A Prefeitura do Rio planeja substituir o Elevado 31 de Março por dois conjuntos de mergulhões. A medida faz parte dos planos para o projeto Praça Onze Maravilha, que pretende demolir o elevado revitalizar o entorno do Sambódromo, do Catumbi e do Estácio. As obras devem ser concluídas até 2028.
A proposta do município prevê uma via expressa sem sinais de trânsito desde a saída do Túnel Santa Bárbara até o Santo Cristo, com o rebaixamento da Avenida Presidente Vargas. O custo da construção dos mergulhões é estimado em R$ 1,7 bilhão.
A prefeitura pretende financiar a obra por meio da venda de terrenos públicos que serão liberados com a derrubada do Elevado. O modelo segue a lógica de flexibilização de regras de construção aplicada no Porto Maravilha.
Projeto de lei que prevê mergulhões já foi enviado à Câmara, mas ainda aguarda votação
A escolha pelos mergulhões foi defendida pelas consultorias privadas ouvidas pela prefeitura. A ideia é otimizar o fluxo para cerca de 80 mil veículos por dia. Atualmente, o Instituto Rio Patrimônio da Humanidade (IRPH) revisa os gabaritos e áreas de proteção ambiental da região para viabilizar as obras.
O projeto de lei para a construção dos mergulhões já foi enviado à Câmara do Rio, mas ainda não começou a ser votado pelos vereadores. A obra ainda vai ser tema de uma audiência pública convocada pela Comissão de Assuntos Urbanos. O encontro estava marcado para a última quarta (08), mas foi adiado.
Com informações do jornal ‘” Globo”.

