O governo do estado pretende iniciar pela Zona Sudoeste o projeto de reocupação de territórios, determinado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) no julgamento da “ADPF das Favelas”. A intenção é começar por Jacarepaguá, mais especificamente, por Rio das Pedras, Muzema e Gardênia. A ideia vai ser discutida com a Prefeitura do Rio e com o governo federal.
No documento, entregue ao Conselho Nacional do Ministério Público, o governo do estado afirma que cumpriu parte das determinações ADPF das Favelas, aprovada em abril, e também indica que pretende começar a reocupação de territórios pela chamada Grande Jacarepaguá, região onde vivem mais de um milhão de pessoas, segundo o IBGE.
Reocupação começa por territórios de baixa complexidade
No diagnóstico feito pelas forças de segurança do estado, são áreas dominadas pelo crime organizado no Rio, classificadas em três níveis de complexidade para o trabalho policial. Os complexos do Alemão e da Penha, por exemplo, estão no nível alto de complexidade. No nível médio estão o complexo da Maré e o de Israel. O cinturão de Jacarepaguá foi classificado como nível de baixa complexidade.
A melhor e única maneira de recuperar é acabando e punindo com todo o peso da lei os corruptos, exatamente aqueles que corroem a corporação por dentro, aqueles que defendem a unhas e dentes a vida errada e o desrespeito, os políticos e outros que se associam ao lado errado para dominar e fazer “política”, caso contrário será só mais um blá blá blá
O povo só quer paz e o direito de ir e vir trabalhar em segurança
Sua fala foi muito bem colocada. Israel, é isso aí mesmo,quer resolver o problema de ordem pública, comece a tirar lixo de dentro da própria casa de nada adianta estudar estratégias se não aniquilar primeiro os corruptos!
Será mais uma maneira dos corruptos desviarem grana do povo, pois quem banca essas operações é o povo, os maiorais irão ver a grana diminuír e faram um basta, mandando o governador parar com as investidas nas favelas, é tudo um carnaval que se repete sempre.
Isso só é o resultado do abandono do Estado naquela região, onde fica a mão de obra para servir os ricos da.Barra e.toda a zona sul do município. Falta lá até o Básico que é: saneamento.
Como foi muito bem pontuado pelo comentário anterior sobre punir corruptos e quem apoia a criminalidade, acrescento que de nada adianta reocupar essas áreas sem medidas drásticas de mudança no código penal.
Vemos o exemplo de 2010 a 2014 nas missões se pacificação, onde houve a “migração” dos meliantes para territórios , antes neutros (Muitos bairros da baixada fluminense, região dos lagos e etc.) ficaram infestados de criminosos e nunca mais foram os mesmos.
Foi a primeira lembrança que me veio a cabeça lendo essa notícia! Exatamente isso que aconteceu. Infelizmente. Com várias regiões pelo RJ. E como sempre o poder político, fingiu que não viu.
E é o receio quando li, porque vários locais mais tranquilos passaram por guerras de territórios e todos fingiram que não viram isso acontecer (só a população que passa sozinha). Eu por exemplo, moro num bairro que não tinha bandidagem espalhada ou sendo vista, mas na mesma madrugada desses confrontos, teve uma invasão e tiroteios intensos, e as comunidades que eram bem pacíficas no Bairro, viraram um campo de guerra por um bom tempo. E depois desse período, passou a ter tráfico pesado e homens armados sendo vistos a luz do dia pela região. Uma grande trsiteza! O Rio por completo está abandonado ao descaso já faz muito tempo, mas infelizmente, só tem piorado com o tempo. A população vive largada.
Sem dúvida a corrupção e a impunidade estão alimentando as facções de forma absurda. É incrível que nossas polícias entram nas comunidades para evitar guerra entre facções e não para acabar com elas. Difícil acreditar em retomada se nem multas por avanços de sinal de trânsito existem mais é tudo uma bagunça só, muito triste mas está difícil de ver uma luz no fim do túnel com tanta corrupção….
Vão começar por baixo porque se começar por cima começa, morrer vereador , juiz , se for pra acabar tem que começar pelos que fazem promessas e não cumprem, e ainda entra no governo pra roubar o povo já tivemos , exemplos de governo que afundou o estado do Rio como pezao, e Sérgio Cabral, como é que vai acabar se primeiro vai mexer no pequeno olha a vergonha do inss aí os juízes tem aplicar leis mais severas se todo o dinheiro que esses políticos tiram do trabalhador fossem colocados no aumento de salário o Rio ou o Brasil estaria fluindo mas agora vem dizer que vai ocupar , favelas e morros de baixa complexidade , por que não começa no , senado, nas prefeituras , nas câmeras de vereadores, nos juízes, no governo , ou na própria polícia, e porque se mexer sobra pra eles não são todos não estou julgando , e nem acusando , ninguém isso é a verdade porque já tivemos experiências desse tipo de ocupação que não deu certo isso e só pra maquiar que ver quando chegar ano que vem tem aumento de salário, aí não pode dar um aumento de 300.00 ou 400.00 que vai desequilibrar o país aí passa 15 dias o juizado aprova aumento de 5.000.00 pra uns , 3000.00 pra outros e aí não desequilibra né vão enganar outro o povo tem a força mas tem medo
O próprio STF que ajudou a criminalidade a aumentar seu poder proibndo ações polícias desde de a pandemia até hoje, ainda tem que o atual governo federal apoia a crime organizado que também dificulta não autorizando as forças armadas no apoio ao combate, você se esqueceu que o Lula faz comício no complexo do alemão com autorização dos traficante e em São Paulo também faz comício em comunidades com autorização dos traficantes.
Concordo perfeitamente, CARA ERA ADVOGADO DE BANDIDO, RECEBIA DE BANDIDO, AGORA DEFENDE BANDIDO, COMO VAI SER EXEMPLO PRA ALGUEM, VAMIS PARA DE SERMOS ALIENADOS E DEIXAR DE LADO ESQUERDA E DIREITA E PENSAR EM NOS MESMOS.
A PM do Rio fez 2.810 operações entre março de 2020 e maio de 2023. Não adiantou nada o STF proibir as ações, elas continuaram acontecendo da mesma forma.
O que o STF está tentando fazer é colocar alguma ordem na zona que é a Polícia do Rio de Janeiro. Uma polícia que atua da mesma forma há 200 anos e nunca trouxe resultado e – pelo que parece – nunca vai ter.
Subir morro não reduz criminalidade, só mata bandido e trabalhador pego no fogo cruzado.
O que reduz criminalidade é inteligência, coisa que o Governo do Rio de Janeiro nunca investiu. E não tô falando só do Cláudio Castro, mas sim de todos anteriores à ele.
Enquanto isso não mudar a situação não melhora
Faço minhas a s palavras, é como sempre falo tem que começar pelos gabinetes, e pelas polícias Militar e Civil, e não se limita na zona Sudoeste e para tem qud ser em todo grande zRoo e baixada fluminense sem protecionismo.
Na verdade esses porcoliticos só vão jogar a sujeira pra debaixo do tapete 2026 é ano de eleição aí os pilantras voltam pra pedir nossos votos, depois volta tudo ao que era antes e enquanto as favelas estiverem ocupadas nós seremos roubados no asfalto…
Mano o Dino veio em uma comunidade dominadas pro traficantes na Cala e nada aconteceu, o lalau veio pedir voto no complexo e desapareceu depois das eleições, pediram apoio às forças armadas e novamente o lalau disse que o exército não atuaria por aqui.
O Castro pode não ser um cara bom, mas pelo menos trouxe concurso policiais…
O lalau e o STF nao fizeram nada para nos ajudar, estamos morrendo por aqui e o sangue está nas mãos deles.
Os prefeitos tinham que serem responsabilizados por permitirem a favelização de áreas, construções em beira de Rios, encostas, calçadas, etc.
Depois que cresce, “já era”.
É impossível controlar o crime organizado, trata-se de um fato social. Tudo isso é balela e o STF ( só tem falso) não está ligando para isso estão preocupados com o caviar.
Tenho muita esperança que dê certo, mas pouca expectativa. É necessário muita vontade de enfrentar um sistema que cresceu com a permissão que o poder público deixou durante pelo menos quatro décadas.
O que tem que ser feito é um projeto de desfavelizaçao do estado, desmantelamentos das favelas e reinclusao desse pesssoal em conjuntos habitacionais, vc acaba com o Trafico, com a Milicia , com a corrupção policial tudo com uma unica ação, redução da violência como um todo, melhora no ambiente econômico enfim, o retorno a um estado normal. O problema é que esse pessoal se acostumou a viver de forma parasita consumindo os espolios do crime, não paga água, luz, internet, não quer pagar transporte, a grande maioria encostados em bolsa familia e outros, não querem estudar, e uma parcela vive de venda de produtos roubados etc….
Contudo, o Rio de Janeiro (todo o Estado Fluminense, e não só a capital carioca) continua lindo!
Mar, Montanhas, Baixada, Vales, Porciúncula, Varre-Sai…
As crises e o caos da região metropolitana não cancelam a beleza fluminense e não apagam o valor da gente carioca-fluminense.
“Rio de Janeiro purgatório da beleza e do caos”.
“O resto é mar e tudo que não sei contar”.
Acho engraçado essa palhaçada de comentar o Bolsonarista Castro, argumento de míope, a segurança pública e dever de todos, mas oque adianta prender e rapidinho soltar , para o trabalho policial realmente começar a funcionar, precisa acabar com essa progressão de pena que faz o vagabundo zombar da justiça, se o miserável tomar 5 anos tem que cumprir tudo, sou contra a pena de morte ou perpétua, mas plenamente a favor do cumprimento pleno da pena, não tenho culpa se o lindinho que escolheu o crime tomar 70 anos cada leva oque comprou, tem nada de Castro, de bolsonaro de Lula, é congresso nacional, que tem que resolver, aí temos de ver na TV o safado com 20 anotações ser preso por homicídio, a culpa não é dele é do sistema que solta ele, o negócio é complexo mas se começar por aí já temos algo para mudar!
Não adianta invadir sem investir em educação ampla, na economia local, cultura e doutrina. É preciso investir em arquitetura e urbanismo nesses locais, pois nem humanos, nem animais vivem a paz em espaços confinados e insalubres.
Só uma pergunta!!!
Se aparece muitos ratos em seu quintal o que vc faz???
Coloca veneno???
Mata eles???
Se possível e estiver ao seu alcance vc extermina???
Pq se vc deixá-los livres se reproduzem!!!
Procriam!!!
E depois eles se alastram!!!
Se espalham p procriarem em outras regiões,certo!!!
Sinceramente não concordo com a tomada de território, porque o estado ja perdeu para os criminosos, o poder público nao tem pessoal suficiente para tomar conta de nenhuma comunidade do Rio, e sempre a mesma história, eles entram, fazem um monte de coisas para a populacao e depois vao embora, e ai volta tudo novamente. A policia era para entrar e ficar nas comunidades, estabelecer bases em cada comunidade, mas nao tem homens ( policiais para tudo isso ) sem contar o gasto que iria gerar para o estado . Se nao for desse jeito, de estabelecer bases em cada comunidade nao vai adiantar querer retomar territorio.
O prefeito de Niterói, Rodrigo Neves (PDT), e a secretária municipal de Habitação e Regularização Fundiária, Marcele Sardinha, estiveram em Brasília (DF), onde discutiram com o ministro da Fazenda, Dario Durigan, financiamentos para o programa Vida Nova no Morro e a implementação do VLT (Veículo Leve sobre Trilhos) no município.
Os investimentos somados são de mais de R$ 700 milhões. Também foi concluída a negociação da dívida da carteira previdenciária de Niterói da década de 1980. Segundo a prefeitura, isso vai representar uma economia de R$ 100 milhões para a cidade.
Rodrigo Neves destaca melhoria na mobilidade dos moradores
O chefe do Executivo ressaltou que os investimentos vão melhorar a mobilidade e a infraestrutura da cidade:
“Quero agradecer ao ministro Durigan o apoio que nos deu. A negociação da dívida da carteira previdenciária de Niterói vai trazer uma economia de R$ 100 milhões para os cofres públicos da cidade. Também vim tratar do VLT e do Vida Nova no Morro, dois financiamentos de mais de R$ 700 milhões para projetos muito importantes para melhorar a nossa qualidade de vida”, disse ele.
O ministro da Fazenda disse ser muito importante a colaboração entre o governo federal e os municípios.
“A determinação do presidente Lula é que a gente trabalhe nesse federalismo cooperativo. Ver Niterói florescer com esses bons resultados e poder renegociar pleitos antigos que estão parados, gerando economia para a cidade, me deixa orgulhoso de poder contribuir com quem mora lá”, disse Durigan.
A Fundação Casa de Rui Barbosa formaliza, nesta quarta-feira (14), uma parceria com o Museu Nacional dos Povos Indígenas para contribuir com a preservação do acervo da Biblioteca Marechal Rondon. Como parte do acordo, a Fundação vai doar arquivos para o acondicionamento temporário do material.
A biblioteca reúne mais de 20 mil referências bibliográficas relacionadas aos povos indígenas. O acervo reúne livros e outros materiais voltados à história, à cultura e à memória dos povos originários.
A cooperação entre as instituições também prevê ações de valorização e difusão desse patrimônio. A parceria já resultou na realização de seminários e encontros literários.
A formalização do acordo ocorre nesta quarta-feira e amplia a atuação conjunta das instituições na preservação e divulgação da memória e da cultura dos povos indígenas.
Depois de 50 anos, uma idosa do Rio de Janeiro, traumatizada por um crime de sangue, poderá finalmente dizer que de sua casa paterna não levará nem o pó nas sandálias. A Terceira Turma do Superior Tribunal de Justiça (STJ) autorizou a senhora a retirar o sobrenome da família do pai de seus documentos. A decisão veio após participação no caso do Ministério Público do Rio.
Um livramento, já que a idosa teve o marido assassinado pelos irmãos dela, que não aceitavam o casamento. Por unanimidade, o colegiado considerou que foi comprovada a existência de justo motivo para a exclusão do sobrenome.
Tribunal de Justiça do Rio havia negado o pedido
O crime aconteceu apenas cinco meses após o casamento dela. Inicialmente, o pedido da idosa havia sido negado pelo Tribunal de Justiça do Rio. A alegação era de que o pedido “não poderia se sobrepor à estabilidade dos registros públicos e à identificação da linhagem familiar”.
O Ministério Público do Rio, porém, insistiu e entrou com um recurso especial, alegando que “a idosa sofre há décadas por ter a obrigação de carregar o mesmo sobrenome dos irmãos condenados pelo assassinato do seu marido”.
A Terceira Turma entendeu que o sobrenome, além de ser um elemento de identificação pessoal, também representa a identidade familiar.
“Essas circunstâncias permitem que sejam realizadas alterações quando presentes razões juridicamente qualificadas e inexistente risco concreto à segurança das relações jurídicas”, como afirmou a relatora do caso, ministra Daniela Teixeira.
A ministra destacou que o direito ao nome está no capítulo do Código Civil destinado aos direitos de personalidade. Assim, além de identificar a pessoa perante o Estado e terceiros, o nome também faz parte da identidade.
Mais cedo, Ruas se reuniu com Couto no Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJRJ), naquele que foi o primeiro encontro entre os dois desde a confirmação do resultado. Segundo o governador eleito, o decreto deve instituir o grupo de transição e apresentar os nomes indicados pelo desembargador.
A expectativa é que Ruas anuncie nos próximos dias os representantes que serão indicados por ele para integrar a equipe. A transição vai preparar a passagem do comando do Executivo estadual para o governador eleito, que deve assumir o cargo em 6 de janeiro de 2027.
Na portaria, ele exonera secretários, subsecretários, superintendentes, diretores e coordenadores de mais de 20 pastas. Além de secretarias municipais como Saúde, Educação, Obras e Fazenda, também foram cortados os responsáveis e os comissionados da Controladoria-Geral, da Procuradoria-Geral, da Corregedoria-Geral, da Ouvidoria, do órgão responsável pela previdência dos servidores de Japeri e os presidentes dos fundos municipais.
Os comissionados do gabinete do prefeito também foram exonerados, assim como os responsáveis pela superintendência de licitações e contratos municipais.
Portaria bloqueia acesso de exonerados ao sistema da Prefeitura de Japeri
Além de exonerar, a portaria determina, ainda, que servidores efetivos retornem aos seus cargos de origem, além de exigir a entrega imediata de processos, documentos e bens públicos sob a guarda das equipes anteriores. Os acessos aos sistemas de tecnologia da Prefeitura de Japeri também foram bloqueados.
Carlos Januário assumiu após a Câmara municipal decidir, no sábado (10), exonerar Fernanda Ontiveros. A cassação foi motivada por supostas irregularidades em contratos da administração municipal, incluindo uma licitação da Secretaria de Educação. O processo também questiona a condução de uma obra pública no bairro São Jorge.
Carlos Januário também foi alvo de um pedido de cassação, sob a acusação de utilizar a estrutura da prefeitura para fins eleitorais. No entanto, a comissão responsável pela análise do caso considerou que não havia fundamento para cassar o mandato do vice-prefeito.
ATUALIZAÇÃO, às 19h, com nota enviada pela Secretaria de Estado de Educação. A íntegra está no fim da reportagem.
A Secretaria de Estado de Educação do Rio contratou a Fundação Getulio Vargas (FGV) por R$ 97,7 milhões para prestar serviços de consultoria e apoio técnico na rede pública de ensino médio. Segundo a secretaria, trata-se da renovação de parceria já firmada com a FGV. Esta nova fase terá duração de 14 meses e a fundação foi escolhida por inexigibilidade — ou seja, sem licitação.
A legislação brasileira autoriza essa contratação direta quando entende que o serviço tem natureza intelectual e que a instituição possui uma especialização única e de notório conhecimento no mercado, o que torna inviável uma disputa de propostas comuns.
O trabalho da FGV será focado em reorganizar a gestão das escolas e criar estratégias para melhorar o aprendizado dos alunos. Na área pedagógica, a consultoria vai desenvolver um plano de busca ativa para levar de volta à sala de aula estudantes em risco de abandono escolar, além de criar painéis para monitorar a frequência dos alunos e a falta de professores nas salas de aula.
O projeto também inclui a criação de trilhas de aprendizado e materiais digitais para ajudar na recuperação de alunos que ficaram de dependência em matérias, além de disponibilizar um banco de questões voltado para exames como o Enem e o Saeb para auxiliar os professores no planejamento das aulas.
Fundação Getulio Vargas vai capacitar até 3,3 mil professores
Para garantir que as orientações saiam do papel e cheguem ao dia a dia da rede pública, o projeto prevê o envio de 62 articuladores educacionais para acompanhar de perto as escolas prioritárias e a realização de capacitações para até 3.300 profissionais.
Na parte administrativa, a consultoria atuará ao lado da secretaria para identificar riscos e organizar fluxos internos em setores como logística, compras, contratos e infraestrutura, com o apoio de outros 20 articuladores regionais. O pagamento do valor global será feito em parcelas à medida que a FGV entregar e comprovar os relatórios e as ferramentas previstas no projeto.
O que diz a secretaria
A assessoria da secretaria estadual de Educação enviou nota sobre o assunto. Segue a íntegra:
“A Secretaria de Estado de Educação esclarece que o contrato com a Fundação Getulio Vargas (FGV) não é novo, trata-se de uma renovação e dá continuidade a um trabalho de consultoria já existente. A renovação é amparada pela legislação vigente e, conforme reconhece a própria reportagem, não há ilegalidade na contratação por inexigibilidade.
A consultoria tem como objetivo aprimorar a gestão da rede estadual de ensino, com ações voltadas à melhoria da aprendizagem, à redução do abandono escolar, ao acompanhamento da frequência dos estudantes e ao apoio aos professores na recuperação de conteúdos”.
COM FÁBIO MARTINS
Texto da contratação dos serviços da FGV publicado no Diário Oficial. Foto: Reprodução
O presidente da Assembleia Legislativa (Alerj) e governador eleito do Rio de Janeiro, Douglas Ruas (PL), prometeu manter as “portas abertas” para os deputados da oposição e governar para todos. A declaração foi feita nesta terça-feira (13), na primeira sessão da Casa após o Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ) oficializar sua eleição, no último sábado (10), com a retotalização dos votos do primeiro turno.
“Eu recebi o voto de confiança de mais de 4 milhões de cidadãos, mas serei o governador dos mais de 16 milhões”, afirmou.
Ruas disse que estará disponível para receber os parlamentares, independentemente do posicionamento político de cada um. Para sustentar a promessa, ele relembrou a própria eleição para a presidência da Alerj, quando enfrentou resistência de parte dos colegas.
“Mesmo diante de uma eleição para presidente em que muitos deputados não participaram da eleição, muitos inclusive estavam na galeria e me chamaram de ‘golpista’ naquela ocasião, e nem por isso eu deixei de atender nenhum deles”, disse.
O governador eleito afirmou que os parlamentares que o procuraram foram recebidos, não sofreram perseguição aos seus mandatos e tiveram projetos levados à pauta. Segundo ele, a mesma postura será adotada quando assumir o governo estadual.
Durante o discurso, Ruas afirmou que pretende deixar como legado uma “Assembleia pacificadora”, na qual as divergências políticas “se atenham às ideias” e não se transformam em ataques pessoais.
Governador eleito pede colaboração dos deputados para melhorar o orçamento de 2027
Além da defesa do diálogo, Ruas pediu especialmente pelo empenho dos parlamentares na análise de propostas econômicas do Executivo e do orçamento estadual para 2027. A Alerj terá apenas dois meses para votar os projetos.
O governador eleito explicou que já pretende levar à pauta, na semana seguinte, as propostas do desembargador Ricardo Couto relacionadas à renegociação de dívidas e à transação tributária. Os textos receberam emendas dos deputados e, segundo ele, ainda estão sendo aprimorados.
Ruas também pediu atenção à Comissão de Orçamento na análise da proposta orçamentária de 2027, que prevê déficit superior a R$ 13 bilhões. O parlamentar defendeu que os deputados examinem as contas dos últimos cinco anos e aproveitem o trabalho da Comissão Especial de Contenção de Gastos — que foi extinguida por determinação da Justiça.
Douglas Ruas permanecerá na presidência da Alerj até o início de janeiro, quando deixará o mandato parlamentar para assumir o Governo do Estado.
A Câmara do Rio aprovou, nesta terça-feira (13), um projeto de lei com medidas de proteção ao exercício de cultos religiosos no município. A nova norma fixa regras rígidas para a atuação de agentes públicos municipais durante manifestações de fé de diferentes religiões.
Pela nova regra, forças de segurança do Rio, fiscais ou agentes de vigilância sanitária, por exemplo, ficam proibidos de interromper cultos, cerimônias e rituais em andamento. Caso o servidor identifique alguma irregularidade, ele vai precisar emitir uma notificação prévia por escrito e um prazo para adequação aos responsáveis pelo templo religioso.
O projeto é de autoria do vereador Átila Nunes (PSD).
Cultos religiosos poderão ser interrompidos em caso de risco imediato
Segundo a nova lei, a interrupção imediata de cultos religiosos só é permitida em situações de risco grave e imediato à segurança ou à saúde coletiva. Além disso, os agentes também podem interromper em casos em que exista ordem judicial fundamentada.
Servidores que desrespeitarem as diretrizes poderão responder por sanções por abuso de autoridade. Aprovada pela Câmara do Rio, medida segue para análise do prefeito Eduardo Cavaleiro (PSD), que decidirá se veta ou sanciona a lei.
Uma mulher de 26 anos contou ter escapado por pouco do ataque de um homem, a quem chamou de maníaco, numa praça em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. O detalhe é que ele estava escondido numa casinha de cachorro que fica na área pet da praça do bairro Cidade Jardim. A enfermeira Roberta Lopes Coutinho estava descansando depois de pedalar. Ela fez um alerta para que outras mulheres que frequentam o local fiquem atentas, principalmente se estiverem sozinhas.
Roberta, que tem 34 mil seguidores no Instagram, gravou um vídeo horas depois do ataque, ocorrido no sábado (10), e disse suspeitar que o ataque foi planejado, com o homem ficando escondido enquanto selecionava sua possível vítima.
Ela contou que foi atacada por trás,, recebeu uma gravata e foi arrastada para a área pet da praça.
“Tinha um maníaco dentro de uma casinha de cachorro, e ele ficou me olhando por muito tempo e eu não tinha visto ele ali. Ele foi me agarrando por trás, pelo pescoço, me puxando e me enforcando. Ele me deu uma gravata”.
A enfermeira lutou com o agressor e conseguiu se desvencilhar.
“Eu comecei a bater nele, a machucar ele, a lanhar ele com a unha, até que eu consegui que ele me soltasse, e comecei a sair correndo. Ele fugiu pelo mato”, relatou ela, que tem curso de defesa pessoal, mas hora não conseguiu se lembrar de nenhum golpe e agiu no instinto mesmo.
A Polícia Civil registrou o caso e vai investigar se há outras vítimas do agressor.
Neste 2026, estamos celebrando os 80 anos do poeta, cronista e compositor Aldir Blanc, e, como vem ocorrendo há quase duas décadas, uma multidão de parceiros, amigos, músicos e admiradores reuniu-se para cantar suas músicas e festejar sua obra. A festa na rua foi agora em outubro, no domingo (11/10), já que o mês do aniversário de Aldir foi o setembro mais chuvoso deste século no Rio de Janeiro – em mais uma “cortesia” da crise climática.
O atraso acabou fazendo a festa na rua coincidir com o lançamento, no Festival do Rio, de dois filmes também em homenagem ao bardo da Muda. O documentário ‘Aldir Blanc – Resposta ao Tempo’, de Marcus Fernando e Hugo Suckman mergulha no universo do poeta, suas inspirações e seu jeito único de contar histórias, através das letras de canções e crônicas. O outro longa – “Fui olhar você dormir”, dirigido por Ana Azevedo, com roteiro de Ana e Claudio Uchoa – tem como foco e fio condutor a relação íntima e pessoal de Aldir com a companheira de vida, Mari Lúcia de Sá Freire, com quem ele viveu por mais de 30 anos.
No domingo, com ruas da Muda da Tijuca tomadas, dezenas de músicos e cantores se revezaram numa roda de samba – que começou à tarde e terminou só à noite – com a meta explícita de interpretar 80 músicas de Aldir Blanc, parcerias com João Bosco, com Moacyr Luz, com Guinga, com Cristóvão Bastos, que dão um pouco da dimensão de seu legado. A tenda foi armada no agora Largo Aldir Blanc, com direito a busto do próprio feito pelo amigo , homenagens feitas após a morte do carioquíssimo artista, em maio de 2020, por consequências da covid-19.
É o jornalista Leonardo Lichote quem conta, em reportagem de 2021, na revista Piauí, que, em 31 de março de 2020 – data consagrada pela ditadura para o golpe militar de 1964 -, Aldir Blanc correu à janela de seu apartamento no Rio de Janeiro e soltou a voz: “Assassino! Assassino!”, durante um panelaço contra o presidente Jair Bolsonaro que, àquela altura, buscava minimizar a pandemia de covid-19, já responsável por milhares de mortes pelo mundo.
No Brasil, foram mais de 700 mil mortes. Jair foi o garoto-propaganda do vírus, o chefe de facção negacionista que chamou a doença de “gripezinha”, que estimulou as aglomerações públicas, que atacou o isolamento social, que debochou dos doentes com falta de ar, que incentivou o uso da inútil cloroquina, que desprezou a vacina e atrasou a compra daquelas que poderiam ter salvo milhares de brasileiros. Preso por tentativa de golpe de estado, Jair ainda não pagou por esses crimes contra a saúde pública.
Jair, ainda impune pelos crimes acima, também atacou as universidades, as instituições científicas, a educação pública e a cultura em geral. Em junho de 2022, o então presidente Jair Bolsonaro vetou o projeto de lei para instituir a a Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura, aprovada meses antes pelo Legislativo para repasses anuais de R$ 3 bilhões da União a estados e municípios para ações no setor.
Em julho, o Congresso derrubou o veto – por unanimidade no Senado e com 414 deputados a favor e 34 bolsonaristas contra na Câmara – e a Política Nacional Aldir Blanc de Fomento à Cultura passou a valer para financiar 17 atividades e ações como exposições, festivais, festas populares, feiras e espetáculos, prêmios, cursos, concessão de bolsas de estudo e realização de intercâmbio cultural. Aliás, as razões para o veto eram as contas públicas, sempre ameaçadas pelas políticas em defesa dos mais pobres, da educação, da saúde, da cultura.
Jair detesta tudo isso – a nova política de incentivo cultural foi uma vitória póstuma e mais um legado de Aldir ao Brasil. Legado muito maior é sua coleção de obras-primas, canções gravadas por intérpretes gigantes da nossa música e textos impressos na história em jornais e livros. E, também depois da morte, “o ourives do palavreado” – como o definiu o grande Dorival Caymmi – seguiu incomodando essa gente careta e covarde.
O compositor e escritor em sua biblioteca durante as filmagens de Aldir Blanc – Resposta ao Tempo: homenagens para “o ourives do palavreado” — Foto: Divulgação
Em 2021, foi lançado um disco póstumo com músicas inéditas de Aldir: canções prontas, que não haviam sido gravadas por uma razão ou outra, músicas inacabadas que foram concluídas por parceiros, e letras prontas do compositor, musicadas após sua morte. Entre elas, ‘Virulência’, com versos enviados por email por Aldir Blanc ao amigo Alexandre Nero, ator, cantor e compositor. É uma letra para não nos esquecermos de Jair e suas companhias, o vírus, a violência, a destruição da floresta: “Na falta de ar, um governo deserto”, diz a letra.
A ‘Virulência’ – de Blanc, Nero e Antonio Saraiva – começa com “Um vírus nos virou do avesso / Nos arremessou pra dentro / Um tiro nos atirou por entre a Maré / É preciso inventar um lado de fora / É preciso ventar”. Segue com “Madrugada / Ouço o choro de crianças baleadas / Que brincando tombam na sala / Quilombolas, guajajaras machucadas / Nas florestas e favelas / Por um fio, equilibristas no nada”. E conclui, numa reflexão sobre Brasil à mercê de Jair: “Que falta me faz meus pais / Que falta nos faz a paz / Que falta nos faz um país”.
Em torno do busto de Aldir, celebrando seus 80 anos, centenas de cariocas como ele (nascido no Estácio, criado em Vila Isabel, por mais de 30 anos morador da Muda) lembram da falta que fez um país nos anos tenebrosos de Jair e sonham com um Brasil sem bolsonaros.
Comentários 40
A melhor e única maneira de recuperar é acabando e punindo com todo o peso da lei os corruptos, exatamente aqueles que corroem a corporação por dentro, aqueles que defendem a unhas e dentes a vida errada e o desrespeito, os políticos e outros que se associam ao lado errado para dominar e fazer “política”, caso contrário será só mais um blá blá blá
O povo só quer paz e o direito de ir e vir trabalhar em segurança
Sua fala foi muito bem colocada. Israel, é isso aí mesmo,quer resolver o problema de ordem pública, comece a tirar lixo de dentro da própria casa de nada adianta estudar estratégias se não aniquilar primeiro os corruptos!
Muito bem colocado,sugiro que outro batalhão faça essa missão
Disse tudo,ponto.????
Será mais uma maneira dos corruptos desviarem grana do povo, pois quem banca essas operações é o povo, os maiorais irão ver a grana diminuír e faram um basta, mandando o governador parar com as investidas nas favelas, é tudo um carnaval que se repete sempre.
Falou tudo
Isso só é o resultado do abandono do Estado naquela região, onde fica a mão de obra para servir os ricos da.Barra e.toda a zona sul do município. Falta lá até o Básico que é: saneamento.
Na verdade o que eles vão fazer é jogar a sujeira pra debaixo do tapete, pois 2026 é ano de eleição. Sou morador de Jacarepaguá a 50 anos.
Como foi muito bem pontuado pelo comentário anterior sobre punir corruptos e quem apoia a criminalidade, acrescento que de nada adianta reocupar essas áreas sem medidas drásticas de mudança no código penal.
Vemos o exemplo de 2010 a 2014 nas missões se pacificação, onde houve a “migração” dos meliantes para territórios , antes neutros (Muitos bairros da baixada fluminense, região dos lagos e etc.) ficaram infestados de criminosos e nunca mais foram os mesmos.
Foi a primeira lembrança que me veio a cabeça lendo essa notícia! Exatamente isso que aconteceu. Infelizmente. Com várias regiões pelo RJ. E como sempre o poder político, fingiu que não viu.
E é o receio quando li, porque vários locais mais tranquilos passaram por guerras de territórios e todos fingiram que não viram isso acontecer (só a população que passa sozinha). Eu por exemplo, moro num bairro que não tinha bandidagem espalhada ou sendo vista, mas na mesma madrugada desses confrontos, teve uma invasão e tiroteios intensos, e as comunidades que eram bem pacíficas no Bairro, viraram um campo de guerra por um bom tempo. E depois desse período, passou a ter tráfico pesado e homens armados sendo vistos a luz do dia pela região. Uma grande trsiteza! O Rio por completo está abandonado ao descaso já faz muito tempo, mas infelizmente, só tem piorado com o tempo. A população vive largada.
Sem dúvida a corrupção e a impunidade estão alimentando as facções de forma absurda. É incrível que nossas polícias entram nas comunidades para evitar guerra entre facções e não para acabar com elas. Difícil acreditar em retomada se nem multas por avanços de sinal de trânsito existem mais é tudo uma bagunça só, muito triste mas está difícil de ver uma luz no fim do túnel com tanta corrupção….
Vão começar por baixo porque se começar por cima começa, morrer vereador , juiz , se for pra acabar tem que começar pelos que fazem promessas e não cumprem, e ainda entra no governo pra roubar o povo já tivemos , exemplos de governo que afundou o estado do Rio como pezao, e Sérgio Cabral, como é que vai acabar se primeiro vai mexer no pequeno olha a vergonha do inss aí os juízes tem aplicar leis mais severas se todo o dinheiro que esses políticos tiram do trabalhador fossem colocados no aumento de salário o Rio ou o Brasil estaria fluindo mas agora vem dizer que vai ocupar , favelas e morros de baixa complexidade , por que não começa no , senado, nas prefeituras , nas câmeras de vereadores, nos juízes, no governo , ou na própria polícia, e porque se mexer sobra pra eles não são todos não estou julgando , e nem acusando , ninguém isso é a verdade porque já tivemos experiências desse tipo de ocupação que não deu certo isso e só pra maquiar que ver quando chegar ano que vem tem aumento de salário, aí não pode dar um aumento de 300.00 ou 400.00 que vai desequilibrar o país aí passa 15 dias o juizado aprova aumento de 5.000.00 pra uns , 3000.00 pra outros e aí não desequilibra né vão enganar outro o povo tem a força mas tem medo
Precisou o STF obrigar o Bolsonarista Castro a trabalhar
O próprio STF que ajudou a criminalidade a aumentar seu poder proibndo ações polícias desde de a pandemia até hoje, ainda tem que o atual governo federal apoia a crime organizado que também dificulta não autorizando as forças armadas no apoio ao combate, você se esqueceu que o Lula faz comício no complexo do alemão com autorização dos traficante e em São Paulo também faz comício em comunidades com autorização dos traficantes.
Concordo perfeitamente, CARA ERA ADVOGADO DE BANDIDO, RECEBIA DE BANDIDO, AGORA DEFENDE BANDIDO, COMO VAI SER EXEMPLO PRA ALGUEM, VAMIS PARA DE SERMOS ALIENADOS E DEIXAR DE LADO ESQUERDA E DIREITA E PENSAR EM NOS MESMOS.
A PM do Rio fez 2.810 operações entre março de 2020 e maio de 2023. Não adiantou nada o STF proibir as ações, elas continuaram acontecendo da mesma forma.
O que o STF está tentando fazer é colocar alguma ordem na zona que é a Polícia do Rio de Janeiro. Uma polícia que atua da mesma forma há 200 anos e nunca trouxe resultado e – pelo que parece – nunca vai ter.
Subir morro não reduz criminalidade, só mata bandido e trabalhador pego no fogo cruzado.
O que reduz criminalidade é inteligência, coisa que o Governo do Rio de Janeiro nunca investiu. E não tô falando só do Cláudio Castro, mas sim de todos anteriores à ele.
Enquanto isso não mudar a situação não melhora
Faço minhas a s palavras, é como sempre falo tem que começar pelos gabinetes, e pelas polícias Militar e Civil, e não se limita na zona Sudoeste e para tem qud ser em todo grande zRoo e baixada fluminense sem protecionismo.
Na verdade esses porcoliticos só vão jogar a sujeira pra debaixo do tapete 2026 é ano de eleição aí os pilantras voltam pra pedir nossos votos, depois volta tudo ao que era antes e enquanto as favelas estiverem ocupadas nós seremos roubados no asfalto…
Se não for assim, não vão recuperar coisa nenhuma.
Mas não tem bobo nessa história — eles sabem disso.
Na verdade o que eles vão fazer é jogar a sujeira pra debaixo do tapete, pois 2026 é ano de eleição. Sou morador de Jacarepaguá a 50 anos
Mano o Dino veio em uma comunidade dominadas pro traficantes na Cala e nada aconteceu, o lalau veio pedir voto no complexo e desapareceu depois das eleições, pediram apoio às forças armadas e novamente o lalau disse que o exército não atuaria por aqui.
O Castro pode não ser um cara bom, mas pelo menos trouxe concurso policiais…
O lalau e o STF nao fizeram nada para nos ajudar, estamos morrendo por aqui e o sangue está nas mãos deles.
O tio do nikolas foi pego com avião cheio de drogas.
Muitos aqui apoiam e votam nele.
Então são coniventes com família de traficantes.
Temos que começar a saber votar
Pra você ver.
Um incompetente
Os prefeitos tinham que serem responsabilizados por permitirem a favelização de áreas, construções em beira de Rios, encostas, calçadas, etc.
Depois que cresce, “já era”.
Legal o estado vai fazer um mutirão pra recuperar as favelas para os melícia essas PM e uma merda msm
É impossível controlar o crime organizado, trata-se de um fato social. Tudo isso é balela e o STF ( só tem falso) não está ligando para isso estão preocupados com o caviar.
Jacarepagua já foi o melhor lugar para si morar ,agora acabou com tantas guerras entre eles . Só esperamos que dessa vez dá certo essa operação
Acredito que só vai funcionar se a limpeza começar pela casa ,o que vai ser difícil.
Tenho muita esperança que dê certo, mas pouca expectativa. É necessário muita vontade de enfrentar um sistema que cresceu com a permissão que o poder público deixou durante pelo menos quatro décadas.
O que tem que ser feito é um projeto de desfavelizaçao do estado, desmantelamentos das favelas e reinclusao desse pesssoal em conjuntos habitacionais, vc acaba com o Trafico, com a Milicia , com a corrupção policial tudo com uma unica ação, redução da violência como um todo, melhora no ambiente econômico enfim, o retorno a um estado normal. O problema é que esse pessoal se acostumou a viver de forma parasita consumindo os espolios do crime, não paga água, luz, internet, não quer pagar transporte, a grande maioria encostados em bolsa familia e outros, não querem estudar, e uma parcela vive de venda de produtos roubados etc….
Bom dia!
Contudo, o Rio de Janeiro (todo o Estado Fluminense, e não só a capital carioca) continua lindo!
Mar, Montanhas, Baixada, Vales, Porciúncula, Varre-Sai…
As crises e o caos da região metropolitana não cancelam a beleza fluminense e não apagam o valor da gente carioca-fluminense.
“Rio de Janeiro purgatório da beleza e do caos”.
“O resto é mar e tudo que não sei contar”.
Abraço e beijos!
Marco Paulo Valeriano de Brito
Toda véspera de eleição é a mesma coisa…
A Favelopole do Rio de Janeiro NUNCA! será uma cidade civilizada.
Ahãn.
Acho engraçado essa palhaçada de comentar o Bolsonarista Castro, argumento de míope, a segurança pública e dever de todos, mas oque adianta prender e rapidinho soltar , para o trabalho policial realmente começar a funcionar, precisa acabar com essa progressão de pena que faz o vagabundo zombar da justiça, se o miserável tomar 5 anos tem que cumprir tudo, sou contra a pena de morte ou perpétua, mas plenamente a favor do cumprimento pleno da pena, não tenho culpa se o lindinho que escolheu o crime tomar 70 anos cada leva oque comprou, tem nada de Castro, de bolsonaro de Lula, é congresso nacional, que tem que resolver, aí temos de ver na TV o safado com 20 anotações ser preso por homicídio, a culpa não é dele é do sistema que solta ele, o negócio é complexo mas se começar por aí já temos algo para mudar!
Não adianta invadir sem investir em educação ampla, na economia local, cultura e doutrina. É preciso investir em arquitetura e urbanismo nesses locais, pois nem humanos, nem animais vivem a paz em espaços confinados e insalubres.
Só uma pergunta!!!
Se aparece muitos ratos em seu quintal o que vc faz???
Coloca veneno???
Mata eles???
Se possível e estiver ao seu alcance vc extermina???
Pq se vc deixá-los livres se reproduzem!!!
Procriam!!!
E depois eles se alastram!!!
Se espalham p procriarem em outras regiões,certo!!!
Melhor comentário do Sr Ismael de Farias,se seguir o que foi descrito acima, Deus seja louvado.
Sinceramente não concordo com a tomada de território, porque o estado ja perdeu para os criminosos, o poder público nao tem pessoal suficiente para tomar conta de nenhuma comunidade do Rio, e sempre a mesma história, eles entram, fazem um monte de coisas para a populacao e depois vao embora, e ai volta tudo novamente. A policia era para entrar e ficar nas comunidades, estabelecer bases em cada comunidade, mas nao tem homens ( policiais para tudo isso ) sem contar o gasto que iria gerar para o estado . Se nao for desse jeito, de estabelecer bases em cada comunidade nao vai adiantar querer retomar territorio.
É só seguir o caminho do dinheiro que asfixia o crime, os barões estão em suas mansões comandando e lavando a grana.