O mercado de escritórios em Botafogo, na Zona Sul do Rio, está entre os mais concorridos da cidade, segundo pesquisa da consultoria Nekmark. No terceiro trimestre deste ano, a taxa de imóveis comerciais de alto padrão vagos era de 4,4%, a menor entre as regiões mais procuradas do Rio para este tipo de negócio.
O valor do aluguel também mostra a valorização do bairro. Está avaliado em R$ 118,91 por metro quadrado ao mês. Bem maior do que a média do Centro, cujo metro quadrado custa cerca de R$ 77,96, e da Barra da Tijuca, com valor R$ 65,47.
O mercado de escritórios de alto padrão do Rio fechou o terceiro trimestre com alta de 4,3% em relação ao trimestre anterior, a maior do ano. O aluguel pedido médio é de R$ 83,43 por metro quadrado ao mês, considerando imóveis das classes AAA, AA e A. A. Em 12 meses, a valorização chegou a 7,6%. Desde o momento menos valorizado da série histórica, em 2023, os preços acumulam valorização de 13%.
A taxa de vacância ainda atinge 23,5%, mas é o menor nível desde 2014, mesmo com 18 mil metros quadrados de novos espaços sendo ofertados. O aumento está relacionada a projetos de retrofit. Em 12 meses, a vacância caiu 2,3 pontos percentuais.
Ainda segundo a pesquisa, entre os meses de julho e setembro, a absorção líquida somou 17 mil metros quadrados, superando os 15 mil metros quadrados do trimestre anterior. No acumulado do ano, o saldo chegou a 53 mil metros quadrados, o que representa cerca de 90% de todo o volume registrado em 2025.
O Centro foi responsável por 62% da demanda de escritórios de alto padrão no Rio neste ano. Um grande incentivo foi a ocupação de cerca de 5,2 mil metros quadrados pelo Conselho Regional de Enfermagem do Rio de Janeiro (Coren-RJ), no edifício Bolsa do Rio.
Já a Cidade Nova teve demanda de 5,2 mil metros quadrados, com destaques para movimentações envolvendo a SAMM, antiga Mega Telecom, a Vale e o Governo do Estado. No Porto Maravilha, o saldo foi de 2,4 mil metros quadrados, com a chegada do Centro de Pesquisa em Energia Elétrica (Cepel) no AQWA Corporate.
Mas ainda há grande número de espaços desocupados na região. O percentual está em 26,9 no Centro, 27,4 no Porto Maravilha e 39,1 na Cidade Nova. Na Barra da Tijuca, está em 15,4%. A Cidade Nova teve a maior redução trimestral, de 1,7 ponto percentual.
O mercado conta ainda com 131 mil metros quadrados de escritórios de alto padrão sendo construídos. Outros 400 mil metros quadrados ainda se encontram na fase de projeto, sem previsão quando começam as obras.
Nos empreendimentos já sendo construídos, destaque para o Rythme Leblon, no antigo prédio da Oi, com 21 mil metros quadrados, e o Garcia 111, em Ipanema, projeto conduzido pelo Opportunity, com 22,9 mil metros quadrados. No Centro, o retrofit da antiga sede do Banco Boa Vista vai ter 12,5 mil metros quadrados. A previsão de entrega é para 2028.
Com informações do “Diário do Rio”
Comentários 4
Eu acho que as multas desta espécie deveriam ser pagas a população.
Afinal foram as pessoas que consumiram comida imprópria.
Ontem mesmo estava aberto e com tudo funcionando, pães,bolos e todo o buffet de café e um balde grande e cheio de restos de manteiga onde caia do teto uma água mal cheirosa respingando nos alimentos das prateleiras.Se o procon chegou a interditar ,achei muito estranho que a produção continua num estado deplorável de condições sanitárias.
Uma pena a falta de higiene e a falta de consideração com os clientes. A Lamego é uma padaria tradicional em vários bairros . Lamentável a falta de higiene, tudo por lucros, . Na unidade da vinte e oito de setembro. Já presenciei junto aos pães doces moscas sobrevoando. Na ocasião comuniquei a uma funcionária e nada foi feito.
Toda vez que minha irmã compra uma torta de frango lá eu me sinto mal . Dá pra sentir que a padaria não tem o menor cuidado com os alimentos.