Há um mês no cargo, o novo presidente da Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae), Rafael Rolim, decidiu focar no corte de despesas nesse início de gestão. Ele anunciou uma redução de 25% no orçamento da empresa para contratos de obras e serviços. O corte representa cerca de R$ 500 milhões.
A medida tem o objetivo de conter altas despesas e evitar que a companhia feche o ano de 2027 com saldo negativo, segundo o presidente. A previsão é de que os cortes sejam ampliados no próximo mês e a redução pode chegar a 35%. Rolim estima que a Cedae também economizou cerca de R$ 5 milhões anuais com a dispensa de funcionários terceirizados e cargos comissionados.
Uma terceira investigação avalia um acordo da gestão anterior com a concessionária Águas do Rio, que reduziu em 24,1% o preço da água fornecida pela Cedae. O desconto ocorreu após a empresa privada apontar divergências nos dados técnicos do edital de concessão de 2021. O atual presidente da companhia acredita que não há responsabilidade da Cedae em possíveis erros nas informações do projeto original.
Para complementar as auditorias, a diretoria da Cedae já propôs regras mais rígidas para futuros investimentos. Seguindo determinação do governo estadual, 230 contratos acima de R$ 1 milhão foram enviados para avaliação da Controladoria Geral do Estado (CGE), enquanto outros 150 contratos menores passam por auditoria própria.
As áreas operacional, financeira e de tecnologia são as mais afetadas pelos cortes. Despesas com grandes projetos, como as obras do Novo Guandu, em Nova Iguaçu, não sofrem alterações.
Prejuízo estimado para 2027 era de R$ 387 milhões
Na revisão de gastos, a Cedae identificou, ainda, problemas no balanço financeiro do ano passado. O relatório apontava um lucro de R$ 1,1 bilhão. Por conta de divergências nos dados, o documento será entregue com atraso à Comissão de Valores Mobiliários (CVM) no fim deste mês. Segundo projeções da empresa, se nenhuma ação fosse tomada, os gastos com pessoal e prestadores de serviços poderiam levar a companhia a um prejuízo de R$ 387 milhões em 2027.
A CONCESSAO DA AGUAS DO RIO NECESSITA SER CANCELADA, O MAIS RAPIDO POSSIVEL.
A CONCESSIONARIA DESTROE CALCADAS, GERANDO ESTRAGOS EM TUBULACOES E PROBLEMAS PARA OS CONDOMINIOS, ALEM DE COBRAR VALORES EXORBITANTES DOS CONDOMINIOS EMPRESARIAIS NO CENTRO DA CIDADE.
HOUVE AUMENTO NA CONTA DE LUZ DA LIGHT, GERADO POR MANOBRA REALIZADA POR EDUARDO PAES, PROVAVEL FUTURO GOVERNADOR DO RIO DE JANEIRO.
Com 83.326 votos no total — sendo 39.715 só em Niterói —, Fernanda Neves (PDT), esposa do prefeito de Niterói, Rodrigo Neves (PDT), tornou-se a deputada estadual mais votada da história do município e também a candidata mais votada do partido no Rio.
Ao longo da campanha, Fernanda apresentou propostas voltadas para áreas como segurança pública, educação, proteção às mulheres, primeira infância, cuidado com idosos, inclusão de pessoas com deficiência e famílias atípicas, mobilidade, geração de empregos e desenvolvimento econômico.
Entre as principais bandeiras estão o fortalecimento das políticas de enfrentamento ao feminicídio, a ampliação da rede de proteção às mulheres, a valorização da educação pública, a retomada dos CIEPs, a expansão da rede de cuidados e a defesa de investimentos estruturantes em transporte, segurança e desenvolvimento regional.
“Recebo esses mais de 83 mil votos com muita emoção, gratidão e, principalmente, com um enorme senso de responsabilidade. É uma votação que representa a confiança de milhares de pessoas em Niterói e em todo o estado. Quero retribuir esse carinho com muito trabalho, presença e compromisso com quem mais precisa”, afirmou Fernanda Neves.
O prefeito Rodrigo Neves também celebrou o significado político da votação.
“A Fernanda fez uma campanha propositiva e muito próxima das pessoas. Esse resultado histórico mostra a força do trabalho construído em Niterói ao longo dos últimos anos e, ao mesmo tempo, a capacidade de dialogar com todo o Estado do Rio. É uma votação que nos enche de orgulho e aumenta ainda mais a nossa responsabilidade com o futuro”, afirmou.
Fernanda Neves é niteroiense, pedagoga e professora concursada da rede pública há mais de 30 anos. Entre as experiências associadas à sua atuação estão o Niterói Por Elas, o Escritório de Políticas de Cuidados, o Pacto Niterói Contra a Violência, o Auxílio Social para Mulheres Vítimas de Violência e o Espaço Empreender Mulher. A proposta de levar essas experiências para outras regiões do estado foi um dos eixos da campanha.
Dr. Luizinho (PP) foi o candidato a deputado federal mais votado no estado do Rio, com 213 mil votos, seguido de Rick Azevedo (PSOL), com 191 mil votos. O campeão de votos no Rio é médico e tem uma trajetória política ligada à gestão da Saúde. Dr. Luizinho foi secretário da pasta no estado do Rio em dois períodos. O primeiro, no governo de Luiz Fernando Pezão. Voltou ao cargo no governo de Cláudio Castro. Ele começou sua carreira política em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, onde também ocupou o cargo de titular na Saúde. Dr. Luizinho é presidente do diretório estadual do PP e líder de seu partido no Câmara dos Deputados, em Brasília. Este será seu terceiro mandato consecutivo. Veja aqui os eleitos para a Assembleia Legislativa.
O Rio de Janeiro tem o segundo maior eleitorado do país e ocupa a segunda posição no número de cadeiras na Casa, com 46 deputados federais, atrás apenas de São Paulo, com 70 representantes.
Índia Armelau (PL) chega à nova legislatura como a deputada estadual mais votada do Rio de Janeiro. A parlamentar foi eleita pela primeira vez em 2022 e conquistou a reeleição em 2026, consolidando-se como um dos principais nomes da direita bolsonarista na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).
Com forte presença nas redes sociais, Índia reúne cerca de 914 mil seguidores no Instagram, onde produz conteúdo voltado à defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro e de pautas identificadas com o campo conservador.
Veja os 10 deputados estaduais mais votados no Rio de Janeiro
Índia Armelau (PL) — 248.504
Márcio Canella (União) — 197.178
Renata Souza (PSOL) — 176.871
Dani Balbi (PCdoB) — 169.474
Guilherme Delaroli (PL) — 166.374
Rosenverg Reis (MDB) — 139.866
Elika Takimoto (PT) — 135.271
Anderson Moraes (PL) — 129.325
Costenaro (Novo)— 121.780
Dra. Gabriela (PL) — 96.267
A composição da Alerj é definida pelo sistema proporcional. Além da votação individual dos candidatos, o resultado considera os votos recebidos pelos partidos e federações para a distribuição das cadeiras no Poder Legislativo estadual.
Candidato ao governo do estado do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL) pode ser eleito ainda no primeiro turno caso os 274.411 votos recebidos por Anthony Garotinho (Republicanos) sejam anulados pela Justiça Eleitoral.
A situação pode mudar, no entanto, caso os votos de Garotinho, que estão sub judice, sejam definitivamente retirados da contagem. Nesse cenário, os votos válidos são recalculados e poderia garantir a vitória no primeiro turno para Ruas, que teria 50,88%, contra 44,16% de Paes.
Por que os votos de Garotinho podem ser anulados
O ex-governador Anthony Garotinho teve o registro de candidatura indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ) por conta de uma condenação por improbidade administrativa. A decisão foi contestada pela defesa no TSE, deixando a candidatura sub judice.
Enquanto o recurso não é julgado em definitivo, os 273.109 votos recebidos pelo candidato permanecem na totalização. Caso a Justiça Eleitoral confirme o indeferimento e determine a anulação dos votos, o resultado da eleição poderá ser recalculado — o que abriria a possibilidade de Douglas Ruas superar 50% dos votos válidos e ser eleito já no primeiro turno.
Os eleitores do Rio de Janeiro escolheram os dois candidatos do PL para as duas das três cadeiras do estado no Senado. Carlos Portinho (PL) foi reeleito e Carlos Jordy (PL) vai para seu primeiro mandato com o resultado da apuração das urnas neste domingo (07).
Com 100% dos votos apurados, Portinho recebeu 4.264.932 votos, o equivalente a 26,77% dos votos válidos. Já Jordy foi eleito com 3.912.405 votos, o equivalente a 24,56% dos votos válidos.
Benedita da Silva (PT), que era a principal representante da esquerda na disputa, não conseguiu uma cadeira e teve 20,22% dos votos — 3.220.765 dos válidos.
Além dos senadores eleitos neste domingo, o estado também é representado no Senado por Romário (PSD), que é senador desde 2022. Até o início do ano, ele também era do PL, mas deixou o partido em agosto.
Portinho foi reeleito; ele já ocupava uma cadeira no Senado desde 2020. Carioca, ele começou sua carreira na política como vereador na capital, em 2016, pelo PSD. Dois anos depois, pelo mesmo partido, foi eleito como primeiro suplente para o Senado. Com a morte do titular Arolde de Oliveira em 2020, Portinho assumiu a cadeira. No mesmo ano, se filiou ao PL no Senado e foi líder do Governo Federal nos últimos meses da gestão de Jair Bolsonaro.
Já Carlos Jordy é niteroiense e tem dois mandatos como deputado federal. Sua carreira na política começou como vereador em sua cidade natal. Lá, ele também concorreu a prefeito, em 2024, mas foi derrotado nas urnas por Rodrigo Neves (PDT).
Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes (PSD) estão matematicamente classificados para o segundo turno da eleição para governador do Rio de Janeiro, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Com 100% das urnas apuradas, Ruas soma 49,27% enquanto Paes tem 42,76% dos votos válidos.
Apesar do TSE informar que a eleição já está matematicamente decidida, há ainda dúvida sobre o que acontecerá com os 274.411 votos recebidos por Anthony Garotinho (Republicanos), que estão sub judice.
Até o momento, a disputa pelo Palácio Guanabara será decidida em 25 de outubro.
Douglas Ruas: da Alerj à disputa pelo governo
Douglas Ruas (PL), de 37 anos, chegou à disputa pelo governo como deputado estadual em primeiro mandato e presidente da Assembleia Legislativa (Alerj). Nascido em São Gonçalo, ele é filho do prefeito da cidade, Capitão Nelson (PL), e servidor concursado da Polícia Civil.
Antes de chegar à Alerj, Ruas foi subsecretário de Trabalho de São Gonçalo e ocupou cargos na administração municipal durante a gestão do pai. Em 2022, foi eleito deputado estadual com 175.977 votos, mas não ficou muito tempo no cargo, já que se licenciou do mandato para assumir a secretaria estadual das Cidades, onde permaneceu até março de 2026.
O ‘Rio Real’ contra o ‘Rio das novelas’
A campanha transformou sua cidade de origem, São Gonçalo, em uma das principais marcas de Ruas. Sob o nome “Rio Real”, a coligação do PL apresentou o candidato como uma alternativa à política tradicional a partir da oposição entre o estado “da Região Metropolitana e do interior” e o “Rio das novelas”, de uma Zona Sul supostamente privilegiada pelo ex-prefeito Eduardo Paes.
Além disso, sua juventude e experiência como policial civil também foi incorporada à estratégia para conquistar o eleitorado que, segundo a pesquisa BTG/Nexus divulgada em 30 de setembro, vê a questão da segurança pública como o problema mais urgente do Brasil.
A trajetória de Ruas, porém, trazia uma contradição que virou alvo frequente de Paes: embora fosse apresentado como uma novidade eleitoral, ele havia sido secretário de Cláudio Castro (PL) até poucos meses antes de disputar o governo.
Na campanha, o candidato do PL buscou evitar que essa relação definisse sua candidatura e reforçou a ligação com Flávio Bolsonaro (PL). Ruas passou a se apresentar como o nome escolhido diretamente pelo senador para disputar o governo do estado.
Flávio Bolsonaro (PL) e Douglas Ruas (PL) durante evento em Copacabana – Foto: Divulgação
A estratégia ganhou força na reta final, quando Ruas passou a concentrar boa parte dos votos de eleitores autodeclarados como “bolsonaristas”.
Para tentar vencer Paes, Douglas Ruas construiu a campanha em torno da ideia de renovação e atacou o adversário como representante da “velha política”, nacionalizando a disputa ao explorar a relação entre o ex-prefeito do Rio e o presidente Lula (PT) durante episódios do escândalo da Lava Jato.
Eduardo Paes: da experiência na capital à tentativa de conquistar o estado
Na campanha pelo governo, Eduardo Paes (PSD) fez da experiência à frente da Prefeitura do Rio sua principal credencial. O candidato recorreu sobretudo às intervenções no transporte público para apresentar o que chamou de resultados concretos de gestão, com destaque para a renovação e expansão da frota do BRT — uma pauta capaz de alcançar também moradores da Região Metropolitana que dependem do sistema.
A Linha 3 do metrô, projeto que prevê a ligação entre Niterói, São Gonçalo e Itaboraí, entrou na mesma estratégia.
A troca do chapéu Panamá pelo de vaqueiro
Muito associado à imagem de prefeito carioca, Paes tentou ampliar seu personagem eleitoral para além da capital. O chapéu de vaqueiro, as cavalgadas e as agendas pelo interior passaram a fazer parte da campanha, numa tentativa de se aproximar de um eleitorado que tradicionalmente não está no centro de sua vida política.
Eduardo Paes (PSD) e Benedita da Silva (PT) em Itaguaí durante a campanha eleitoral de 2026 – Foto: Reprodução/Redes sociais
Jane Reis (MDB), integrante de uma das principais famílias políticas de Duque de Caxias, também foi parte dessa estratégia. A escolha da vice ajudou a aproximar a chapa da Baixada e reforçou o esforço de Paes para se apresentar como candidato de todo o estado, e não apenas da cidade do Rio.
O ataque à ‘continuidade’ do governo Cláudio Castro
Paes sustentou, durante a campanha, a narrativa de que seu adversário Douglas Ruas (PL) representava a “continuidade” do grupo político que comandou o estado nos últimos anos. O candidato explorou principalmente a passagem de Ruas pela secretaria estadual das Cidades durante o governo Cláudio Castro (PL) e sua relação política com Rodrigo Bacellar (União) — ex-presidente da Alerj preso por manter uma suposta ligação com o Comando Vermelho.
Na reta final, Eduardo Paes também explorou a investigação sobre irregularidades encontradas na secretaria gerida por Douglas Ruas. Segundo a apuração, empresas contratadas pela pasta para executar obras públicas compravam materiais de uma pedreira da família do deputado Altineu Côrtes (PL), que, por sua vez, contratou uma companhia ligada a Ruas para transportar brita por R$ 1,5 milhão.
A eleição que também foi disputada na Justiça
Com munição de sobra dos dois lados, a disputa entre Eduardo Paes e Douglas Ruas ganhou um segundo campo de batalha: o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ). Ao longo da campanha, as duas coligações recorreram repetidamente à Justiça para tentar tirar do ar propagandas do adversário, conseguir direito de resposta ou impedir a divulgação de conteúdos considerados ofensivos ou falsos.
E a disputa judicial reproduziu justamente as principais narrativas das duas campanhas. Paes tentou associar Ruas a Castro, Bacellar e ao crime organizado, enquanto o candidato do PL buscava atacar a ligação de Paes com Lula e citar episódios da Lava Jato.
A disputa pela Presidência da República vai ser decidida no segundo turno. Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT), que tenta a reeleição, ficaram à frente na corrida presidencial, mas não conseguiram o número de votos necessário para encerrar a eleição neste domingo (04). Com isso, os brasileiros terão que esperar mais até o dia 25 de outubro para saber quem será o presidente da República pelos próximos quatro anos.
Com 99,5% das urnas apuradas às 21h38, Flávio Bolsonaro obteve 55.952.105 votos, o equivalente a 47,13% dos votos válidos. Já Lula alcançou 53.468.261 votos (45,04%).
Flávio tenta escrever novo capítulo do sobrenome Bolsonaro
Senador pelo Rio desde 2019, Flávio Bolsonaro chega ao segundo turno de 2026 em sua primeira disputa pela Presidência da República. Filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro, o chamado “01” iniciou a carreira política em 2003, quando foi eleito o deputado estadual mais jovem do Rio. Permaneceu na Alerj por quatro mandatos consecutivos, até 2018, com atuação voltada principalmente para a área de segurança pública.
Eleito senador em 2018, Flávio manteve a segurança entre as principais pautas de seu mandato e, em 2025, presidiu a Comissão de Segurança Pública do Senado. Em 2026, foi escolhido por Jair Bolsonaro para disputar o Palácio do Planalto, tendo Alfredo Gaspar como candidato a vice na chapa.
Ao longo do período eleitoral, a campanha de Flávio explorou três temas principais: a segurança pública, o preço dos alimentos e a corrupção. A campanha também foi marcada pelos questionamentos em torno do contato entre Flávio e Daniel Vorcaro, do Banco Master, e o pedido de recursos para financiar o filme “Dark Horse”. Segundo o portal Intercept Brasil, o banqueiro teria repassado ao menos R$ 61 milhões para a obra no ano passado e Flávio teria feito contatos cobrando a liberação dos valores restantes do acordo de financiamento, que chegaria a R$ 134 milhões.
O caso, porém, não foi suficiente para fazer a candidatura de Flávio perder força diante de outros candidatos à Presidência e o senador terminou com a maior parte do voos.
Lula parte em busca do quarto mandato
Atual presidente da República, Lula chega ao segundo turno das eleições de 2026 em busca do quarto mandato no Palácio do Planalto. O petista voltou à Presidência em 2023, após ter governado o país por dois mandatos consecutivos, entre 2003 e 2010, e derrotado Jair Bolsonaro na eleição de 2022.
A trajetória política de Lula começou no movimento sindical, como liderança dos metalúrgicos do ABC Paulista. Em 1980, participou da fundação do PT e, quatro anos depois, foi eleito deputado federal. Após três derrotas presidenciais, venceu a eleição de 2002 e assumiu a Presidência em 2003.
Na campanha de 2026, Lula defende propostas como o fim da escala 6×1, a ampliação do Minha Casa, Minha Vida e a manutenção da política de valorização do salário mínimo. Às vésperas da eleição, também editou uma MP que proíbe a exploração, oferta, intermediação e publicidade de apostas de quota fixa, as chamadas bets, medida que provocou reação de clubes de futebol.
Ruas soma 2.359.207 votos e Paes tem 1.912.994. Anthony Garotinho (Republicanos) aparece na terceira posição da parcial, com 157.125 votos — 3,38% do apurado até agora.
Os números ainda representam um estágio inicial da apuração; ao todo, 56,91% urnas foram apuradas. 21.440 seções eleitorais já foram totalizadas.
O senador pelo Rio de Janeiro Flávio Bolsonaro (PL) lidera a corrida pela Presidência da República com 64,81% das urnas apuradas, segundo os dados do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Você pode acompanhar a apuração em TEMPO REAL clicando aqui.
O filho do ex-presidente Jair Bolsonaro está com 37.566.895 votos, o que representa 49,58% do total de votos válidos contabilizados até o momento. Seu principal rival na disputa, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), aparece em segundo lugar, com 32.007.853 votos (42,25%).
A apuração segue em andamento e os números mudarão conforme novas urnas são contabilizadas.
A atriz Giovanna Lancellotti disse ontem que presenciou a morte do eleitor de 62 anos numa seção eleitoral na Barra da Tijuca. Ela, que é casada com o presidente da Liga Independente das Escolas de Samba do Rio (Liesa), Gabriel David, relatou que estava esperando sua vez de votar e ficou desesperada com a cena:
“Foi do meu lado. Foi horrível, o atendimento médico demorou uma hora e meia para chegar”, reclamou ela.
O homem passou mal enquanto esperava para votar. De acordo com informações do Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ), ele recebeu atendimento de uma equipe do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), mas morreu às 12h43. Imagens nas redes sociais mostraram momentos de desespero, com outras pessoas na fila tentando reanimar o homem.
As pessoas ficaram desesperadas tentando reanimar o homem, sem sucesso. Foto: Reprodução
O Corpo de Bombeiros informou que o Quartel da Barra da Tijuca foi acionado às 11h51 para atender uma ocorrência na Rua Rosalina Brand 200, onde fica o Ginásio Experimental Tecnológico (GET) República da Colômbia. A ocorrência acabou ficando com o Samu, que tinha uma equipe mais próxima do local.
No total, foram registradas quatro mortes no Brasil em locais de votação. No município de Cupira, em Pernambuco, outro homem, de 68 anos faleceu. Ele foi identificado como José Roberto da Silva. Já no Tocantins, Maria de Lourdes Costa, de 71 anos, aguardava na fila quando passou mal. Ela chegou a ser encaminhada para uma UPA, mas não resistiu. Em Manaus (AM), Manoel Biel Rabelo, de 75 anos, foi outra vítima fatal. Os indícios é de que ele sofreu um acidente vascular cerebral (AVC).
Comentários 3
E a conta do consumidor, n pararia de crescer ? O disparate é INCOMPREENSÍVEL !!!
A CONCESSAO DA AGUAS DO RIO NECESSITA SER CANCELADA, O MAIS RAPIDO POSSIVEL.
A CONCESSIONARIA DESTROE CALCADAS, GERANDO ESTRAGOS EM TUBULACOES E PROBLEMAS PARA OS CONDOMINIOS, ALEM DE COBRAR VALORES EXORBITANTES DOS CONDOMINIOS EMPRESARIAIS NO CENTRO DA CIDADE.
HOUVE AUMENTO NA CONTA DE LUZ DA LIGHT, GERADO POR MANOBRA REALIZADA POR EDUARDO PAES, PROVAVEL FUTURO GOVERNADOR DO RIO DE JANEIRO.
Um absurdo estamos sem água aqui no jardim Catarina antiga rua 22 e vcs não tomam um providência