É sempre uma deliciosa surpresa perceber que, quanto mais se pesquisa a história da boemia carioca, mais se descobre o poder o acaso na trajetória de muitos ícones da cidade.
O centro da cidade de uma metrópole com quase 460 anos de idade pode e dever guardar algumas de suas mais importantes relíquias. No Rio não é diferente. Mas tem
Muita gente desavisada jura que ela é portuguesa. Sabem de nada, os inocentes. Tudo bem que a personalidade, o tipo físico, às vezes até o sotaque e, principalmente, a mão
“Onde já se viu vender peixe amazônico numa birosca de frente pra linha do trem, em pleno subúrbio do Rio de Janeiro?” O casal de maranhenses Adriana Veloso, 46, e
O caro leitor sabe disso há muito: a rua Arnaldo Quintela e suas imediações em Botafogo são os bibelôs do momento na gastronomia popular carioca. Mas o leitor sabe também
Se o leitor passa desavisado, ou com pressa, não lhe parecerá nada diferente de qualquer outro botequim de esquina da Zona Norte. Já aí começa o equívoco, pois que ali
últimas notícias