A nova operação de busca e apreensão da Polícia Federal, nesta terça-feira (26), na residência de Cláudio Castro, ao que tudo indica, terminou de sepultar a pré-candidatura do ex-governador ao Senado.
Dirigentes do Pl não falam oficialmente — mas destacados parlamentares do partido admitem que o nome do homem não só subiu no telhado, como de lá despencou fragorosamente. Se ele conseguir se livrar da inelegibilidade conquistada no julgamento do caso Ceperj, poderá ser candidato a deputado federal.
E olhe lá.
Mas a turma do alto escalão do partido também diz que não vai entregar a vaga para alguém filiado a outra legenda. “A vaga é do PL”, diz um dirigente.
Então, nada de o ex-secretário de Polícia Civil Felipe Curi despontar como substituto. O delegado é do PP.
Vendo o caminho mais liberado do que nunca, o deputado federal Carlos Jordy (PL), que sonha com o vizinho Senado há tempos, está aproveitando para ganhar espaço nas redes /e em listas de transmissão.
Com a vaga de Castro ao alcance da mão
E a estratégia do bolsonarista parece estar dando certo.
Quem apenas sorria da possibilidade de ver o nome do homem na chapa majoritária da direita, já está sendo obrigado a levar a possibilidade a sério.

