A distribuidora Terrana/Tobras entrou na mira do governo do estado. A Justiça do Rio atendeu a um pedido do governo e impediu a atuação do grupo empresarial, que passou a ser controlado, em 2025, por Mohamad Hussein Mourad — o “Primo” — e Roberto Augusto Leme da Silva — o “Beto Louco”.
A Terrana/Tobras teve o CNPJ bloqueado, além de ter tido a inscrição estadual no Rio cassada. A partir desta quinta-feira (09), a distribuidora teve todas as suas operações paralisadas. A empresa se tornou o principal braço empresarial de “Primo” e “Beto Louco” no Rio, após a cassação das inscrições estaduais da Aster Distribuidora e da Copape em São Paulo.
Os dois são investigados por suposto envolvimento com um esquema bilionário do PCC.
Ambos os empresários foram alvos da Operação Carbono Oculto, deflagrada em 2025 pelo Ministério Público de São Paulo, Receita Federal e Polícia Federal com o objetivo de investigar um esquema de lavagem de dinheiro, sonegação fiscal, adulteração de combustíveis e supostas conexões com o PCC.
O grupo, então, teria tentado manter suas operações por meio de novas estruturas, agora no Rio de Janeiro.
Com informações de Lauro Jardim, em “O Globo“.

