinha pela primeira vez, em 15 de março de 2003. A jovem descia as escandas da estação São Francisco Xavier quando foi atingida por um tiro de assaltantes, que haviam roubado a bilheteria da estação. Enquanto fugiam, encotnraram um policial e houve uma troca de tiros. Gabriela foi atingida por um disparo no peito e faleceu.
A morte da jovem gerou o movimento “Gabriela Sou da Paz”, em busca de mudanças no Código Penal Brasileiro para o combate à violência e para cobrar políticas públicas de segurança.
O nome foi inspirado em uma fotografia de Gabriela fazendo o gesto de uma pomba com as mãos, símbolo universal da paz. A imagem passou a representar o movimento criado pela família.
Em 2008, o Metrô Rio foi condenado a pagar uma indenização de R$ 150 mil a Carlos Santiago, pai da estudante. Os cinco assaltantes envolvidos no crime foram condenados a penas que variam de 16 a 46 anos de prisão.



Eu tive nas passeatas com os pais dela ,soube depois que a mãe dela faleceu,na época tinha perdido um filho e participei de várias passeatas junto tbm com a Luciana da faculdade que tbm faleceu e do Tim Lopes Deus continue dando forças a esse pai ,pois o pai do meu filho faleceu dois anos depois