A Justiça do Rio negou o pedido de liminar da defesa de Dr. Jairinho para suspender o júri marcado para o dia 25 de maio. Ele é acusado da morte de Henry Borel, junto com a ex-mulher, Monique Medeiros. A defesa alegou que não teve acesso ao conteúdo de um disco rígido de um notebook apreendido durante as investigações.
No dia 23 de março, data inicialmente marcada para o julgamento, os advogados de Jairinho abandonaram o plenário em uma tentativa de forçar o adiamento da sessão após a decisão da juíza Elizabeth Machado Louro, que negou o pedido dos advogados.
Monique chegou a obter o relaxamento da prisão, mas voltou a ser presa após decisão do Supremo Tribunal Federal (STF).
A decisão foi assinada pelo desembargador Joaquim Domingos de Almeida Neto, que negou o pedido de vistoria do material ao considerar que o dispositivo sofreu dano irreparável. Na decisão, também argumentou que todas as etapas de produção de provas já foram superadas no processo.

