Os ministros Nunes Marques e André Mendonça consignaram seus votos no plenário virtual do Supremo Tribunal Federal (STF) — seguindo a ministra Cármen Lúcia em sua divergência parcial no caso da eleição indireta para governador do Estado do Rio. Os três optaram por restabelecer o prazo-relâmpago de 24 horas para desincompatibilização, previsto na lei aprovada pela Assembleia Legislativa.
Mas acompanharam o ministro relator Luiz Fux, no trecho que suspendeu a expressão “nominal, aberta” da lei estadual.
Agora são quatro a favor do voto secreto, e três pelo prazo de 24 horas para desincompatibilzação. Apenas Fux votou pelos seis meses, como numa eleição regular..

