O Controversas, principal evento do curso de Jornalismo da Universidade Federal Fluminense (UFF), chega à sua 20ª edição na próxima terça-feira (03). Neste ano, o encontro terá uma missão especial: funcionar como pré-evento do 24º Encontro da Associação Brasileira de Pesquisadores em Jornalismo (SBPJor), um dos principais congressos acadêmicos da área no país.
Com o tema “Jornalismo e transformação: o papel da profissão em contextos de desinformação e crise climática”, o Controversas promoverá mesas de debate com profissionais de destaque do mercado. Entre os nomes confirmados estão Ana Clara Costa, repórter da revista Piauí e do podcast Foro de Teresina, e Renata Tupinambá, jornalista e roteirista, além de outros convidados.
O evento será realizado no campus do Gragoatá, em Niterói, onde também acontecerá o congresso da SBPJor, entre os dias 04 e 06 de novembro.
Duas décadas de debates sobre jornalismo
Criado em 2010 pelo Departamento de Comunicação Social da UFF, o Controversas tem como proposta estimular reflexões críticas sobre temas relevantes para a comunidade acadêmica, o mercado profissional e a sociedade. Ao longo de suas edições, o evento já recebeu nomes como Flávia Oliveira, Consuelo Dieguez, Bernardo Mello Franco, Alex Escobar e Branca Vianna.
Coordenado pela professora e jornalista Larissa Morais, o projeto é organizado por uma equipe formada por estudantes dos cursos de Jornalismo e Publicidade da universidade. As atividades desta edição serão realizadas no auditório do bloco G do campus do Gragoatá.
Debates reúnem jornalistas e pesquisadores
A programação do Controversas começa às 14h, com as boas-vindas aos participantes e a mesa de abertura “Jornalismo para a Transformação Social”. O debate terá como convidada a jornalista e professora aposentada da UFF Sylvia Moretzsohn, atualmente vinculada à Universidade do Minho, em Portugal. Referência nos estudos sobre desinformação, ela vai discutir o papel do jornalismo na transformação da sociedade.
Às 16h, será realizada a mesa “Como enfrentar a mentira em redes digitais”, com a participação de Ana Clara Costa, repórter da revista Piauí e do podcast Foro de Teresina; Magali Cunha, professora da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) e criadora do Coletivo Bereia; e Taís Seibt, jornalista e professora da Universidade do Vale do Rio dos Sinos (Unisinos), além de idealizadora da agência Fiquem Sabendo. O encontro pretende discutir estratégias e desafios para o enfrentamento da desinformação nas plataformas digitais.
A crise climática será o tema da terceira mesa, “Crise climática em pauta”, marcada para as 18h. Participam do debate os jornalistas Alexandre Mansur, da Agência Valor Compartilhado; Renata Tupinambá, da Rádio Yandê; e Agostinho Vieira, do Projeto Colabora. A proposta é refletir sobre a responsabilidade e as possibilidades de atuação do jornalismo diante da emergência climática.
O encerramento será às 19h30, com a mesa “Prata da Casa”, que reunirá cinco jornalistas formados pela UFF e que atualmente trabalham em diferentes veículos de comunicação: Alex Martins (SporTV), Pedro Lima (portal Tempo Real), Cecile Mendonça (portal TechTudo), Isadora Nogueira (Inter TV) e Maria Eduarda Vieira (BandNews FM).
Na sequência, será realizada a cerimônia de entrega do 10º Prêmio Controversas, que reconhece os melhores trabalhos produzidos por estudantes de Jornalismo da universidade.
“É com muito orgulho que a gente realiza mais uma edição deste evento, que já se tornou uma tradição do curso de Jornalismo da UFF e que sempre foi público e gratuito”, afirma a professora Larissa Morais, coordenadora do Controversas.
O evento é gratuito e as inscrições podem ser feitas através do Sympla.
Comentários 9
O monopólio das linhas intermunicipais, cujas tarifas são exorbitantes tem que acabar!
Perguntem ao Paes de quem é o jaé,e a Mobi Rio(BRT) será que ele vai dizer?
Tem de ver as linhas de vans que circulam em Niteroi, sao goncalo e Itaboraí. Sem monitoramento interno. Andam sempre com passageiros dm pé. E fica um rapaz de moto o tempo todo atrás da viatura do detro. E os funcis do detro veem e nada faz. Sem falar dos onibus da rio ita do grupo rio de janeiro. Tem onibus com banco de trocador. Ou seja, estão rodando minimamente a 30 anos. Vamos apurar….
Ninguém nunca fez nada pela baixada fluminense agora apareceu que faz,aí vem os coronéis da baixada e impede de fazer pelo povo,fora castro fora dentro e sua quadrilha,e que venha as eleições Eduardo Paes governador!!!!!
O Estado utilizando critério estritamente político contra o Município, esquecendo com isto, que está prejudicando o povo da baixada. Esse mesmo povo que votou neles nas eleições.
Perguntem ao Paes de quem é o jaé,e a Mobi Rio(BRT) será que ele vai dizer?
Pelo menos o DETRO parou de fiscalizar carro particular em blitz pela cidade.
Isso sim era desvio de função,.o que eles deviam fiscalizar, passava do lado com pneu careca e sem lanterna.
Vergonhoso uma atitude desse desgoverno que só atrasa o povo mais humilde e favorece seus parceiro no crime em outubro dá-lhe eduardo pães
Fato:
1) Eduardo Pães tem ciência que o Detro e responsável pela liberação estadual de linha de ônibus intermunicipais.
2) Mero objetivo político, que se faz desnecessário.
3) Se tivesse realizado os trâmites normais, com certeza teria conseguido e favorecido a população da baixada.
E se não conseguisse, ai sim, poderia fazer o estardalhaço político.