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    Acompanhado de Paes e dos prefeitos do Rio e de Niterói, Lula chega no ato de Copacabana em cima de picape

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    Apoiadores de Lula fazem ato em Copacabana às vésperas da eleição; presidente deve participar

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    Márcio Canella é alvo de pedido do Ministério Público Eleitoral para que o TSE barre sua candidatura.

    Procuradoria-Geral Eleitoral cita ligação de Márcio Canella com a milícia e pede ao TSE para barrar registro de candidatura

    O Supermercados Zona Sul foi alvo de denúncia após carta enviada aos funcionários às vésperas da eleição

    Justiça proíbe Grupo Zona Sul de enviar mensagens políticas a funcionários e fixa multa de R$ 500 mil por descumprimento

    Sindicato dos Comerciários aciona Justiça do Trabalho contra Zona Sul por suspeita de assédio eleitoral

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    Carro oficial da Alerj ligado a Gustavo Tutuca é flagrado trafegando na faixa exclusiva do BRT na Barra

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    Douglas Ruas participa de carreata em apoio a Flávio Bolsonaro na Zona Oeste do Rio nesta sexta-feira (23). O governador eleito coordena a campanha do candidato no estado e mobilizou deputados e aliados para os atos.

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    Profissionais em protesto na Câmara de Seropédica

    Sindicato da educação de Seropédica vai à Justiça por salários atrasados; categoria também cobra calendário de pagamentos, 13° e retroativos

    O fim de semana do segundo turno das eleições terá calor, aumento da nebulosidade e pancadas de chuva no Rio de Janeiro. O sábado (24) será o dia mais quente, com máxima prevista de 33°C. No domingo (25), quando os eleitores vão às urnas, a chuva ganha força e as temperaturas começam a cair. No sábado, a previsão é de sol e aumento de nuvens pela manhã, com pancadas de chuva durante a tarde e à noite. A temperatura deve variar entre 21°C e 33°C, com 66% de chance de chuva. No domingo (25), a previsão é de muitas nuvens, chuva e trovoadas. O Climatempo prevê mínima de 21°C e máxima de 27°C, com 94% de chance de chuva. A previsão indica chuva a partir do fim da manhã, com tarde e noite chuvosas. A previsão do Sistema Alerta Rio, da Prefeitura do Rio, também aponta pancadas de chuva acompanhadas de raios a qualquer momento no domingo, além de declínio das temperaturas. Os ventos podem variar de moderados a pontualmente fortes. Na segunda-feira (26), a instabilidade permanece. A previsão é de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com mínima de 20°C e máxima de 25°C. Os ventos sopram de sul a sudoeste, com intensidade fraca a moderada e possibilidade de rajadas.

    Fim de semana do segundo turno terá chuva e trovoadas no Rio; veja a previsão

    O Supermercados Zona Sul foi alvo de denúncia após carta enviada aos funcionários às vésperas da eleição

    Ministério Público do Trabalho vai investigar Supermercados Zona Sul por carta a funcionários às vésperas da eleição

    O prédio do hotel cinco estrelas em Copacabana agora pertence ao BTG Pactual. Foto: Reprodução

    BTG Pactual compra prédios do Marriott, em Copacabana, e de outros dois hotéis na Barra da Tijuca

    Estádio Caio Martins, em Icaraí, Niterói

    Prefeitura de Niterói inicia obras de reservatório no Caio Martins para combater alagamentos em Icaraí

    Andar de caiaque foi uma das atividades que as freiras curtiram durante sua temporada de descanso em Búzios

    Búzios vira destino ‘abençoado’ com visitas de freiras, que remaram caiaque e até se arriscaram no surfe

    Homem preso e assalto de arqueóloga

    Polícia prende suposto olheiro de quadrilha envolvida em assalto que terminou com arqueóloga baleada no Leblon

    Prefeitura de Belford Roxo

    Produtores culturais dizem que Prefeitura de Belford Roxo ‘sumiu’ com verba; secretaria afirma que R$ 3,1 milhões estão em conta

    Lagoa Rodrigo de Freitas

    Último terreno livre no entorno da Lagoa será ocupado por novo residencial estimado em R$ 50 milhões

  • Transparência
    A Fundação Getulio Vargas (FGV) tem mais dois procedimentos administrativos de contratação direta (por inexigibilidade de licitação) da Secretaria Estadual de Educação

    Governo do estado tem mais dois processos de contratação da FGV que somam R$ 40,1 milhões sem licitação; Alan Lopes questiona justificativas

    A Fundação Getulio Vargas (FGV) assinou um novo contrato, e não renovação, com a Secretaria de Estado de Educação

    Governo do estado chama de renovação, mas seus próprios documentos desmentem: acordo de R$ 97,7 milhões com a FGV é um contrato novo

    Eduardo Chow de Martino Tostes: o presidente da Faetec pede exoneração no mesmo dia em que a fundação volta para Quintino

    No mesmo dia em que a Faetec volta a Quintino, presidente da fundação pede para sair do governo Ricardo Couto; ele ficou menos de três meses no cargo

    Contrato com a FGV assinado no fim do governo Couto — com mais de 70% a serem pagos pelo próximo governante, Douglas Ruas, foi contestado pela PGE

    Procuradoria do Estado pôs em xeque garantias financeiras para o contrato de R$ 97,7 milhões da Educação com a FGV

    Os nomes indicados pelo governador eleito Douglas Ruas (PL) foram publicados no Diário Oficial

    Transição em marcha: Casa Civil oficializa o time indicado pelo governador eleito Douglas Ruas

    TCE-RJ barrou o esquema de resgate antecipado de cotas do Fundo de Privatização do Estado que já levou mais de R$ 80 milhões do Fundo de Privatização

    Diante do alerta do deputado Luiz Paulo, TCE-RJ proíbe resgates que já drenaram R$ 81 milhões do Fundo de Privatização e manda notificar Cláudio Castro

    O Aeroporto do Galeão continua sendo uma saída para servidores estaduais, apesar da política de contenção de gastos

    Guanabara Tour: Casa Civil questiona, mas liberta diárias de 550 euros para comitiva de dois integrantes da cúpula da Defesa Civil em Israel

    Cedae, envolvida em escândalos que somam mais de R$ 600 milhões, manda uma servidora aprimorar seus conhecimentos em Investigação Corporativa

    Agora, vai! Cedae tem R$ 620 milhões sob suspeita e manda uma servidora aprender a investigar

    O Detran-RJ já é, de longe, o campeão das sindicâncias do governo do estado

    Campeão de sindicâncias no governo do estado, Detran coloca mais 19 casos na conta

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    Sistema Imunana-Laranjal, responsável pelo abastecimento de água de Niterói, São Gonçalo e Itaboraí

    Abastecimento de água em Niterói será interrompido na terça-feira (27); veja quando volta

    Sistema Guandu

    Reparo da Cedae no Sistema Guandu atrasa e abastecimento de água pode ser afetado no Rio, na Baixada e em Seropédica

    Cedae

    Cedae realiza reparo de emergência no Sistema Guandu nesta quinta (22); clientes no Rio e na Baixada podem ser afetados

    Aviso no site do SEI-RJ

    SEI-RJ fora do ar: acesso ao sistema eletrônico de informações do estado do Rio é suspenso após alerta de segurança

    Dragagem das lagoas da Barra e Jacarepaguá ganha nova etapa no Canal da Joatinga

    Nova fase de ação da Iguá nas lagoas da Barra e de Jacarepaguá foca em dragagem do Canal da Joatinga

    A plataforma vai abrigar os serviços de emissão e renovação de Carteira de Identidade Nacional do Detran-RJ

    Detran vai passar emissão e renovação de carteira de identidade para a plataforma Gov.br

    Baia D no Terminal Alvorada

    Linhas de ônibus que vêm da Baixada para a Barra vão mudar de ponto no Terminal Alvorada

    Detran-RJ oferece emissão de identidade sem agendamento para estudantes que farão Enem e concursos; atendimento será feito até 16 de outubro

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    Transportes serão gratuitos nas eleições; barcas e metrô

    Eleições 2026: metrô terá trens extra e barcas vão operar até 0h no dia da votação; saiba como vão funcionar transportes no domingo (04)

  • Cultura
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    Instituto Burle Marx vai ‘se mudar’ de Laranjeiras para Petrópolis; BNDES anuncia doação de R$ 10 milhões para preservar acervo

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    Exu se torna herói de anime em projeto de dirigente de casas de Umbanda em São Gonçalo e Grajaú

    Baile Charme

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    Idriss Boudrioua homenageia Johnny Alf com show gratuito no Centro do Rio nesta sexta (16)

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    Museu Nacional dos Povos Indígenas, em Botafogo, na Zona Sul do Rio, firma parceria com a Fundação Casa de Rui Barbosa para o acondicionamento temporário do acervo da Biblioteca Marechal Rondon — Foto: Divulgação

    Fundação Casa de Rui Barbosa firma parceria com Museu Nacional dos Povos Indígenas

    Da comunidade de pescadores ao Theatro Municipal de Niterói: espetáculo que resgata história e cultura caiçara chega aos palcos neste fim de semana 

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    Flora Cruz faz homenagem a Arlindo Cruz no “Para Declarar Minha Saudade” no Casarão do Firmino neste domingo (11)

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    Teatro de graça na Gávea e feira literária no Beco das Sardinhas

    Bora lá: fim de semana tem feira para crianças na Lagoa, literatura no Beco das Sardinhas e teatro gratuito na Gávea

  • Opinião
    Flávio Bolsonaro participa de ato de campanha na reta final da eleição; religião ganhou espaço na disputa nos últimos dias

    A fé de Flávio

    Lula durante ato de campanha. A uma semana da eleição, o presidente colocou no centro do debate um tema que mistura futebol, economia e política: a proibição das bets.

    A aposta de Lula

    Há quem enxergue a crise recente no Supremo Tribunal Federal como um acidente. Um choque de egos. Uma divergência jurídica que saiu do controle. Talvez seja. Mas existe outra hipótese que merece atenção. E se nada disso tiver sido improvisado? André Mendonça não é um novato. Não chegou ontem ao Supremo. Conhece os ritos, conhece os colegas, conhece os limites e, principalmente, conhece as consequências de cada movimento dentro de uma Corte que vive sob tensão permanente. Por isso chama atenção o momento escolhido para determinados gestos e manifestações. Não apenas pelo conteúdo, mas pelo contexto. A data. O ambiente político. O início da gestão de Edson Fachin na presidência do tribunal. Tudo isso compõe um cenário que dificilmente pode ser tratado como coincidência. Fachin assume uma Corte fragmentada. Herdou um tribunal marcado por disputas internas, vazamentos, divergências públicas e uma exposição cada vez maior de suas próprias contradições. Não é segredo para ninguém que o Supremo atravessa uma crise de imagem.

    Quem ganha quando o STF perde?

    sede do Tribunal Superior Eleitoral (TSE)

    Robôs no palanque: as novas regras do TSE para a IA nas eleições

    Entre flores e velas: enquanto homenagens se multiplicam no 8 de março, a violência contra a mulher continua sendo uma realidade no Brasil.

    Entre flores e velas: o Brasil das mulheres  

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Rio

21/10/25 12:24
  • Redação Redação

MPF cobra medidas para mapear cemitérios clandestinos na Região Metropolitana

MPF cobra medidas para mapear cemitérios clandestinos na Região Metropolitana

A Polícia Civil descobriu, nesta terça-feira (21), um cemitério clandestino ligado ao Comando Vermelho no Morro do Jordão – Foto: Divulgação

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O Ministério Público Federal (MPF) cobrou do Estado brasileiro a adoção de medidas urgentes para mapear cemitérios clandestinos na Região Metropolitana do Rio. O pedido foi assinado pelo procurador regional dos Direitos do Cidadão adjunto, Júlio Araújo.

Entre as medidas, o MPF recomendou que, em até 30 dias, os ministérios da Justiça e de Direitos Humanos criem um grupo de trabalho interinstitucional para coordenar o mapeamento de valas e cemitérios clandestinos, com conclusão prevista em até 180 dias.

Cemitério clandestino encontrado na Zona Sudoeste

A iniciativa ocorre após uma operação da Polícia Civil, nesta terça-feira (21), que descobriu um cemitério clandestino ligado ao Comando Vermelho no Morro do Jordão, no Tanque, Zona Sudoeste do Rio. No local, os agentes encontraram um poço com cerca de 30 metros de profundidade, onde, segundo as investigações, pelo menos cinco rivais do tráfico teriam sido jogados.

Na recomendação, o MPF destacou que a medida é essencial para combater o desaparecimento forçado e garantir o cumprimento de obrigações internacionais de direitos humanos. O documento também foi encaminhado, para ciência, à Comissão de Mortos e Desaparecidos.

Sentença internacional no caso Mães de Acari

O pedido, segundo o órgão federal, também busca cumprir a sentença do caso Mães de Acari, em que a Corte Interamericana de Direitos Humanos (Corte IDH) condenou o Brasil pelo desaparecimento de onze jovens negros, em 1990, na Favela de Acari, e pela negligência do Estado nas investigações e responsabilizações.

“Esse trabalho é indispensável para que as famílias das vítimas acessem a verdade sobre o destino de seus entes queridos, exijam justiça, preservem a memória, obtenham reparação pelos danos sofridos e contribuam para medidas preventivas que impeçam a repetição desses crimes”, destaca o procurador Julio Araujo.

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Sindicato da educação de Seropédica vai à Justiça por salários atrasados; categoria também cobra calendário de pagamentos, 13° e retroativos

Foto de Lívia Mendonça
Lívia Mendonça

24/10/2026 13:00

Profissionais da rede municipal de educação de Seropédica estão com salários e benefícios atrasados e sem previsão de pagamento. De acordo com a categoria, a situação se agravou nos últimos meses e levou o sindicato a se mobilizar para cobrar explicações da prefeitura e levar o caso à Justiça.

Em setembro, a preocupação dos trabalhadores aumentou por conta da falta de um calendário regular de pagamentos. Segundo o Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação (Sepe), as pendências comprometem o planejamento financeiro dos servidores, que dependem dos salários para arcar com despesas básicas, como alimentação e moradia.

“O Sepe Seropédica/Paracambi vem cobrando formalmente do Poder Executivo a regularização dos pagamentos e a apresentação de um calendário que assegure previsibilidade aos servidores”, afirmou Andrea Garcia, coordenadora-geral do sindicato.

Categoria se mobilizou em ato em frente a Câmara de Seropédica

Em setembro, os profissionais decidiram, em Assembleia Geral Extraordinária, por manter estado de greve. No último dia 29 de setembro, a categoria realizou um ato público em frente à prefeitura, seguido de uma caminhada até a Câmara de Seropédica.

Recentemente, a categoria optou por não manter o estado de greve, segundo o sindicato, mas segue acompanhando a situação.

Três tipos de pendências salariais

De acordo com a diretoria do Sepe, as cobranças envolvem diferentes obrigações financeiras da prefeitura, que vão além dos salários mensais.

Entre elas estão parcelas atrasadas de retroativos do quinquênio e de valores referentes ao reajuste salarial e os próprios vencimentos dos servidores.

No caso do quinquênio, parte dos profissionais da educação tem valores retroativos a receber, cujo pagamento foi dividido em parcelas mensais. Segundo o sindicato, no dia 20 de outubro serão completados cinco meses de atraso, com a quinta parcela ainda pendente.

Já os retroativos do reajuste salarial atingem toda a categoria da educação. Uma parcela referente a setembro de 2026 está em atraso. Os valores são decorrentes do reajuste concedido no ano passado, cujo pagamento foi dividido em dez parcelas.

Além dessas pendências, os profissionais relatam atrasos e incertezas sobre as datas de pagamento dos vencimentos. A situação motivou cobranças administrativas, mobilizações e uma ação judicial movida pelo sindicato.

“É fundamental distinguir essas situações, porque não estamos tratando apenas de um atraso pontual de salário, mas de um conjunto de obrigações remuneratórias que a administração municipal precisa regularizar. Nossa reivindicação é que a prefeitura quite os valores devidos, apresente um calendário oficial de pagamentos e assegure o cumprimento regular de todas as obrigações salariais dos profissionais da educação”, afirmou a coordenadora-geral Andrea Garcia.

Sindicato recorreu à Justiça

No último dia 09 de outubro, diante da falta de uma solução administrativa, o Sepe ajuizou uma ação civil pública na 2ª Vara da Comarca de Seropédica. O sindicato pediu uma tutela de urgência para que a prefeitura fosse obrigada a pagar os salários atrasados em até 24 horas. O pedido foi negado pela Justiça.

Segundo a direção do Sepe, no entanto, a ação continua sendo um instrumento para defender os direitos dos trabalhadores.

O sindicato também cobra a apresentação de um calendário regular de salários e a definição de um cronograma para o pagamento do décimo-terceiro.

“É importante destacar que nossa reivindicação não se limita ao pagamento dos valores atrasados. Exigimos também a garantia de um calendário regular de salários, a definição do cronograma do décimo terceiro salário e a quitação das parcelas pendentes dos retroativos do quinquênio. Os trabalhadores da educação continuam desempenhando suas funções e garantindo o atendimento à população, mesmo diante da insegurança financeira provocada pelos atrasos. O pagamento pontual du os salários é um direito dos servidores e uma obrigação da administração pública, não podendo ser tratado como uma concessão do governo”, disse a direção do sindicato.

Sepe cobra explicações da prefeitura

O sindicato afirma ainda que vem solicitando formalmente à Prefeitura de Seropédica esclarecimentos sobre as razões dos atrasos, a situação financeira do município e o calendário de pagamentos.

Segundo a diretoria da entidade, até o momento, não foram apresentadas informações oficiais suficientes para estabelecer uma justificativa conclusiva para o descumprimento dos prazos.

Procurada pela reportagem, a prefeitura não retornou o contato até a publicação desta matéria.

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Política

Acompanhado de Paes e dos prefeitos do Rio e de Niterói, Lula chega no ato de Copacabana em cima de picape

Foto de João Pedro Lima
João Pedro Lima

24/10/2026 11:53

O presidente e candidato à reeleição Luiz Inácio Lula da Silva (PT) chegou ao ato que reúne eleitores na orla de Copacabana, na Zona Sul do Rio, acompanhado de figuras políticas do estado fluminense.

Em pé na traseira de uma picape, que avançou em meio à multidão até o carro alegórico, o presidente estava acompanhado do prefeito do Rio, Eduardo Cavaliere (PSD), do prefeito de Niterói, Rodrigo Neves (PDT), e do ex-prefeito Eduardo Paes (PSD), que concorreu ao governo do estado nestas eleições, sem sucesso.

Além deles, também estavam com Lula a deputada federal Benedita da Silva (PT), que concorreu ao Senado pelo estado e saiu derrotada, e a primeira-dama Janja.

Encerramento de campanha no Rio

O ato, organizado sob o lema “Brasil Pronto pra Mais”, marca o encerramento da campanha presidencial de Lula na cidade, na véspera do segundo turno das eleições, neste domingo (25). A concentração começou por volta das 9h, na altura do Posto 5, e a caminhada pela Avenida Atlântica estava prevista para as 10h.

A manifestação reúne parlamentares, lideranças políticas, representantes de movimentos sociais e sindicatos, além de artistas. A orla de Copacabana ficou lotada de apoiadores do presidente durante a manhã.

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Política

Apoiadores de Lula fazem ato em Copacabana às vésperas da eleição; presidente deve participar

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João Pedro Lima

24/10/2026 11:15

Apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), candidato à reeleição, lotam a orla de Copacabana, na Zona Sul do Rio, na manhã deste sábado (24), em um ato que marca o encerramento da campanha presidencial na cidade.

A concentração começou por volta das 9h, na altura do Posto 5, com caminhada pela Avenida Atlântica a partir das 10h. Segundo os organizadores, Lula deve participar do ato.

Organizado sob o lema “Brasil Pronto pra Mais”, o evento reúne parlamentares, lideranças políticas, representantes de movimentos sociais e sindicatos, além de artistas.

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Trânsito e interdições

A CET-Rio montou uma operação especial de trânsito para o ato. As interdições na Avenida Atlântica e nas ruas de acesso à orla começaram às 19h30 de sexta-feira (23) e foram ampliadas a partir das 6h deste sábado. A previsão é que os bloqueios permaneçam até as 18h.

Entre os trechos interditados estão as duas pistas da Avenida Atlântica, entre a Rua Francisco Otaviano e a Rua Francisco Sá, além de vias como as ruas Joaquim Nabuco, Júlio de Castilhos e Francisco Sá.

A CET-Rio recomendou que os motoristas planejassem seus deslocamentos com antecedência e dessem preferência ao transporte público.

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Política

Procuradoria-Geral Eleitoral cita ligação de Márcio Canella com a milícia e pede ao TSE para barrar registro de candidatura

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Redação

24/10/2026 10:46

A Procuradoria-Geral Eleitoral pediu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) que negue o registro de Márcio Canella (União Brasil) como deputado estadual do Rio de Janeiro. O Ministério Público destaca que o parlamentar, o mais votado do estado nas eleições deste ano, nomeou lideranças da milícia para o primeiro escalão da Prefeitura de Belford Roxo e atualmente é investigado por integrar uma organização criminosa armada. 

Em parecer assinado nesta sexta-feira (23), o vice-procurador-geral eleitoral, Alexandre Espinosa Bravo Barbosa, afirmou haver elementos que, segundo o Ministério Público, demonstram a presença de lideranças milicianas na administração pública por meio de Canella, além de apoio eleitoral dessas lideranças à campanha do deputado eleito e de sua atuação como articulador de uma organização criminosa armada.

O parecer também destaca que a Constituição não permite que partidos políticos utilizem organizações paramilitares e que o TSE já adotou entendimento para impedir a participação de integrantes de organizações criminosas no processo eleitoral.

Espinosa pediu que o TSE aceite recurso contra a decisão que havia deferido o registro da candidatura de Canella. Entre os pontos destacados está a prisão do deputado eleito no último dia 15, após a eleição, durante a Operação Unha e Carne. Segundo o Ministério Público, as provas reunidas apontam para uma “estreita vinculação” de Canella com milícias da Baixada Fluminense.

Ainda segundo o parecer, quando era deputado estadual, Canella nomeou para seu gabinete a mulher de um líder miliciano. Mais tarde, durante sua gestão como prefeito de Belford Roxo, nomeou pelo menos duas lideranças milicianas para cargos de secretário. Os dois chegaram a tentar disputar as eleições de 2024, mas tiveram as candidaturas barradas pela Justiça Eleitoral por envolvimento com organizações criminosas.

O Ministério Público também afirma que Canella é investigado por integrar uma organização criminosa armada voltada para o domínio ilícito do setor de combustíveis no Rio de Janeiro. De acordo com o parecer, a investigação atribui ao deputado eleito o papel de articulador político do grupo, incluindo atuação na indicação de cargos de cúpula da segurança pública e indícios de recebimento de dinheiro em espécie proveniente do esquema.

Com informações de O Globo 

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Política

Justiça proíbe Grupo Zona Sul de enviar mensagens políticas a funcionários e fixa multa de R$ 500 mil por descumprimento

Foto de João Pedro Lima
João Pedro Lima

24/10/2026 10:30

A Justiça do Trabalho proibiu o Grupo Zona Sul de enviar comunicados de cunho político aos funcionários que indiquem, direta ou indiretamente, as preferências eleitorais da empresa ou de seus integrantes.

A decisão liminar foi concedida nesta sexta-feira (23) pela juíza Cláudia de Abreu Lima Pisco, após ação civil coletiva movida pelo Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro. Em caso de descumprimento, a rede poderá ser multada em R$ 500 mil por dia.

Carta dirigida aos funcionários sobre ‘esgotamento de ciclo’

A ação foi ajuizada depois que a rede de supermercados distribuiu aos empregados uma carta assinada pelo presidente da empresa, com críticas ao cenário político e institucional brasileiro e um apelo por “necessidade de mudança” no país às vésperas do segundo turno das eleições presidenciais.

Na decisão, a magistrada considerou que a manifestação institucional transmite, de forma velada, uma orientação política aos trabalhadores. Ela ressaltou que a relação de dependência econômica entre empregados e empregadores pode gerar medo de retaliações e comprometer a liberdade de escolha nas urnas.

Zona Sul deverá enviar nova mensagem aos funcionários comunicando que o voto é livre

Além de proibir novos comunicados com esse teor, a Justiça determinou que o Grupo Zona Sul envie uma nova mensagem aos funcionários até as 23h59 deste sábado (24), pelos mesmos canais utilizados anteriormente.

O comunicado deverá esclarecer que o voto é livre e secreto e que nenhum empregado é obrigado a revelar sua preferência política.

A empresa também deverá afixar a mensagem em locais de grande circulação de funcionários em todos os estabelecimentos situados na área de representação do sindicato, que abrange os municípios do Rio de Janeiro, Miguel Pereira e Paty do Alferes.

Sindicato fala em proteção à liberdade de voto

Para o presidente do Sindicato dos Comerciários, Marcio Ayer, a decisão reforça o direito dos trabalhadores de fazer suas escolhas políticas sem sofrer pressões no ambiente profissional.

“Essa é uma vitória histórica dos comerciários e da liberdade de voto. Nenhum trabalhador pode ser constrangido ou pressionado a votar de acordo com a preferência política de seu patrão. O emprego não pode ser usado como instrumento de intimidação eleitoral. O voto é livre, secreto e pertence exclusivamente ao cidadão. O sindicato estará sempre vigilante para impedir qualquer tentativa de interferência das empresas nas escolhas políticas dos trabalhadores”, afirmou.

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Cultura

Bora lá: samba da apuração no Centro e Dia do Artista da Baixada marcam o fim de semana de segundo turno

Foto de Felipe Galeno
Felipe Galeno

24/10/2026 10:00

Além de ir às urnas votar no segundo turno das eleições presidenciais, a programação do fim de semana no Rio também tem os últimos dias da exposição com obras de Vik Muniz no Museu Nacional e as celebrações do Dia do Artista da Baixada. No domingo (25), tem roda de samba no Centro para acompanhar a apuração dos votos. É atração para todos os gostos; bora lá!

Samba do Passeio se torna Samba da Apuração no segundo turno

A boa do domingo (25) é procurar sua zona eleitoral e votar. Depois, no entanto, ainda dá tempo de aproveitar um samba enquanto acompanha a contagem dos votos. A partir das 12h, o Samba do Passeio realiza uma edição especial e se transforma em Samba da Apuração.

A programação no tradicional Passeio Público inclui, além do samba de raiz e de DJ nos intervalos, um telão com uma transmissão ao vivo da apuração. O evento conta, ainda, com feira gastronômica, barracas de artesanato, moda e acessórios, além de uma área kids. A entrada é gratuita e o Passeio Público fica na Rua do Passeio, na região central da cidade.

Samba do Passeio acontece no Passeio Público, no Centro — Foto: Divulgação
Samba do Passeio acontece no Passeio Público, no Centro — Foto: Divulgação

Últimos dias para conferir as mostras gratuitas no Museu Nacional

Este domingo (25) é a última oportunidade para visitar as exposições temporárias “Bastidores da Ciência” e “Rescaldo das Memórias” na Quinta da Boa Vista, ambas com entrada franca. A segunda mostra mergulha no processo de reconstrução do Museu Nacional e apresenta uma obra do renomado artista Vik Muniz, criada a partir de cinzas e fragmentos resgatados do incêndio de 2018 — e instalada na própria sala onde o fogo começou.

Já “Bastidores da Ciência” revela o trabalho minucioso de restauração, paleoarte e taxidermia da instituição. A visitação acontece tanto no sábado como no domingo, das 10h às 16h, com última entrada às 15h30. Os ingressos gratuitos devem ser retirados antecipadamente pela plataforma Sympla.

Obra de Vik Muniz resgata memória do Museu Nacional — Foto: Divulgação
Obra de Vik Muniz resgata memória do Museu Nacional — Foto: Divulgação

Dia do Artista da Baixada tem programação cultural em Nova Iguaçu

Na Baixada, este sábado (24) começa com uma celebração especial: é Dia do Artista da Baixada Fluminense. A partir das 9h, o Patronato São Vicente, no Centro de Nova Iguaçu, recebe uma programação gratuita com café comunitário, apresentação do monólogo “Enquanto Eles me Matam, Eu Pari o Mundo”, e uma homenagem ao ator e produtor Luiz Valentim. O evento encerra com a exibição do documentário de ficção “Memória: História é Filme, Não é Foto”, dirigido por Emanuel Sant. A entrada é gratuita e o espaço fica na Av. Governador Portela, n 382, no Centro.

Programação inclui homenagem ao ator e diretor Luiz Valentim — Foto: Reprodução
Programação inclui homenagem ao ator e diretor Luiz Valentim — Foto: Reprodução

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Política

Sindicato dos Comerciários aciona Justiça do Trabalho contra Zona Sul por suspeita de assédio eleitoral

Foto de João Pedro Lima
João Pedro Lima

24/10/2026 09:39

O Sindicato dos Comerciários do Rio de Janeiro acionou a Justiça do Trabalho contra o Grupo Zona Sul após receber denúncias de possível assédio eleitoral na rede de supermercados.

A medida foi tomada após a circulação de uma carta assinada pelo presidente da empresa e distribuída aos funcionários às vésperas das eleições, com mensagens sobre “voto consciente” e “necessidade de mudança” no país.

O documento não menciona nominalmente candidatos ou partidos, mas afirma que o Brasil vive um “esgotamento ético, moral e de modelo” e defende uma mudança de postura e de prioridades.

Ministério Público do Trabalho apura as denúncias

O caso também está sob investigação do Ministério Público do Trabalho no Rio de Janeiro (MPT-RJ), que registrou uma Notícia de Fato para apurar se houve irregularidades trabalhistas na conduta da empresa.

A denúncia foi divulgada na sexta-feira (23) pelo vereador e deputado federal eleito Rick Azevedo (PSOL), que classificou a mensagem como assédio eleitoral e cobrou providências do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Sindicato aponta possível constrangimento aos funcionários

Segundo o Sindicato dos Comerciários, a ação judicial busca garantir o livre exercício democrático dos trabalhadores e impedir que o ambiente profissional seja utilizado para influenciar suas escolhas políticas.

Para o presidente da entidade, Márcio Ayer, a distribuição da carta representa uma possível extrapolação dos limites do poder diretivo da empresa. Ele afirma que a autoridade dos empregadores deve se restringir à organização das atividades profissionais, sem impor posicionamentos ideológicos aos funcionários.

“Os limites do poder diretivo empresarial servem estritamente para gerenciar e organizar a atividade econômica da marca, jamais dando aval para constranger trabalhadores, impor posicionamentos ideológicos ou transformar as dependências das lojas em comitês eleitorais particulares. Isso é ilegal, proibido”, declarou Ayer.

Embora não cite candidatos diretamente, a mensagem foi interpretada pelo sindicato como uma tentativa de direcionar as escolhas políticas dos empregados. A entidade pede a aplicação de penalidades e a adoção de medidas corretivas contra o grupo.

Procurada pelo TEMPO REAL na noite de sexta (23), a assessoria do Grupo Zona Sul ainda não apresentou um posicionamento.

Sindicato orienta trabalhadores a denunciar pressões

Em nota, o Sindicato dos Comerciários reforçou que o voto é secreto e que nenhum trabalhador deve ser submetido a pressões ou ameaças patronais por suas escolhas políticas.

A entidade orienta os funcionários que tenham sofrido ou presenciado abordagens abusivas relacionadas às eleições a registrar denúncias de forma anônima pelos canais oficiais do sindicato ou diretamente no portal do Ministério Público do Trabalho.

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Política

A ‘Coluna Siri’: vereador do PSOL cruza a Zona Oeste, reduto bolsonarista, em campanha pela reeleição de Lula

Foto de Gabriele Maia
Gabriele Maia

24/10/2026 09:00

William Siri (PSOL) pode não ter vencido a eleição para o governo do estado do Rio, mas, desde o início do segundo turno, tem feito tudo que pode para garantir o “tetra” do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). E sua principal estratégia é levar a campanha para regiões onde Flávio Bolsonaro (PL) teve desempenho expressivo no primeiro turno, como a Zona Oeste da capital e a Baixada Fluminense, em vez de concentrar a mobilização nos tradicionais redutos da esquerda carioca.

Em entrevista ao TEMPO REAL, Siri explicou que, embora locais turísticos e que costumam reunir grandes multidões em atos, como a praia de Copacabana e a Cinelândia, no Centro do Rio, sejam importantes para demonstrar a força do movimento progressista, sua prioridade é outra: mobilizar trabalhadores nos bairros “capturados” pelo bolsonarismo.

“É de onde eu vim, é dali que aprendi a ver o mundo”, explicou Siri.

O vereador de 34 anos nasceu no Km 32, em Nova Iguaçu, e é economista formado pela Universidade Candido Mendes. Sua trajetória política começou em 2014, quando fundou o coletivo” TudoNumaCoisaSó”, voltado à valorização das periferias e à defesa de políticas públicas para a Zona Oeste.

Siri foi eleito vereador do Rio pela primeira vez em 2020 e reeleito em 2024. Em março de 2026, assumiu a liderança da bancada do PSOL na Câmara Municipal.

Para o vereador, a experiência acumulada na região ajuda a levar a campanha para além dos eleitores que já estão convencidos a votar em Lula. A aposta é ir às ruas, conversar diretamente com os moradores e tentar furar a bolha em áreas onde a família Bolsonaro tem forte influência.

“Tivemos mais de 235 mil votos para o governo justamente por conta da nossa atuação na Zona Oeste, onde parte da população já me conhece”, afirmou.

William Siri (PSOL)
William Siri (PSOL) durante ato na Pedra de Guaratiba – Foto: Divulgação

Ato de Siri em Campo Grande deu o pontapé inicial

A mobilização de Siri em favor da reeleição de Lula na Zona Oeste começou no dia 13 deste mês, com um ato nos arredores do West Shopping, em Campo Grande. Segundo o vereador, a manifestação surpreendeu pela adesão dos moradores e reuniu entre 25 mil e 30 mil pessoas.

O resultado, afirma, serviu de inspiração para militantes de outros bairros e municípios que também registraram votação expressiva para o PL no primeiro turno. A partir da experiência, grupos passaram a organizar manifestações próprias, mesmo em territórios onde a esquerda é eleitoralmente minoritária.

“Estamos virando votos. Falamos diretamente com o povo trabalhador, com nossos familiares — que foram muito beneficiados pelas políticas públicas de Lula, mas já se esqueceram disso. Então, estamos muito animados para essa virada”, afirmou.

A equipe do vereador montou uma agenda quase diária de atos pela Zona Oeste e pela Baixada Fluminense. No dia 16 de outubro, Siri esteve em Bangu. Na última terça-feira (20), foi a Realengo; no dia seguinte, no Km 32, em Nova Iguaçu. Na quinta-feira (22), participou de mobilizações em Pedra de Guaratiba e, depois, em Seropédica, acompanhado de estudantes da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro (UFRRJ).

Nesta sexta-feira (23), a agenda passou por Sepetiba. O encerramento da campanha será no sábado (24), em Campo Grande, onde tudo começou. Siri espera reunir até 50 mil manifestantes.

A mobilização do vereador também ganhou repercussão nas redes sociais. Internautas passaram a comparar a sequência de atos pela Zona Oeste à Coluna Prestes, movimento político-militar que percorreu o interior do Brasil entre 1925 e 1927.

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Internautas comparam a movimentação de William Siri à Coluna Prestes – Foto: Reprodução/X

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Transparência

Governo do estado tem mais dois processos de contratação da FGV que somam R$ 40,1 milhões sem licitação; Alan Lopes questiona justificativas

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Redação

24/10/2026 08:00

A Secretaria Estadual de Educação do Rio abriu dois procedimentos administrativos de contratação direta da Fundação Getulio Vargas (FGV), por inexigibilidade de licitação, cujos valores previstos somam R$ 40.172.444,00. O primeiro prevê consultoria para reorganização administrativa e capacitação de lideranças da secretaria, ao custo de R$ 20,7 milhões. O segundo, de R$ 19,4 milhões, trata da oferta de cursos de mestrado e doutorado profissional em Administração Pública para servidores estaduais.

As duas contratações são questionadas pelo deputado estadual Alan Lopes (PL), que aponta semelhanças nas justificativas utilizadas para a escolha da FGV sem concorrência.

E não é a primeira polêmica envolvendo a Educação e a fundação. Um outro contrato, no valor de R$ 97,7 milhões, também está gerando questionamentos  porque a maior parte do pagamento, R$ 69,5 milhões — ou 71% do total — vai ficar para 2027, ou seja, para o próximo governo.

Os dois novos procedimentos foram publicados no Portal Nacional de Contratações Públicas (PNCP) em 2 e 8 de outubro, respectivamente.

Processo de R$ 20,7 milhões aparece como homologado em base do portal nacional

O processo SEI-030001/075309/2026, referente à consultoria e à formação de lideranças, tem o valor de R$ 20.738.700,00. Em plataforma de consulta que reproduz dados do Portal Nacional de Contratações Públicas, o procedimento aparece como homologado em 2 de outubro, com dois itens e um fornecedor. A mesma base informa não ter localizado contrato correspondente publicado até 23 de outubro.

O valor previsto está dividido em dois eixos: R$ 1.681.200,00, para diagnóstico e consultoria sobre a estrutura organizacional da secretaria; e R$ 19.057.500,00, para desenvolvimento executivo e formação de lideranças, com previsão de atendimento de até cinco mil participantes.

Segundo a análise de preços descrita no procedimento, a proposta da FGV ficou aproximadamente 2,47% abaixo da estimativa interna da secretaria, diferença de R$ 525.220,20.

A comparação de preços, contudo, não substitui a necessidade de justificar os requisitos legais da contratação por inexigibilidade.

Segundo processo prevê até 185 vagas de mestrado e doutorado

O processo SEI-030001/074621/2026 trata de cursos de pós-graduação profissional em Administração Pública, com valor máximo previsto de R$ 19.433.744,00. A proposta contempla 160 vagas de mestrado profissional, ao custo total de R$ 14.219.840,00, e até 25 vagas de doutorado profissional, no valor máximo de R$ 5.213.904,00.

O investimento previsto por aluno é de R$ 88.874,00 no mestrado e R$ 208.556,16 no doutorado. A duração indicada é de 22 e 48 meses, respectivamente.

O segundo procedimento também foi cadastrado no PNCP como inexigibilidade de licitação, com fundamento no artigo 74, inciso III, alínea “f”, da Lei 14.133/2021.

Deputado chama a atenção para a citação da fundação já nos Termos de Referência

Alan Lopes aponta possíveis problemas graves na elaboração dos Termos de Referência (TR) dos dois processos. Segundo o parlamentar, a inclusão do nome da própria Fundação Getulio Vargas (FGV) no documento que deveria estabelecer os parâmetros da contratação comprometeria a imparcialidade do procedimento e anteciparia a escolha do fornecedor.

“O Termo de Referência é uma bússola, para que as empresas possam se adequar e disputar. Quando você cita a instituição dentro do documento, já está dizendo quem ganhou. Não pode ter o nome de uma empresa no Termo de Referência”, argumentou.

O deputado também questionou a justificativa de inexigibilidade baseada na inviabilidade de competição e na singularidade dos serviços. Para ele, cursos de Administração Pública e de formação de lideranças são oferecidos por outras instituições, o que exigiria uma justificativa consistente para a escolha da FGV sem concorrência. Lopes considera que a existência de outras entidades capazes de prestar serviços semelhantes põe em dúvida o argumento de exclusividade e a própria justificativa para dispensar a disputa.

As críticas do parlamentar ainda dependem do confronto com os documentos integrais dos dois processos. A contratação por inexigibilidade não configura, por si só, irregularidade, e a avaliação sobre a legalidade das escolhas exige examinar os fundamentos técnicos apresentados pela secretaria.

Semelhança nas justificativas também são levantadas como um problema

Na sessão da Assembleia Legislativa da última quarta-feira (21), Alan Lopes afirmou que os dois procedimentos apresentam trechos semelhantes na fundamentação usada para justificar a escolha da fundação.

“É o mesmíssimo copia e cola”, declarou o deputado.

Ao microfone do plenário, ele também questionou cláusulas que tratam da prorrogação automática de vigência quando o objeto contratado não é concluído no prazo previsto.

A legislação, porém, admite expressamente esse mecanismo nos contratos por escopo, conforme o artigo 111 da Lei 14.133/2021. A existência da cláusula, isoladamente, não configura irregularidade.

O parlamentar afirmou que pretende encaminhar representações ao Ministério Público e ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ).

Ricardo Couto nega que o contrato esteja fechado

O governador em exercício Ricardo Couto contestou as acusações relativas à proposta de aproximadamente R$ 20,7 milhões. Em declarações divulgadas pela imprensa, ele afirmou que a Secretaria de Educação apenas fazia consultas de preços para capacitação, que a FGV havia apresentado a primeira proposta e que outras instituições seriam consultadas.

Couto negou a existência de contrato definitivo e disse que eventual contratação não seria concluída durante seu governo.

Os registros públicos, entretanto, indicam que o primeiro procedimento já havia sido divulgado no PNCP e aparece como homologado em plataforma que reproduz os dados do portal. A informação não comprova assinatura contratual, mas torna necessário esclarecer em qual etapa administrativa se encontra a contratação.

As declarações de Couto referem-se ao processo de R$ 20,7 milhões. Não há, nos esclarecimentos consultados, confirmação específica sobre a situação do procedimento de mestrado e doutorado.

O que diz a legislação

A Lei 14.133/2021 permite a contratação direta de serviços técnicos especializados de natureza predominantemente intelectual com profissionais ou instituições de notória especialização, desde que atendidos os requisitos legais.

Segundo orientações do Tribunal de Contas da União (TCU), a administração deve demonstrar que a especialização da instituição escolhida é necessária para atender adequadamente às características do serviço contratado.

A existência de procedimentos por inexigibilidade não comprova, por si só, irregularidade.

No caso das duas propostas da Secretaria de Educação, permanece a necessidade de esclarecer a situação administrativa de cada procedimento, as justificativas específicas para a escolha da FGV e a existência de eventual contrato assinado.

O valor agregado de R$ 40,17 milhões representa a soma das propostas examinadas, não o total comprovadamente contratado ou pago pelo governo estadual.

COM FÁBIO MARTINS

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Rio

Fim de semana do segundo turno terá chuva e trovoadas no Rio; veja a previsão

Foto de Redação
Redação

24/10/2026 06:30

O fim de semana do segundo turno das eleições terá calor, aumento da nebulosidade e pancadas de chuva no Rio de Janeiro. O sábado (24) será o dia mais quente, com máxima prevista de 33°C. No domingo (25), quando os eleitores vão às urnas, a chuva ganha força e as temperaturas começam a cair.

No sábado, a previsão é de sol e aumento de nuvens pela manhã, com pancadas de chuva durante a tarde e à noite. A temperatura deve variar entre 21°C e 33°C, com 66% de chance de chuva.

No domingo (25), a previsão é de muitas nuvens, chuva e trovoadas. O Climatempo prevê mínima de 21°C e máxima de 27°C, com 94% de chance de chuva. A previsão indica chuva a partir do fim da manhã, com tarde e noite chuvosas.

A previsão do Sistema Alerta Rio, da Prefeitura do Rio, também aponta pancadas de chuva acompanhadas de raios a qualquer momento no domingo, além de declínio das temperaturas. Os ventos podem variar de moderados a pontualmente fortes.

Na segunda-feira (26), a instabilidade permanece. A previsão é de muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com mínima de 20°C e máxima de 25°C. Os ventos sopram de sul a sudoeste, com intensidade fraca a moderada e possibilidade de rajadas.

Confira as temperaturas

Sábado (24): mínima de 21°C e máxima de 33°C. Sol e aumento de nuvens pela manhã, com pancadas de chuva à tarde e à noite.

Domingo (25): mínima de 21°C e máxima de 27°C. Muitas nuvens, chuva e trovoadas, com possibilidade de chuva a partir do fim da manhã e durante a tarde e a noite.

Segunda-feira (26): mínima de 20°C e máxima de 25°C. Muitas nuvens, pancadas de chuva e trovoadas isoladas, com queda de temperatura.

Com informações do Climatempo e do Instituto Nacional de Meteorologia (INMET).

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