O piloto de helicóptero da Polícia Civil Felipe Marques Monteiro, morto após ser baleado na cabeça durante uma operação na Vila Aliança, na Zona Oeste do Rio, poderá dar nome a um logradouro público da cidade. A homenagem foi proposta pelo presidente da Câmara de Vereadores do Rio, Carlo Caiado (PSD).
Integrante da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core), Felipe morreu no último dia 17 de maio após passar 14 meses internado. O policial havia sido atingido por um tiro de fuzil na cabeça durante uma operação policial na Vila Aliança, em Bangu, em março do ano passado.
Segundo Caiado, a proposta busca reconhecer a atuação do piloto, que morreu em decorrência dos ferimentos sofridos durante o trabalho.
“Precisamos honrar a memória daqueles que se doaram e se sacrificaram para proteger a nossa população. Felipe foi brutalmente atingido e lutou muito para sobreviver. Infelizmente veio a falecer. Então essa proposta de homenagem é para deixar eternizado o nome de uma pessoa morta no exercício da sua profissão, que era justamente zelar pela nossa segurança”, afirmou.
Felipe tinha 45 anos e enfrentou mais de um ano de internações, cirurgias e tratamentos de reabilitação antes de morrer. O caso gerou comoção entre agentes da segurança pública e autoridades do estado.

