O Supremo Tribunal Federal (STF) voltou a ouvir o sobrenome Witzel. Mas, desta vez, na tribuna da advocacia. Wilson Witzel, o ex-governador cassado por impeachment, apareceu assinando, ao lado de outros advogados, a petição do partido Democrata na ação do PSD que discute as regras da eleição indireta para governador do Rio.
Na peça dirigida ao ministro Luiz Fux, o partido pede para entrar no processo como “amicus curiae” “e, de quebra, quer que o STF suspenda qualquer eleição indireta até o julgamento final da ação. O argumento é de que há risco de insegurança jurídica,caso o pleito seja deflagrado antes de o Supremo bater o martelo.
Traduzindo o juridiquês: não quer entrar em campo sem saber onde está a trave.
O detalhe inusitado é justamente a assinatura de Witzel — ele mesmo, o ex-governador que saiu do Palácio Guanabara pela porta estreita de um impeachment.
E que agora reaparece discutindo as regras de uma sucessão estadual.
Niterói, na Região Metropolitana, ficou em primeiro lugar no ranking de municípios do estado do Rio com os melhores índices de desenvolvimento sustentável. A lista elenca as cidades de acordo com progresso total para o cumprimento de todos os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), estabelecidos pela Assembleia Geral das Nações Unidas.
Apesar disso, o balanço geral do estado é alarmante: nenhuma cidade teve um desempenho considerado “alto” ou acima da média.
A pontuação do Índice de Desenvolvimento Sustentável das Cidades (IDSC-BR) varia de zero a cem, e as classificações — muito alto, alto, médio, baixo, muito baixo e informação não disponível — ajudam a situar o município no nível de desenvolvimento sustentável.
Niterói, a primeira colocada do Rio, ocupa a 282ª posição no ranking nacional, com desempenho considerado “médio”. Ao todo, foram 42 cidades com desempenho baixo no estado. A pior colocada foi Magé, na Baixada Fluminense.
Niterói fica à frente de quase todas as capitais, perdendo apenas para Brasília
O desempenho mediano do estado não apaga o destaque de Niterói, que ficou com uma pontuação de 59,95 e, por muito pouco, não ficou com a classificação “alta”. Dos 17 ODS, o município teve um desempenho alto ou muito alto em nove. Porém, três tiveram o desempenho muito baixo.
E não para por aí: das capitais brasileiras, apenas Brasília, na 122ª posição, está à frente de Niterói.
Quando comparado ao resto do top 10 do estado, somente o município fluminense tem mais de 30.986 habitantes, de acordo com o último Censo do IBGE.
Capital está fora do top 100 brasileiro — e do top 1000
O cenário é diferente na capital do estado, que ficou na 41ª posição do estado e 2827ª do país. Se Niterói beliscou a classificação alta, o Rio nem se preocupou com esses centésimos. A pontuação de 51,26 deixou a Cidade Maravilhosa muito mais próxima de um desempenho “baixo”, pontuação que varia de 40 a 49,99.
O número de ODS com desempenho muito baixo é o dobro do registrado em Niterói: seis. Dos 100 indicadores considerados, apenas 30 tiveram a meta de fato alcançada.
Estagiária sob supervisão de Felipe Galeno e Berenice Seara.
A região do Maracanã, na Zona Norte do Rio, terá um esquema especial de trânsito neste fim de semana por causa da partida de futebol americano da NFL Rio Game 2026, entre Dallas Cowboys e Baltimore Ravens, neste domingo (27), às 17h25. A abertura dos portões está prevista para 13h25.
A partir das 19h deste sábado (26), será proibido estacionar no entorno do estádio. Já os bloqueios de trânsito começam às 10h de domingo e serão ampliados ao longo da manhã.
A previsão é que as vias sejam liberadas até as 23h, cerca de duas horas após o fim da partida.
Interdições no entorno
Entre as principais interdições estão trechos das avenidas Rei Pelé e Maracanã, além de ruas como Professor Eurico Rabelo, Visconde de Itamarati, Isidro de Figueiredo e Professor Manuel de Abreu. A partir das 11h do domingo também haverá bloqueios no Viaduto Oduvaldo Cozzi, em seus acessos, e no Viaduto de São Cristóvão.
Com a interdição da Avenida Rei Pelé, motoristas que seguirem em direção ao Méier serão desviados pela Rua Ceará. No sentido Tijuca, a alternativa será a Rua Mariz e Barros.
A CET-Rio recomenda evitar a região e dar preferência ao transporte público.
Metrô terá operação especial
O MetrôRio funcionará das 7h às 23h no domingo, com reforço na oferta de trens e no efetivo de segurança e operadores nas estações próximas ao estádio. São três estações indicadas para o público, de acordo com o portão de acesso informado no ingresso:
Portões A e B: estação Maracanã/Rei Pelé, da Linha 2;
Portão C: estação São Francisco Xavier/Tijuca, da Linha 1;
Portões D e E: estação São Cristóvão, da Linha 2.
A tarifa segue o valor usual, de R$ 7,90 por viagem. A concessionária recomenda o uso de pagamento por aproximação ou a compra antecipada dos cartões Giro e Jaé.
Ônibus terão desvios
As linhas de ônibus que circulam pelo entorno também terão alterações. Durante os bloqueios, os veículos que seguem para a Zona Norte terão como principais desvios as ruas Mariz e Barros e Gonzaga Bastos. Já as linhas em direção ao Centro e à Zona Sul serão desviadas pela Rua São Francisco Xavier.
O BRT manterá a operação regular de domingo e fará integrações com trem, metrô, VLT e ônibus urbanos em diferentes terminais e estações.
O VLT também funcionará normalmente, das 5h às 23h, com intervalo médio de 20 minutos aos domingos. O sistema permite integração com metrô, trens, barcas, Rodoviária do Rio e BRT no Terminal Gentileza.
A reta final da Semana de Arte do Rio vai aquecer o primeiro fim de semana de primavera com muita música na região central da cidade. Neste sábado (26) e domingo (27), o Centro recebe festivais gratuitos com nomes como Jorge Aragão, Major RD, Hamilton de Holanda e Linn da Quebrada. O repertório vai do rap e do samba a homenagens para lendas da música brasileira, como Moacir Santos e Ney Matogrosso. Bora lá!
Jorge Aragão e feira de vinil movimentam o Palácio Capanema
O projeto “Próxima Parada Samba” continua sua ocupação cultural no Palácio Gustavo Capanema — na Rua da Imprensa, 16, no Centro. A grande atração deste sábado (26) é o show gratuito do mestre Jorge Aragão, que sobe ao palco às 18h para desfilar seus maiores sucessos.
Já no domingo (27), a festa fica por conta do coletivo Terreiro de Mangueira e do grupo infantil Cortejinho. Durante todo o fim de semana, o público pode visitar de graça a exposição “Expo Cidade Batucada” no mezanino, das 10h às 18h, além de aproveitar o polo gastronômico Quintal da Madrinha, a feira Parada do Vinil e exibições de cinema ao ar livre.
Major RD, Duda do Borel e outros nomes do rap fazem show gratuito na Praça XV
Major RD – Foto: Divulgação
Ainda no Centro, a Praça XV recebe, no sábado (26), a partir das 13h, alguns dos principais nomes do hip-hop contemporâneo. O Festival Rap Bazar Brasil, com entrada franca, reúne Major RD, Raissa Real, Damas do Rap, Fye, Duda do Borel e MC Julaine.
Além dos shows, a programação inclui intervenção dos tradicionais bate-bolas com o grupo Turma Bem Feito e oficina gratuita de grafite com o artista Fael Tujaviu.
Homenagem a Moacir Santos na Lapa tem Orquestra Petrobras Sinfônica e show de Hamilton de Holanda
Moacir Santos – Foto: Fábio Seixo/Divulgação
Nos Arcos da Lapa, o sábado (26) será dedicado à música afro-brasileira na 6ª edição do Festival TOCA. A partir das 19h30, a discotecagem do DJ Julio Rodrigues abre a noite, seguido por um concerto inédito da Orquestra Petrobras Sinfônica em homenagem ao centenário do maestro Moacir Santos.
Para fechar a noite, o instrumentista Hamilton de Holanda reúne seu trio e sobe ao palco apresentando o repertório do seu último álbum, “Nova”, ao vivo. A entrada é gratuita.
Juliana Linhares, Linn da Quebrada e Xênia França celebram Ney Matogrosso na Lapa
Linn da Quebrada – Foto: Reprodução/Instagram
Para fechar o domingo (27) em grande estilo, os Arcos da Lapa também recebem, a partir das 18h, o Festival Solar: Eu Prefiro Ser. Com entrada gratuita, o evento reúne, no mesmo palco, seis vozes de destaque da nova música brasileira para homenagear Ney Matogrosso. Juliana Linhares, Linn da Quebrada, MC Tha, Melly, Tássia Reis e Xênia França dividem o microfone.
Criado para homenagear os 85 anos de Ney, o show conta com direção musical de Webster Santos e traz 24 clássicos no repertório — como “Rosa de Hiroshima” e “Metamorfose Ambulante” — rearranjados especialmente para números solos e duetos marcantes. Programação começa às 18h.
Uma auditoria do governo do estado do Rio identificou indícios de sobrepreço e superfaturamento no contrato de R$ 49,6 milhões firmado entre a Secretaria de Estado de Governo (Segov) e a Fundação Cesgranrio para avaliar o Programa Operação Segurança Presente. A contratação foi feita sem licitação.
Segundo o relatório, concluído pelos auditores nos últimos dias, em menos de três meses de vigência do contrato, a administração estadual já havia pago R$ 29,7 milhões à fundação, cerca de 60% do valor total.
Os pagamentos foram feitos por produtos classificados pelos auditores como de “baixa densidade técnica” e “curtíssima extensão”.
O contrato foi firmado em dezembro de 2025, e o último pagamento registrado ocorreu em 23 de março de 2026, segundo o relatório de gestão orçamentária.
Auditores questionam definição do preço
A análise técnica apontou que a formação do preço do contrato teria seguido caminho inverso ao previsto na legislação. O Estudo Técnico Preliminar (ETP) adotou como estimativa o mesmo valor da proposta apresentada pela Cesgranrio, em vez de realizar pesquisas de mercado independentes para estabelecer um teto de gastos.
A administração também usou como referência contratos antigos da Secretaria de Educação, sem comprovar que os serviços tinham equivalência técnica com os que seriam prestados no Segurança Presente.
A auditoria identificou ainda indícios de cobrança em duplicidade por um mesmo serviço e despesas apresentadas de forma global, sem detalhamento suficiente. Entre elas estão R$ 6,9 milhões previstos para transporte e R$ 2,9 milhões para plataformas tecnológicas.
Relatórios de R$ 11,9 milhões tinham apenas 16 páginas
Outro problema apontado pelos auditores está no Termo de Referência, que não teria estabelecido critérios objetivos para medir a qualidade dos serviços contratados.
Os atestados usados para justificar os pagamentos também foram considerados genéricos e sem detalhamento técnico. Um mesmo produto, chamado “Relatório da Oficina de Desenho do MaPR”, apareceu em mais de um atestado de medição e teria sido utilizado novamente como justificativa para pagamentos.
Ao comparar os documentos anexados ao processo, os auditores verificaram que, embora não fossem completamente iguais, eles apresentavam basicamente as mesmas informações, incluindo as mesmas imagens usadas para comprovar a realização da oficina.
Segundo o relatório, os documentos entregues em troca de R$ 11,9 milhões tinham, juntos, apenas 16 páginas e abordavam questões preliminares, como o funcionamento de um sistema e a logística de campo.
Governo suspende pagamentos
Diante dos indícios de sobrepreço na origem da contratação e da diferença apontada entre os valores pagos e o que foi efetivamente entregue, os pagamentos foram suspensos após a atual gestão assumir interinamente o governo estadual.
Os auditores recomendaram aos responsáveis pela Segov que avaliem a continuidade do contrato. O relatório também sugere a abertura de uma Tomada de Contas para apurar os fatos, calcular eventual prejuízo aos cofres públicos e identificar os responsáveis.
O documento será encaminhado ao Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) e ao Tribunal de Contas do Estado do Rio de Janeiro (TCE-RJ).
Com investimento de R$ 19,3 milhões, o espaço de 55 mil metros quadrados vai ganhar novas áreas de esporte, lazer e convivência, além da recuperação das áreas verdes e de elementos históricos.
Renovação do parque
O projeto prevê duas quadras de areia, uma quadra de pickleball, parque infantil, espaço para cães e uma nova área de convivência. Também estão previstas a recuperação do campo de futebol e da pista de caminhada, além da restauração do lago e dos jardins.
Desenvolvido pela Empresa Municipal de Urbanização (Rio-Urbe), o projeto será executado pela Secretaria Municipal de Infraestrutura.
Segundo o prefeito Eduardo Cavaliere (PSD), a revitalização pretende transformar o espaço em um novo parque.
“Vai se juntar à seleção desses parques da cidade que têm uma gestão própria, equipe da Comlurb, uma equipe da Guarda Municipal. O funcionamento do parque vai ser como o dos melhores da cidade”, declarou.
Parque tem área tombada como patrimônio histórico
O Recanto do Trovador ocupa uma área que faz parte da história do Rio. Inaugurado em 1888, o local abrigou o primeiro Jardim Zoológico da cidade, criado pelo Barão de Drummond. Com o passar dos anos, o espaço mudou de função e se tornou um parque público.
O lago, os jardins, o gradil e o portão da entrada principal são tombados como patrimônio histórico da cidade e serão restaurados durante as obras.
Novas opções de esporte e lazer
Entre os novos equipamentos estão duas quadras de areia e uma quadra de pickleball, esporte de raquete que reúne elementos do tênis, badminton e tênis de mesa. O parque também terá um novo espaço infantil e uma área destinada aos cães.
O projeto inclui ainda Academia Carioca, equipamentos de futmesa e mesas de ping-pong. O campo de futebol e a pista de caminhada serão recuperados.
A nova área de convivência terá bancos, mesas e outros equipamentos para os frequentadores. Os vestiários também serão reformados e novos banheiros serão construídos, incluindo estruturas para famílias e pessoas com deficiência.
Prédios já existentes no parque serão adaptados para abrigar a administração do espaço e outros órgãos municipais.
Jardins e lago serão restaurados
Os jardins e o lago passarão por restauração, acompanhados de um novo projeto de paisagismo. A calçada externa também será recuperada, assim como os elementos históricos da entrada do parque.
As obras incluem ainda a instalação de pisos drenantes, nova iluminação e um sistema de drenagem com soluções baseadas na natureza. A proposta é melhorar o escoamento da água da chuva e a circulação pelo parque.
Também serão reformados os telhados e a cobertura da Vila Olímpica Artur da Távola, que funciona no complexo.
A caixa-preta dos armamentos pesados: PM nega transparência sobre fuzis acautelados fora da corporação enquanto políticos são presos com arsenal de guerra
Onde estão e sob o controle de quem se encontram fuzis, carabinas e submetralhadoras que pertencem à Polícia Militar do Estado do Rio de Janeiro (PMERJ) — mas que não estão sendo usados no patrulhamento das ruas?
A população fluminense não tem o direito de saber.
Após denúncias de que dezenas de armas de guerra, de uso restrito da PM, estariam acauteladas para agentes fora da atividade-fim — incluindo policiais cedidos aos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário —, o TEMPO REAL acionou a Secretaria de Estado de Polícia Militar por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI).
O objetivo era básico e republicano: obter o quantitativo exato e os critérios de concessão desses armamentos de altíssimo poder de destruição fora dos batalhões.
A resposta da corporação, contudo, foi um sonoro “não” (protocolo OuvERJ nº 20260810729278). A PM alega que a divulgação de dados — mesmo que apresentados em tabelas anonimizadas, conforme solicitado — colocaria em risco a “segurança institucional e dos agentes públicos”.
Com o manto de artigos da legislação que tratam de sigilo e vida privada, a Polícia Militar impôs uma blindagem sobre o destino de seu acervo bélico.
A farra dos fuzis da PM na política
Enquanto o cidadão comum enfrenta a rotina de violência e a corporação alega “segurança institucional” para esconder a localização de suas armas, a realidade das ruas e das operações policiais expõe um cenário estarrecedor: armamentos pesados da PM acabam parando nas mãos de políticos e investigados por esquemas criminosos.
As investigações revelaram um trâmite surreal: a arma de guerra pertencia ao acervo da PM, fora retirada do quartel-general da corporação e estava acautelada em nome de um sargento responsável pela escolta de Canella — policial que estava lotado na Corregedoria do Detran/RJ, totalmente fora do patrulhamento ostensivo.
A cessão do fuzil da PM para a segurança privada/pessoal do político contou, inclusive, com a autorização formal da cúpula da corporação à época.
Canella não é o único. Deputados da Assembleia Legislativa desfilam com seguranças armados até os dentes — alguns, com armas de uso restrito.
Proteger a população ou abastecer gabinetes?
A apreensão de fuzis acautelados pela PM sob a posse de terceiros ou em desvio de finalidade explicita o absurdo da resposta negativa fornecida pela secretaria via Lei de Acesso à Informação.
A recusa em prestar contas à sociedade sobre o acautelamento de fuzis fora da atividade operacional não protege a segurança do Estado; pelo contrário, esconde a banalização do uso de armas de guerra como regalia funcional ou escolta armada para a elite política e judiciária do estado.
Em vez de reforçar o patrulhamento em comunidades e vias expressas onde a população fluminense é diariamente vitimada pela violência, onde estão os fuzis do Estado?
Quantos fuzis comprados com o dinheiro do contribuinte estão hoje guardados em garagens de mansões, gabinetes ou veículos particulares de apadrinhados políticos?
O último fim de semana de setembro — e o primeiro da primavera — terá mudança no tempo no Rio de Janeiro. O sábado (26) será de sol, calor e céu com poucas nuvens, com temperatura entre 19°C e 32°C e sem previsão de chuva. Já no domingo (27), a temperatura cai e há possibilidade de chuva ao longo do dia.
Para quem pretende aproveitar o sábado na rua, a previsão é de tempo firme na maior parte do dia. O sol aparece entre algumas nuvens e a máxima chega aos 32°C. A chance de chuva é de 0%.
No domingo, o cenário muda. A temperatura fica entre 20°C e 26°C, com sol e muitas nuvens durante o dia. A possibilidade de chuva chega a 55%, com previsão de até 2 milímetros de precipitação. À noite, o céu deve ficar nublado e pode haver garoa.
Sábado será mais quente
O sábado deve concentrar o calor do fim de semana, com máxima prevista de 32°C na capital. A previsão aponta tempo aberto durante o dia e aumento da nebulosidade à noite, mas sem expectativa de chuva.
No domingo, a máxima cai seis graus em relação ao sábado. O dia começa com temperaturas mais amenas e terá variação entre 20°C e 26°C. O sol aparece entre nuvens, mas a circulação de umidade mantém a possibilidade de chuva. A previsão indica 55% de chance de precipitação, principalmente ao longo do dia e durante a noite.
Tempo Surreal (aqui tem piada pronta): prefeito sanciona lei que inclui o Dia do Karaokê no Calendário Oficial da Cidade; oposição promete reagir com serenata na porta da prefeitura
O Rio de Janeiro deu nesta semana mais um passo decisivo para enfrentar os grandes desafios de uma metrópole. O prefeito Eduardo Cavaliere (PSD) sancionou a Lei nº 9.616, que inclui o Dia do Karaokê, celebrado em 17 de junho, no Calendário Oficial da Cidade.
A medida, de autoria da vereadora Tânia Bastos (Republicanos), entra em vigor imediatamente, embora ainda não haja definição sobre quem será responsabilizado quando alguém pegar o microfone e escolher “Boate azul” depois da meia-noite.
A oposição recebeu a novidade com espírito republicano e já prepara uma reação à altura: uma serenata coletiva em frente à sede da Prefeitura do Rio, com repertório formado exclusivamente por músicas de término de relacionamento. Parlamentares avaliam que será a primeira manifestação política da história em que situação, oposição e Guarda Municipal poderão concordar simultaneamente que alguém precisa tirar o microfone daquele sujeito.
A Lei do do Karaokê ainda será regulamentada
Nos bastidores, a expectativa agora é pela regulamentação da lei. Entre os pontos ainda sem solução estão o limite de Roberto Carlos por pessoa, a obrigatoriedade de pelo menos uma execução de “Evidências” por estabelecimento e a possibilidade de cassação imediata do alvará para quem disser “essa é para vocês” antes de cantar sete minutos de Legião Urbana.
Com a nova data oficial, o carioca finalmente ganha respaldo legal para fazer aquilo que já fazia sem qualquer autorização do poder público: cantar mal com absoluta convicção.
A aprovação da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) subiu de 39% para 42% entre os eleitores do Rio de Janeiro, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (25). A desaprovação também apresentou oscilação, passando de 57% para 54%.
Outros 4% dos entrevistados não souberam responder ou não opinaram, mesmo percentual registrado no levantamento anterior.
Apesar da melhora na aprovação, a avaliação negativa ainda supera a positiva no estado. A diferença entre os dois indicadores é de 12 pontos percentuais.
O resultado representa uma diferença de seis pontos percentuais entre os dois nomes no primeiro turno.
Avaliação do governo
Na comparação com o levantamento anterior, a parcela que aprova o trabalho de Lula cresceu três pontos percentuais, enquanto a que desaprova recuou três pontos. O percentual dos que não souberam responder permaneceu em 4%.
Os números fazem parte do mesmo levantamento Datafolha que avaliou a corrida presidencial no estado.
A pesquisa ouviu 1.204 eleitores entre os dias 22 e 24 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. O levantamento foi contratado pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo e está registrado na Justiça Eleitoral sob os números RJ-02205/2026 e BR-05762/2026.
O senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 44% das intenções de voto para a Presidência da República entre os eleitores do Rio de Janeiro, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (25). O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) tem 38% no estado.
O levantamento mostra crescimento de ambos em relação à pesquisa anterior, realizada em 11 de setembro. Flávio tinha 39% e passou a 44%, enquanto Lula oscilou de 35% para 38%.
Veja os números da pesquisa estimulada para o primeiro turno:
Flávio também aparece à frente no segundo turno, diz Datafolha
A pesquisa também simulou um eventual segundo turno entre Flávio Bolsonaro e Lula no estado.
Nesse cenário, Flávio aparece com 51%, enquanto Lula tem 42%. Na pesquisa anterior, os índices eram de 49% e 41%, respectivamente. Os votos em branco, nulos ou em nenhum candidato somam 6%, enquanto 1% dos entrevistados ainda não sabe em quem votar.
O levantamento ouviu 1.204 eleitores entre os dias 22 e 24 de setembro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. A pesquisa foi contratado pela Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo e está registrado na Justiça Eleitoral sob os números RJ-02205/2026 e BR-05762/2026.