A alta na procura por moradias de curta temporada no Rio chamou a atenção de uma startup focada no setor. A empresa Charlie anunciou que vai expandir a atuação no município e oferecer operação em unidades do Rio Energy, residencial no Porto Maravilha.
O prédio fica na Rua Equador e é um projeto da construtora Cury, que assinou o acordo com a startup. A empresa passa a oferecer o serviço em algumas das unidades, mas o cliente final não é obrigado a aderir. Nos apartamentos sob responsabilidade da Charlie, a empresa media o anúncio das unidades em plataformas de estadia temporária, como o Airbnb.
A startup vem de São Paulo, mas já atua no Rio, com a operação de imóveis em Ipanema, Copacabana e Leblon. O objetivo com a expansão no município é aproveitar a alta demanda turística da capital fluminense para rentabilizar investimentos em estúdios e outras unidades.
Com informações da coluna Capital, do jornal “O Globo”.


Parabéns
Isso é coragem empresarial… ou informação muito privilegiada sobre o futuro.
Investir pesado em pleno ambiente de crise e de novas taxações só faz sentido quando se acredita muito no potencial do Rio — ou quando se tem certeza de que o governo não vai querer virar sócio majoritário do negócio.
Empreender no Brasil hoje virou um ato de bravura.
Se a sanha arrecadatória apertar demais, certamente vozes firmes no Congresso, como a do deputado Nikolas Ferreira, continuarão denunciando a malversação e os exageros contra quem trabalha, investe e gera riqueza.
Torço para que dê certo. O Rio precisa de investimento, não de mais impostos.