O Exército Brasileiro apresentou, nesta quarta-feira (17), o projeto de revitalização do Monumento Nacional aos Mortos da Segunda Guerra Mundial, conhecido como “Monumento aos Pracinhas”, no Aterro do Flamengo.
A apresentação contou com a presença de representantes do governo do estado, da Prefeitura do Rio e da Federação das Indústrias do Rio (Firjan). Além de mostrar detalhes sobre o plano, a reunião teve o objetivo de buscar apoio financeiro para dar continuidade às obras.
O custo total do plano de restauração é estimado em cerca de R$ 58 milhões.
Obras já têm R$ 18 milhões garantidos
Até o momento, a reforma do Monumento aos Pracinhas conta com R$ 18 milhões garantidos — cerca de R$ 14 milhões do BNDES e R$ 4 milhões de aportes do Ministério da Defesa e do Exército. Resta a captação de aproximadamente R$ 40 milhões para a conclusão integral das intervenções.
Uma etapa emergencial de escoramento de trechos com risco de desabamento já foi executada para garantir a segurança da estrutura.
A proposta prevê a recuperação total da estrutura e de elementos históricos do monumento, além da implementação de melhorias para a recepção de visitantes. Por se tratar de um monumento tombado, todas as etapas do projeto seguem rigorosamente as normas de preservação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).
Monumento aos Pracinhas abriga restos mortais de 467 soldados
Inaugurado em 5 de agosto de 1960, o Monumento aos Pracinhas abriga os restos mortais de 468 militares brasileiros. Esses combatentes morreram durante as operações militares do país na Itália durante a Segunda Guerra Mundial. O Brasil entrou no conflito em 1942 após o afundamento de navios mercantes nacionais por forças do Eixo.
A participação do país nas operações militares em solo europeu começou em 1944, com o envio de 25 mil soldados e 73 enfermeiras.
Com informações da TV Globo.

