O vereador do Rio Paulo Messina (PL) publicou um vídeo nas redes sociais pedindo votos para dois candidatos do arquirrival PSD nas eleições de outubro, indo contra determinação de seu próprio partido.
Messina diz apoiar a candidatura de seu colega de Câmara e líder do governo Márcio Ribeiro (PSD), que disputa uma vaga na Câmara dos Deputados, e a do deputado estadual Guilherme Schleder (PSD), que busca a reeleição.
Messina destaca candidatos como aliados na defesa das famílias atípicas
No vídeo, publicado nos perfiis dos três, o vereador do PL aparece ao lado dos candidatos e destaca uma de suas principais bandeiras: a defesa e cuidado com famílias atípicas.
Paulo Messina destaca a importância do trabalho do Centro Integrado de Atenção às Pessoas com Deficiência (Ciad) como rede de apoio para famílias de pessoas com deficiência e neurodivergentes.
Segundo Messina, pai de dois jovens com autismo, a evolução do Ciad tem a “marca desses dois grandes caras”, em referência a Schleder e Ribeiro. Os três também afirmam que a união em torno da causa das pessoas neurodivergentes é o que faz a diferença.
“Eu fico à vontade para votar e para indicar porque eu sei que eles trabalham”, afirma Messina no vídeo.
Pedido de voto (indireto) também para Paes e Pedro Paulo
Na legenda da publicação, também há pedidos de voto para Eduardo Paes (PSD), candidato ao governo do estado, e Pedro Paulo (PSD), que disputa uma vaga no Senado.
O posicionamento contrasta com as candidaturas apoiadas pelo PL, partido de Messina, que lançou nomes próprios para os principais cargos em disputa nas eleições de outubro. O PL, inclusive, já baixou ordem unida, proibindo seus filiados de fazerem campanha por candidatos de outros partidos.
Nos comentários, o vereador reforçou sua posição e voltou a pedir votos para os dois candidatos do PSD.
“Numa eleição em que eu vejo tanto candidato por aqui no Rio colocando lacinho da nossa causa no material dizendo que luta por nós e NUNCA produziu nada, é obrigação de quem conhece se posicionar. ? Isso sem contar os absurdos que vieram à tona após a posse do governador interino. Pelas nossas famílias. Minha posição”, escreveu.






















































