Mais de 167 quilos de alimentos impróprios e 30 litros de chope vencido foram descartados durante uma força-tarefa de fiscalização em bares e restaurantes do estado do Rio de Janeiro. A operação, realizada pela secretaria de estado de Defesa do Consumidor (Sedcon) e pelo Procon-RJ, foi intensificada por causa do aumento do movimento durante o Dia dos Namorados e a Copa do Mundo.
Ao longo da semana, equipes vistoriaram estabelecimentos em Niterói, Angra dos Reis, Petrópolis, Teresópolis e em diferentes regiões da cidade do Rio. O balanço apontou mais de 167 quilos de alimentos vencidos ou sem identificação de data de manipulação e validade, além de 30 litros de chope fora do prazo de consumo.
Carnes, peixes e molhos estavam entre os produtos vencidos ofertados por restaurantes
Entre os itens inutilizados estavam carnes, peixes, camarões, salmão, carne seca, queijos, frango, pato, linguiça temperada, maionese temperada, caldos, bolinhos prontos, arroz negro, nhoque, massa de pizza, bacon, feijoada, recheios à base de frutos do mar e diversos tipos de molhos.
Segundo a Sedcon, parte dos produtos não possuía identificação de data de manipulação e validade. Outros estavam com o prazo de consumo vencido.
Durante as inspeções, os agentes também encontraram irregularidades sanitárias e estruturais, como lixeiras sem tampa, prateleiras enferrujadas, pisos quebrados com acúmulo de água, ralos sem proteção adequada e janelas sem telas de proteção contra insetos.
Todos os produtos considerados impróprios para consumo foram descartados na presença das equipes de fiscalização. Os estabelecimentos autuados responderão a processos administrativos e poderão apresentar defesa.
A Cedae inicia esta semana as obras de construção da Estação de Tratamento de Água (ETA) do sistema Novo Guandu, em Nova Iguaçu. Orçado em R$ 1,35 bilhão, o projeto prevê que a ETA produza 7,5 mil litros de água tratada por segundo, beneficiando cerca de 3 milhões de pessoas na Baixada Fluminense e na Zona Oeste da capital.
O prazo de conclusão está previsto para abril de 2030, e a obra faz parte do sistema Novo Guandu, que terá ainda o maior reservatório da Companhia, o Novo Marapicu, com capacidade para armazenar 55 milhões de litros de água.
A ETA Novo Guandu vai atuar em conjunto com a ETA Guandu, elevando a produção de água tratada para 50 mil litros por segundo e atendendo 12 milhões de pessoas na Região Metropolitana. As obras do sistema também incluem duas elevatórias — uma de água bruta e outra de água tratada —, uma adutora de água tratada de 3,9 quilômetros e um tronco distribuidor de 1 quilômetro.
As obras do sistema, que já começaram, estão orçadas em R$ 2,5 bilhões. O Novo Guandu foi projetado para se expandir conforme as necessidades futuras. O sistema modular poderá chegar a produzir até 24 mil litros por segundo, acompanhando o crescimento da população e a demanda por água.
Ministério Público do Trabalho processa Índia Armelau e pede multa de R$ 500 mil por assédio eleitoral; deputada sugeriu que patrões demitam quem apoiou Lula
Após a vitória de Lula (PT) no segundo turno da disputa presidencial, a parlamentar escreveu nas redes sociais: “Empresário, olha a rede social do teu funcionário aí e confere se ele fez ‘L’. Acho que não faz sentido nenhum manter na tua empresa quem odeia empresários”.
Para o MPT, a mensagem estimula o assédio eleitoral e a discriminação por convicção política. O órgão sustenta que a imunidade parlamentar não protege discursos discriminatórios e que o alcance de Índia Armelau pode levar empresários a acreditarem que a prática é legítima.
O órgão pede que a deputada retire a publicação do ar e publique no mesmo perfil, em até 24 horas após a decisão, um comunicado informando que empregados podem escolher livremente seus candidatos e que empregadores não podem retaliar ninguém por causa do voto.
Em caso de descumprimento, o MPT pede multa de R$ 100 mil por obrigação. A Justiça ainda vai analisar o pedido.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) descumpriu a ordem do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF) e não entregou na manhã desta terça-feira (27) o passaporte à Polícia Federal no prazo que havia sido estabelecido. A decisão do Supremo saiu na noite de domingo (25) e está relacionado ao inquérito em que Flávio é investigado ao lado do advogado Willer Tomaz são investigados por lavagem de dinheiro.
Flávio Bolsonaro (PL) havia prometido entregar o passaporte horas depois de ser intimado, na segunda-feira (26). Ele é alvo de dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal (STF), que investigam se o senador lavou dinheiro usando plataformas de apostas ao lado do advogado Willer Tomaz e se houve irregularidades no financiamento do filme “Dark Horse”.
A Polícia Federal investiga quanto dinheiro Flávio recebeu do banqueiro Daniel Vorcaro, dono e principal nome do escândalo do Banco Master, para a realização o filme sobre a trajetória de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, que está preso.
“A decisão da Alexandre de Moraes se baseou numa fala do Eduardo de 23 de outubro, que eu deveria deixar o país se eu perdesse a eleição. Eu nunca falei isso. Isso é motivo para tirar meu passaporte? Isso é justiça? E mais, essa decisão foi tomada no domingo à noite, logo depois do anúncio do resultado da eleição”, reclamou Flávio depois de ser intimado.
Flávio disse que a decisão de obrigá-lo a entregar o passaporte estava relacionada ao resultado da eleição presidencial, que ele perdeu após uma virada histórica do presidente Lula (PT).
“Pensa comigo, se eu tivesse ganhado as eleições, ia acontecer a mesma coisa? Flávio Bolsonaro eleito, essa PF ia estar do mesmo jeito me intimando no meio da rua? Isso é um sinal que a nossa democracia faliu. Foi uma decisão tomada conforme o resultado da eleição. Uma questão política, não pode ser assim”.
Flávio também ficou revoltado com a decisão do Supremo:
“Não fui eu que perdi, foi o sistema que ganhou. Por fim, hoje de manhã eu fui visitar o meu pai, como vocês sabem, ele está em prisão domiciliar. E quando eu estava saindo, a Polícia Federal do Lula estava na porta da casa dele, e no meio da rua eu fui intimado a entregar os meus passaportes e também estou proibido de deixar o país”.
Chovia no Rio de Janeiro na noite de segunda-feira, 5 de outubro, um dia sombrio para os democratas após as urnas indicarem a liderança de Flávio Bolsonaro, filho de Jair, no primeiro turno das eleições presidenciais de 2026. Em Niterói, antiga capital do estado, alunos da Faculdade de Direito da UFF (Universidade Federal Fluminense), promoveram um ato, organizado pelo Centro Acadêmico, para mostrar que os estudantes estavam dispostos a reagir e resistir. Não demorou e centenas de alunos de outros cursos estavam reunidos em frente à faculdade: eram mais de dois mil estudantes quando eles saíram em passeata pela cidade, ainda debaixo de chuva.
As imagens viralizaram facilmente através das redes sociais – como tantas manifestações de jovens, sob muitos outros pretextos, neste século 21. Só que estas imagens inspiraram milhares de alunos – das universidades à frente, depois do ensino médio, depois até crianças. E, no dia seguinte, já eram dezenas de passeatas estudantis, uma novíssima geração de manifestantes, ocupando as ruas, enchendo as praças, cantando e gritando com entusiasmo e alegria para enfrentar o medo – o medo do retrocesso, da violência, do preconceito, da opressão.
No Rio de Janeiro, os mais idosos lembraram da Passeata dos 100 mil, em 1968, contra a ditadura militar, liderada por universitários, que hoje são octogenários. A minha geração recordou as manifestações pela anistia em 1980 – inclusive para trazer de volta os líderes de 68 – e, principalmente a campanha das Diretas Já, em 1984: eram os políticos no palanque e os jovens tomando as ruas, com um movimento estudantil recém-renascido. São cinquentões hoje os líderes estudantis de 1992, quando a juventude cara-pintada, tomou as ruas para gritar ‘Fora Collor’.
Nas ruas ocupadas de 2026, vimos, com os olhos de manifestações passadas na mesma Candelária e na mesma Cinelândia, uma juventude mais diversa, de uma geração universitária revigorada pela política de cotas, com consciência da ameaça da extrema-direita aos seus direitos, aos direitos de todos, ao direito à vida.
O deputado André Janones ainda estava organizando seu exército digital quando as ruas já estavam tomadas por essa juventude defendendo Lula lá de novo. Na sua primeira disputa eleitoral, em 1989, na primeira eleição presidencial após a ditadura, Lula representava, para uma legião de jovens eleitores, a esperança no futuro da nova democracia brasileira. Quatro décadas depois, o octogenário Lula representa, para a juventude, a resistência aos piores retrocessos. Sob essa inspiração, essa multidão de jovens transformou essas três semanas numa sequência de manifestações alegres, animadas, barulhentas, indignadas, divertidas: é uma geração se encontrando na luta, se encontrando nas ruas.
Manifestação liderada por estudantes na Candelária: mobilização dos jovens, enfrentando com alegria e entusiasmo os horrores do retrocesso, contagiou o Rio e o Brasil — Foto: Rovena Rosa / Agência Brasil – 18/10/2026)
Foi o professor e historiador Luiz Antonio Simas quem deu a letra nas redes sociais que foi ficando gravada no meu espírito a cada manifestação estudantil. “Eu gosto sempre de lembrar que a alegria é um elemento crucial, inclusive nesse momento de tensionamento. da história brasileira. Mas não uma alegria alienada, uma alegria boba; uma alegria que é compatível com a raiva, como elemento mobilizador do nosso processo histórico. Uma alegria no sentido de transgredir, de resistir, de reinventar mundos onde aparentemente só a morte devia prevalecer”, disse mestre Simas.
Filósofo das ruas e pesquisador das encruzilhadas cariocas, Simas gosta de estudar festa: “não a festa no sentido de alienação, mas a festa como reconstrução do modo coletivo de vida diante de projetos de aniquilação, horror e morte”, como explicou no vídeo onde defende ainda que é crucial que a luta venha acompanhada dessa dimensão de festa, alegria e transgressão. Esse vídeo foi publicado na tarde do dia 5 quando, em Niterói, os estudantes estavam preparando aquele ato de resistência e transgressão, que transbordou para a rua com alegria e entusiasmo.
Tomara que essa novíssima geração de manifestantes siga ocupando as ruas, com essa alegria compatível com a raiva, com disposição para resistir e para avançar. E, sem esquecer, na vitória, aquela lição da derrota de 2018: “ninguém solta a mão de ninguém”; porque a luta precisa ser coletiva. E porque “é na luta que a gente se encontra” – como diz o samba-enredo da Mangueira campeã de 2019, o primeiro Carnaval sob Bolsonaro. Aliás, aqui no Rio de 2026, o samba também ocupou a rua pela reeleição de Lula, mostrando sua legítima raiz de resistência e transgressão, herança nobre dos africanos escravizados.
De janeiro a outubro deste ano, 50 ônibus já foram sequestrados e usados como barricadas em ruas do Rio, segundo dados do Sindicato dos Rodoviários. De acordo com a categoria, a frequência de casos do tipo tem agravado os problemas de saúde mental entre os rodoviários; o levantamento aponta que, neste ano, 322 motoristas foram afastados com depressão e síndrome do pânico.
O fator psicológico chama a atenção da categoria. Segundo o porta-voz do sindicato, Antônio Bustamante, os atendimentos psicológicos têm aumentado também entre pessoas próximas a condutores de coletivos no Rio.
“Vale lembrar ainda que houve um aumento considerável no número de atendimento psicológico de motoristas e familiares no serviço disponibilizado por nós, que passou de 25 em junho do ano passado para 80 até maio deste ano, e agora já são cerca de 110 atendimentos por mês”, explicou Bustamante.
Para José Maria, presidente do Sindicato dos Rodoviários, é necessário que as forças de segurança intensifiquem o patrulhamento nas vias — sobretudo na Avenida Brasil, já que é por ela que a maioria das linhas circula.
“Os trabalhadores do setor não suportam mais conviver diariamente com ônibus sequestrados, incendiados e até tendo seu itinerário alterado para atender ao tráfico, ou seja, o estado perdeu totalmente o controle sobre o território”, afirma.
De acordo com o Instituto de Segurança Pública (ISP), ao longo do ano passado, o Rio de Janeiro registrou 4.449 assaltos a ônibus, sendo que a maioria ocorreu entre 4h30 e 7h da manhã e 17h e 21h30, principalmente entre Campo Grande e Caju.
A Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico publicou, no Diário Oficial desta terça-feira (27), seu Regimento Interno,. O documento organiza a estrutura administrativa da pasta, estabelece as competências das unidades e as atribuições de gestores e equipes e define mecanismos de governança para aprimorar a gestão pública, integrar políticas e acompanhar resultados.
O regimento estabelece um modelo de gestão voltado à direção estratégica, à governança por resultados e à articulação entre as áreas responsáveis pelas políticas de desenvolvimento econômico do Estado.
A proposta abrange os setores de indústria, comércio e serviços, inovação, energia e economia do mar, além da supervisão das dez entidades vinculadas à secretaria.
As funções de cada setor no Desenvolvimento Econômico
A direção estratégica cabe ao secretário de estado, com a participação do Comitê Interno de Governança Estratégica, responsável por deliberar sobre projetos prioritários, riscos institucionais e integração das políticas públicas. A subsecretaria executiva atua na articulação entre o planejamento estratégico, o orçamento e os recursos necessários à execução das ações, com apoio de indicadores e painéis de acompanhamento.
As três subsecretarias concentram a formulação e a execução das políticas setoriais, com responsabilidades definidas e foco no cumprimento de metas e na avaliação de resultados.
A subsecretaria de Indústria, Comércio e Serviços atua na promoção do desenvolvimento regional, no fortalecimento da competitividade e na atração de investimentos. A de Inovação é responsável por iniciativas voltadas ao fortalecimento do ecossistema de inovação, ao fomento e à ampliação do acesso a mercados. Já a de Energia e Economia do Mar abrange áreas estratégicas como petróleo e gás natural, energia elétrica, transição energética, portos, indústria naval e atividades relacionadas à economia do mar.
A chefia de gabinete também desempenha papel central no modelo de governança. Entre suas atribuições estão assessorar o secretário, coordenar a interlocução institucional com órgãos públicos e entidades externas e contribuir para a coordenação e a avaliação da gestão das subsecretarias e demais unidades administrativas.
Com o apoio da Assessoria de Governança das Entidades Vinculadas, a chefia de gabinete supervisiona a análise das propostas de gestão e o monitoramento das atividades dessas instituições, respeitando suas competências e autonomia administrativa. Também coordena o encaminhamento de processos e demandas, acompanha prazos institucionais e organiza a publicação dos atos oficiais do secretário.
O modelo prevê um ciclo contínuo de planejamento, produção de informações, monitoramento, deliberação e ajustes. Para subsidiar as decisões estratégicas, o Comitê Interno de Governança Estratégica recebe informações sobre a carteira de projetos prioritários, a execução orçamentária, os riscos institucionais e o desempenho das entidades vinculadas. Esses instrumentos permitem acompanhar a implementação das políticas, identificar desafios e orientar a adoção de medidas corretivas.
A estrutura administrativa contempla ainda mecanismos de integridade, controle, gestão de riscos e conformidade legal, que contribuem para a segurança dos processos e a transparência da atuação institucional. Ao organizar as responsabilidades das unidades e os fluxos de informação, o Regimento favorece a articulação entre planejamento, execução e avaliação das políticas públicas.
O cantor Djavan será uma das atrações do palco principal do Réveillon de Copacabana, na Zona Sul do Rio. O cantor chega pela primeira vez à festa da virada carioca com a turnê “Djavanear 50 anos. Só Sucessos”, que celebra suas cinco décadas de carreira.
No repertório, não devem faltar clássicos como “Sina”, “Samurai”, “Oceano” e “Flor de Lis”, que marcaram gerações de fãs.
No Réveillon de 2025, o palco principal recebeu outro gigante da MPB: Gilberto Gil, que embalou o público com grandes sucessos.
Com informações do colunista Ancelmo Gois, do jornal “O Globo”.
Com o adiamento do “Mondial de la Bière”, maior festival de cervejas da América Latina, os cervejeiros do Rio se organizaram para criar um novo festival para o setor na Rua da Carioca. Batizada de “Festejo Carioca da Cerveja”, a festa acontece entre os dias 31 de outubro e 2 de novembro no endereço, que foi “rebatizado” de Rua da Cerveja.
Cervejeiros artesanais estarão reunidos em tendas padronizadas ao longo da rua, somando-se aos bares já estabelecidos na região. Além dos chopes, o público contará com shows ao vivo, gastronomia variada e pequenos produtores de pães, queijos e doces artesanais.
O Mondial de la Bière estava previsto para acontecer entre os dias 29 de outubro e 1º de novembro, no Píer Mauá, mas foi remarcado para o primeiro semestre de 2027.
A Polícia Federal apura, nesta terça-feira (27), se o senador Flávio Bolsonaro (PL) deixou o Brasil pela fronteira com a Argentina. O portal de notícias argentino “Infobae”, um dos principais do país latino, publicou uma reportagem com detalhes sobre um suposto plano de fuga do país do político, que foi derrotado nas urnas no último domingo (25) nas eleições presidenciais.
Aliados do candidato à Presidência negam. A Polícia Federal já informou que o senador não passou por nenhum ponto regular de migração brasileira, mas admite que existe a possibilidade de um cidadão brasileiro passar pela fronteira sem passar por fiscalização.
De acordo com as informações publicadas pelo site argentino, Flávio teria ido à Argentina para decolar, de lá, rumo aos Estados Unidos. A ideia era deixar o país latino a bordo de um jato Gulfstream G400, matrícula LV-JQW, da empresa Baires Fly, a partir de Puerto Iguazú, na Argentina, às 2h da manhã.
O coordenador-geral da campanha de Flávio à Presidência, senador Rogério Marinho (PL-RN), negou a informação à coluna de Igor Gadelha, no Metrópoles. Flávio Bolsonaro ainda não se pronunciou nas redes sobre a informação.
“Eu nunca pensei em sair do país. Eu vou entregar os meus passaportes e vou me defender dessa aberração, que é uma clara tentativa de me intimidar. Mas ninguém vai me calar, porque eu falei várias vezes durante a campanha”, afirmou.
Com informações da coluna de Igor Gadelha, no jornal “Metrópoles”, e da coluna de Lauro Jardim, em “O Globo”.
O Diário Oficial desta terça-feira (27) registrou, mais uma vez, um número de nomeações superior ao de exonerações em cargos comissionados. Nesta rodada foram 31 nomeações e 22 exonerações assinados pelo governador em exercício Ricardo Couto, e pela Casa Civil.
A Secretaria estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos concentrou o maior número de mudanças, com 39 movimentações: 20 nomeações e 19 exonerações. As alterações atingiram tanto a estrutura central da pasta quanto os Núcleos de Assistência ao Cidadão, distribuídos pela Baixada Fluminense e por comunidades da capital.
Entre os cargos preenchidos estão funções de chefia e assessoramento.
Além da pasta de Desenvolvimento Social, também houve nomeações em órgãos e secretarias como a Secretaria de Estado de Trabalho e Renda; Detran-RJ; Inea; Jucerja e Proderj.
Do outro lado, pastas como Planejamento e Gestão do Governo; Cecierj e Faetec registraram apenas baixas pontuais, sem reposição imediata na mesma edição.