A distribuição dos recursos para as campanhas eleitorais também está criando tensão no Republicanos no Rio. Danniel Librelon, Carlos Macedo e Tia Ju, todos deputados estaduais ligados à Igreja Universal e candidatos à reeleição, receberam valores muito inferiores aos destinados a algumas apostas da direção partidária.
Tia Ju recebeu R$ 7.862,04 do Fundo Especial de Financiamento de Campanha. Carlos Macedo ficou com R$ 3.931,02; enquanto Librelon, R$ 5 mil, considerando ainda o fundo partidário.
Em contraste, as sem mandato Lisiany Braga e Professora Adriana França receberam R$ 95.248 cada; Dani Martins, R$ 90.413,46; Delegada Tatiana Queiroz, R$ 39.310,20; e Rebeca Pestana, R$ 31.448,16.
Pelo menos até agora, o Republicanos priorizou candidatos sem mandato
Entre os homens da nominata, Clayton Oliveira, sem histórico eleitoral anterior e articulado em dobradinha com o deputado federal Hugo Leal, do PSD de Eduardo Paes, recebeu R$ 50 mil (R$ 39.310,20 do fundo eleitoral e R$ 10.689,80 do partidário). Cleiton Silva levou R$ 39.310,20 do eleitoral..
A diferença chama atenção porque Librelon, em seu segundo mandato e apontado como uma das promessas do partido para ultrapassar os 100 mil votos, recebeu apenas a conta mínima do fundo eleitoral. Carlos Macedo, que tenta o quarto mandato, também. Tia Ju, outra que está em busca do quarto mandato, ficou com R$ 7.862,04.
Os números reforçam entre os parlamentares a percepção de que a direção estadual decidiu priorizar candidaturas sem mandato ou nomes com bases eleitorais geograficamente localizadas.
Ou acha que a Universal, sozinha, é capaz de reeleger seus três parlamentares.
O Republicanos fluminense é presidido por Luis Carlos Gomes, também ligado à igreja.
No PSD, a falta de recursos já provocou uma baixa
No PSD, a falta de recursos está atrapalhando a campanha do candidato a governador, Eduardo Paes — que só recebeu, até agora, R$ 10 milhões, enquanto seu principal adversário, Douglas Ruas, do PL, nada de braçadas com mais de R$ 17 milhões.
Mas é nas nominatas para as eleições proporcionais que a sistuação está mais complicada. Os candidatos a deputado estadual estão à míngua. Entre os federais, há até desistência.
Sem dinheiro, o ex-vereador Eduardo do Blog anunciou, nas redes sociais, a retirada de sua candidatura. Em 2022, pelo Republicanos, ele foi o candidato a deputado federal mais votado de Petrópolis, com 17.347 votos.
“Eu não sou mais candidato a deputado federal. O PSD do estado do Rio de Janeiro decidiu não honrar a palavra dada e, infelizmente, distribuiu de maneira injusta e irresponsável o Fundo Partidário. Enquanto alguns candidatos receberam milhões, nós não recebemos nada. Isso mesmo, zero, nem básico para contador, advogado e material”, disse o agora ex-candidato em vídeo publicado nas redes sociais.
Comments 7
É uma nova taxa, de onde puder querem arrecadar, e não retornam os recursos para o povo carioca, o Brasil têm o taxadd o Rio têm o Edutaxas.
Concordo plenamente com a prefeitura, eles cobram caro para os formandos para tirar fotos fazer filmagens e ainda fecham as vias aonde é direito de todos circularem.
E os assaltos no aterro? Isso não fiscaliza com tanto afinco.
Está horrível mesmo. Deviam proibir de vez, camelôs e sujeira por todo lado nesses eventos de formatura.
Ciclovia ocupada por gente sem noção.
Dentre outros problemas.
Me admira pessoas que estão terminando uma graduação causando tamanho caos.
Moradores de rua que a prefeitura não presta nenhum auxílio, e deixam a população ao Deus dará! Com muita sujeira e abandono total !
É….é isso que a prefeitura tem que se preocupar, com a formatura dos outros.
Parabéns a prefeitura. As formaturas atrapalham a circulação e deixam tudo sujo. Agora falta ordenar a bagunça do som altíssimo das festas e os assaltos a qualquer hora.