O vereador da Câmara do Rio, Rafael Satiê (PL), questionou publicamente a carta divulgada pelo Partido dos Trabalhadores (PT) voltada ao eleitorado evangélico. Em vídeo publicado em suas redes sociais, o parlamentar argumentou que o documento tenta disputar o voto cristão sem abordar temas que ele considera centrais para esse segmento.
Segundo o parlamentar, a mensagem do PT utiliza referências bíblicas, mas evita pautas de costumes e assuntos ligados à família e à defesa da vida, que aponta como prioritários para os evangélicos conservadores.
O vereador também contestou o trecho em que o partido critica a instrumentalização política da fé: “A carta diz que a religião não deve ser usada para dividir o povo e que não se deve tirar proveito político de algo sagrado”, citou.
Contexto eleitoral
Na avaliação de Satiê, a iniciativa do partido tem relação direta com as articulações para a eleição de 2026 e reflete a dificuldade do presidente Lula em ampliar sua aprovação entre os evangélicos.
Ao final, o vereador defendeu a participação ativa de religiosos na vida pública, sob o argumento de que o distanciamento da igreja gerou um cenário hostil aos valores cristãos. Satiê, que também atua como pastor, concluiu sua declaração afirmando que “não existe cristão de esquerda”.


E onde ele viu isso, quais princípios teológicos, científicos ou divinos atestam essa fala imbecil e discriminatória?
EU SOU CRISTÃ E REPUDIO ESSA FALA DOS POLITICOS. ELES QUERWM GANHAR VOTOS E NAO DAZEM NADA POR NINGUÉM. NAO VOTO EM NENHUM DESSES CARAS. TODOS QUERWM SE DAR BEM NO PÚLPITO, MAS NA REALIDADE SÃO PODRES. DETESTO ESSE PERIODO ELEITORAL. ALGUNS IRMÃOS EXAGERAM. NAO PODEMOS CONFUNDIR POLITICA COM RELIGIÃO. ATÉ QUEM NUNCA FOI A IGREJA QUER SE DAR BEM. FORA MALANDROS!!!OS VERDINHOS MASCARADOS NEM SÃO CRISTÃO S. PL DA MALDADE CAIAM FORA!!!!
O verdadeiro cristão não está relacionado a nenhum partido,seja de esquerda ou direita. Não se deve misturar religião com política, eleitor tem que ter liberdade de votar em quem quiser, independente de ser de direita ou esquerda o que vale é a sua convicção.
Esse vereador estimula essa guerra ridículo entre as religiões querendo direcionar o voto de seus fiéis em benefício de seu partido.
O partido dele é citado diariamente na imprensa falada e escrita envolvido em vários casos de corrupção e a maioria dos corruptos são da religião dele.