A Prefeitura do Rio iniciou neste fim de semana as obras de expansão do Parque Realengo Susana Naspolini, na Zona Oeste. O lançamento da pedra fundamental foi feito pelo prefeito Eduardo Cavaliere no último sábado (13), ocasião em que o espaço completou os dois anos de existência.
Com investimento de R$ 83,3 milhões, a intervenção vai duplicar a área do parque para 150 mil metros quadrados, com previsão de conclusão para o segundo semestre de 2028.
A ampliação do perímetro foi viabilizada após o município adquirir dois terrenos vizinhos, que pertenciam ao Exército Brasileiro, em uma transação de cerca de R$ 50 milhões. Os lotes ficam na Rua General Sezefredo e farão com que o equipamento público passe a ocupar todo o quarteirão.
Parque Realengo receberá terminal, pavilhão de exposições e sistema de captação de água
O projeto prevê a urbanização de 68,6 mil metros quadrados de novas áreas e a construção de 4,5 mil metros quadrados de edificações de apoio, com preservação das árvores nativas.
Além disso, a obra inclui a construção de um terminal rodoviário integrado dentro da nova área do Parque Realengo, com 525 metros quadrados. A partir de lá, será criada uma ciclovia de 1,7 quilômetro para conectar o parque à estação ferroviária de Realengo. O projeto prevê, ainda, mil metros de novas pistas para caminhada.
A obra também tem o objetivo de adequar o parque a medidas de sustentabilidade ambiental. O Parque Realengo vai receber um sistema próprio de captação, tratamento e reuso de água. O recurso vai abastecer os novos lagos e uma área de lazer aquático, que contará com nebulizadores e pequenos toboáguas.
A estrutura terá ainda um parquinho infantil temático com brinquedos tradicionais, áreas para piquenique, redários, seis novas churrasqueiras, um palco coberto de 1,6 mil metros quadrados e o Espaço Kéré, pavilhão de exposições assinado pelo arquiteto internacional Francis Kéré. Já anunciado no passado, o polo gastronômico do Parque Realengo também deve ser oficializado com a construção de novos quiosques e espaços para food trucks.


Oitenta e três milhões investidos…aí vc vai na clinica da família,não tem dipirona disponível para o enfermo…e assim vamos sobrevivendo
licitações de obra da lucro,talvez seja por isso,atender a saúde do povo é gasto.
Verdade as clínicas da Família e o Upa estão largados fora esse sisreg que temos que esperar sabe Deus quando conseguimos fazer exames e se tratar de algum problema de saúde. Tem que esperar até morrer na tal fila. Para conseguir pra ser Atendido. E pegar uns remédio..
Eduardo só pensa em parque, na clínica da família, UPA e caps não tem medicação!!!
Também acho isso uma covardia com o povo a nossa saúde e educação e precária agente e que si lasque