O vereador do Rio Jorge Canella (União Brasil) foi alvo de um mandado de busca e apreensão cumprido pela Polícia Federal (PF) na manhã desta terça-feira (22). A ação faz parte da investigação sobre o fuzil apreendido durante a prisão do ex-prefeito de Belford Roxo Márcio Canella (União Brasil), em julho deste ano.

A medida foi autorizada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).
Segundo apuração do portal “g1”, o vereador, que é coronel da Polícia Militar, conseguiu a cautela do armamento dentro da corporação.
A PF ainda não detalhou o que foi apreendido com o coronel. Houve buscas no gabinete do parlamentar na Câmara do Rio.
O que diz a Câmara do Rio
A Câmara do Rio informou que agentes da Polícia Federal cumpriram mandado de busca e apreensão no gabinete do vereador Jorge Canella na manhã desta terça-feira (22). Segundo a Casa, nenhum bem ou material foi apreendido.
O que diz a defesa de Jorge Canella
O advogado Gabriel Miranda, da defesa do vereador Jorge Canella, enviou uma nota ao TEMPO REAL. Eis a íntegra:
“A defesa do vereador Jorge Canella acompanhou a diligência realizada pela Polícia Federal na manhã desta terça-feira e reforça que TODAS AS ARMAS ENCONTRADAS EM SUA RESIDÊNCIA ERAM DE SUA PROPRIEDADE E ESTAVAM LEGALIZADAS.
O político, que é CORONEL DA POLÍCIA MILITAR, sempre pautou sua atuação na corporação de forma proba e ilibada e possuía o certificado do armamento.
O único questionamento que ensejou o encaminhamento do vereador à Superintendência da PF foi a divergência de endereço de registro das armas, procedimento administrativo que já vinha sendo adotado por ele, em razão de mudança de endereço recente com a sua família.
O vereador Jorge Canella confia plenamente na Justiça e esclarecerá todos os questionamentos o mais breve possível para que a verdade seja restabelecida.”
Com informações do portal “g1”.






















































Comentários 1
Mais um vereador que apoia o Eduardo Paes. Se fosse outro candidato que tivesse essas alianças todas, seria massacrado pela Globo. Inclusive o Jairinho foi líder do Eduardo Paes e a Monique ocupava cargo no gabinete do Luiz Guaraná no TCM, um cara muito próximo do ex prefeito.