A concessionária Aena, que assumiu a administração do Aeroporto Internacional Tom Jobim, o Galeão, anunciou um pacote de investimentos de R$ 1 bilhão para os próximos três anos. A previsão é que as iniciativas movimentem o mercado de trabalho, com a geração de 3.860 empregos ao longo do período.
O plano foi apresentado nesta terça-feira (13), durante um evento sobre o desenvolvimento do terminal. A estratégia inclui a expansão da oferta de voos para destinos brasileiros e estrangeiros, além de investimentos na infraestrutura aeroportuária. A empresa, no entanto, ainda não detalhou quais estruturas passarão por obras ou manutenção.
O ministro de Portos e Aeroportos, Tomé Franca, participou da apresentação e defendeu a ampliação da oferta de voos internacionais para fortalecer o turismo no país. Segundo ele, o Galeão tem condições de desempenhar um papel central nessa estratégia.
“O Brasil precisa de mais aeroportos vocacionados ao turismo internacional. Além do Aeroporto de Guarulhos, essa é a vocação do Aeroporto do Galeão. Pela infraestrutura e pela capacidade, mas também pela vocação da cidade e do estado do Rio de Janeiro, com suas belezas naturais e culturais, que são um motor do turismo do estado e do Brasil”, afirmou o ministro.
Franca também defendeu a entrada de novas companhias aéreas no mercado brasileiro e a integração dos serviços de transporte aéreo entre países da América do Sul.
Galeão terá voos ampliados para 30 destinos
A expansão da malha aérea é uma das principais medidas previstas no planejamento da Aena. A empresa pretende aumentar a frequência de voos para 30 destinos, sendo 18 nacionais e 12 internacionais.
As primeiras mudanças estão previstas para outubro, com investimentos em rotas para Nova York e Toronto, além do aumento da oferta de voos para Paris e Miami.
Em novembro, o aeroporto deverá retomar as operações para Assunção, no Paraguai, e ampliar as frequências para Frankfurt, Lisboa e Porto.
Já em dezembro, a previsão é reforçar as conexões com Mendoza, Lima, Dallas e Montreal. O planejamento inclui ainda a expansão de rotas sazonais entre cidades brasileiras, com continuidade do cronograma ao longo de 2027.
Com informações do portal “g1”.


























































