Oito partidos divulgaram, na noite desta segunda-feira (13), uma nota pública conjunta em “Defesa da estabilidade institucional”. A frente é composta por PSD, MDB, PT, PDT, PSB, Podemos, Cidadania e PCdoB — partidos que apoiam a pré-candidatura de Eduardo Paes (PSD) ao governo do estado.
No texto, os presidentes dessas legendas manifestaram preocupação com o cenário de “desastre institucional” e incerteza jurídica que atinge o território fluminense. Afirmam que, neste momento, qualquer tentativa de realizar eleições na Assembleia Legislativa (Alerj), inclusive para a presidência, carece de viabilidade legal.
“O STF já determinou a suspensão das eleições indiretas até o julgamento definitivo das ações”, ressalta o comunicado, lembrando que a Corte ainda decidirá se o novo comando do estado será escolhido de forma indireta ou por meio de eleições diretas.
A ideia é aguardar a conclusão dos julgamentos do STF
A estratégia da frente é aguardar a conclusão dos julgamentos em Brasília. O argumento é de que será necessário garantir que a sucessão no Rio de Janeiro ocorra dentro da mais estrita estabilidade institucional, evitando novos questionamentos judiciais que possam paralisar o estado.

Em um movimento conjunto para conter a crise política no Rio de Janeiro,


Essa nota conjunta desses oito partidos não passa de mais um movimento ensaiado de uma aliança claramente alinhada à esquerda, que já começa dando sinais de fraqueza antes mesmo da disputa começar. Quando se fala em “aguardar”, na prática o que se vê é insegurança, falta de rumo e medo do enfrentamento democrático.
O grupo que apoia Eduardo Paes tenta vender a ideia de “estabilidade institucional”, mas o histórico mostra outra coisa: gestão baseada em empréstimos, aumento de despesas e pouca responsabilidade com o dinheiro público. Quem vive de recorrer a empréstimos não administra — empurra o problema para frente.
Essa movimentação revela que já perceberam o desgaste e a dificuldade de sustentar um projeto que não convence mais a população. É o início de um roteiro que pode terminar como já aconteceu antes: derrota e desgaste político. Do jeito que vai, o enredo já está pronto — e o povo está atento.
Chegou a hora de dizer com clareza:
Fora esse modelo de gestão!
Fora política baseada em dívida!
Fora alianças que não representam o povo!
O Rio de Janeiro precisa de responsabilidade, transparência e compromisso de verdade com a população — não de velhas práticas disfarçadas de discurso institucional.
A direita está pronta EP pode preparar a música no Fantástico