O bancada do PL na Câmara de Vereadores até comemorou o fato de dois projetos entrarem na pauta desta terça-feira (25) — um para possibilitar armar a Guarda Municipal e outro para adoção da denominação “Polícia Municipal”. Contudo, a alegria durou pouco.
Vereadores governistas emendaram as propostas, que acabaram retornando às comissões da casa e saindo de pauta. A oposição, com as iniciativas, tentava responder à proposta do prefeito Eduardo Paes (PSD) de criar a Força Municipal de Segurança, que irá atuar armada na cidade.
“De que adianta criar uma nova força de segurança se a Guarda Municipal continua desarmada?”, questionou Poubel (PL).
“Os guardas estão na rua, enfrentando risco todos os dias, mas sem o equipamento necessário para reagir. Segurança pública não se resolve com cassetete e boa vontade. Se a Prefeitura quer mesmo combater o crime, que comece armando quem já está em serviço”, concluiu.
A proposta da mudança para “Polícia Municipal”, cabe ressaltar, não iria alterar a estrutura da corporação, apenas formalizar a nomenclatura.
“Chamar a Guarda Municipal de ‘Polícia Municipal’ não é um capricho, é dar clareza ao seu trabalho e reforçar a sensação de segurança nas ruas. Falta apenas o reconhecimento oficial”, destacou o autor, Rogério Amorim (PL).
Força Municipal de Segurança é inconstitucional. O Prefeito tem equipar , valorizar e usar a GM. Se ele tem algum problema particular com a categoria, a população não tem nada a ver com isso.
Os vereadores que defende a força Municipal de Eduardo Paes não merecem estar na camara pois não estão respeitando a constituição! Isso deveria ser um crime com punição severa! Nossa constituição tem que ser respeitada!!!
A Casa de Leis que Deveria fiscalizar o prefeito, e legislar em simetria com as normas gerais do Governo Federal, quer votar um projeto inconstitucional, é uma bagunça.