Notificação

PF prende homem com 34 quilos de maconha, no Aeroporto do Galeão

Neste sábado (24), a Polícia Federal prendeu em flagrante, no Aeroporto do Galeão, um homem que transportava 34 kg de maconha. O preso, de 32 anos e natural de Manaus, havia chegado em um voo vindo da sua cidade natal.

Durante fiscalizações de rotina, policiais federais identificaram a droga oculta nas duas malas despachadas pelo passageiro e efetuaram a prisão em flagrante.

Ele foi encaminhado ao sistema prisional do estado e responderá pelo crime de tráfico interestadual de drogas, cuja pena pode chegar até 25 anos de reclusão.

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De endereço novo nos Estados Unidos, o deputado foragido Alexandre Ramagem está aceitando doações para mobiliar a casa

Considerado foragido desde novembro, quando foi condenado a 16 anos de prisão por envolvimento na trama golpista, o deputado federal Alexandre Ramagem (PL-RJ) mudou de cidade nos Estados Unidos — e está aceitando doações para mobiliar a casa nova. Ramagem fora flagrado em Miami no mês passado — mas teria se transferido para Orlando, também na Flórida, nas últimas semanas.

Contam as línguas mais vigilantes que o motivo da mudança foi financeiro, já que em Orlando o custo de vida é mais em conta. Talvez por isso, a mulher do deputado, Rebeca Ramagem, tenha ido às redes sociais agradecer as doações que o casal tem recebido.

Nos stories, a advogada, ex-delegada e procuradora do Estado de Roraima mostra caixas fechadas — uma delas, com a ilustração de uma cadeira de escritório —, poltrona e colchão ainda envelopados.

“Almas caridosas nos mandaram em doação hoje”, diz a legenda. “Não marcarei o anjo que nos mandou para evitar que a pessoa seja perseguida. Mas estamos profundamente gratos”.

Autoridades brasileiras tentam a extradição de Ramagem

A condenação foi confirmada pelo Supremo Tribunal Federal (STF) em 25 de novembro de 2025 e tornou o deputado foragido. Já foram iniciados os trâmites para a sua extradição.

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TCE investiga pagamento indevido de gratificação a pensionistas de militares

O Tribunal de Contas do Estado (TCE) investiga um possível pagamento indevido da Gratificação de Risco de Atividade Militar (Gram) a um grupo pensionistas. A conselheira-relatora, Marianna Montebello Willeman, deu 15 dias para que os secretários estaduais da Casa Civil, Polícia Militar e Polícia Civil apresentem esclarecimentos

A denúncia foi apresentada ao TCE em 2024. Afirma que a gratificação não poderia ser paga indistintamente aos militares da ativa, tampouco a pensionistas cujo titular falecido tenha sofrido a fatalidade em época anterior à criação do benefício, ou seja, antes de 1º de janeiro de 2022, quando foi sancionada a lei que criou a Gram.

O major Luigi Alberto explicou que a denúncia trata sobre o pagamento da Gram um grupo de cerca de 5 mil pensionistas das 23 mil totais que o estado possui. Par o militar, a gratificação foi usada como “barganha política” ao ser concedida a um grupo que, em sua análise, não tem o direito.

“Um grupo de cinco mil pensionistas está recebendo essa Gram, que foi feita de barganha política, preterido os veteranos e pensionistas previdenciários. Como quebrou a paridade, fizemos há um ano a denúncia no TCE”, afirmou.

Também segundo a denúncia, a Gram, aplicada no percentual de 62,5% sobre o somatório do soldo militar, da Gratificação de Regime Especial de Trabalho (GRET) e da Gratificação de Habilitação Profissional (GHP), tem sido paga de forma indiscriminada, contrariando a legislação que não permite o acúmulo de gratificações pro labore faciendo a servidores militares do Estado (Polícia Militar e Corpo de Bombeiros), que já recebem uma Gratificação de Encargos Especiais (GEE).

Em novembro do ano passado, o relator anterior do caso e atual presidente do TCE, Márcio Pacheco, havia decidido que o tribunal não trataria sobre a questão das pensionistas. No entanto, foi apresentado recurso e Montebello, atual conselheira, aceitou votou para que os secretários deem as explicações sobre a alegação do suposto pagamento indevido da gratificação.

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Trecho do voto da conselheira – Foto: Reprodução

Caso Marielle: miliciano preso desde 2019 já recebeu R$ 466 mil só de gratificação da PM

Preso desde 2019, condenado por quatro homicídios e a ocultação de um dos corpos, o policial militar Ronald Alves de Paula, conhecido como Major Ronald, ex-chefe da milícia da Muzema e um dos acusados da morte da vereadora Marielle Franco, continua recebendo R$ 7,4 mil por mês a título de Gratificação de Risco da Atividade Militar (GRAM). Desde que passou a viver numa cela, o oficial da PM já recebeu, dos cofres públicos, um extra de R$ 466 mil.

Hoje cumprindo a pena de 76 anos e oito meses no presídio federal de Mato Grosso do Sul — onde o único risco que corre é o de levar uns cascudos de algum outro detento — Ronald continua recebendo a gratificação que, por lei, “é devida ao militar do estado em virtude das peculiaridades inerentes à carreira militar, cuja condição está relacionada ao sacrifício da própria vida em defesa e segurança da sociedade”.

A Polícia Militar do Rio cita a lei 9537/2021 como justificativa para o pagamento da GRAM a um policial fora de combate há mais de cinco anos. O texto diz que “o militar do estado, em efetivo serviço, faz jus à Gratificação de Risco da Atividade Militar”, Segundo a PM, isso quer dizer que “todos os policiais militares fazem jus ao soldo e à gratificações enquanto permanecerem nos quadros da corporação”.

Quando perguntada como o “efetivo serviço” pode ser prestado atrás das grades, e em outro estado, a resposta foi que “para fins legais, efetivo serviço é o espaço de tempo, computado dia a dia, entre a data de ingresso e a data-limite estabelecida para a contagem ou a data do desligamento do serviço ativo”. Ou seja, nada tem a ver com tal “sacrifício da própria vida em defesa e segurança da sociedade”.

Apesar de tantas condenações, Major Ronald não foi expulso. “A exclusão de policiais ocorre mediante Processo Administrativo Discipliinar (PAD) e por ordem da Justiça”, diz a nota-resposta da PM. “Em caso de cometimento de crimes, a decisão sobre desligamentos normalmente aguarda o resultado do processo judicial”. Além de Ronald, todos os oficiais presos, inclusive os que estão no Batalhão Prisional, continuam recebendo a GRAM enquanto continuam nos quadros da corporação. Se a PM sabe o quanto gasta com eles, não quis responder. Foi perguntada, mas…

Enquanto a Justiça não decide o que faz com estes condenados, a bola está com o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ). Uma denúncia sobre esta e outras “particularidades” no pagamento da GRAM foi formalizada ao tribunal em abril de 2024. O processo foi aberto, mas encontra-se em sigilo.

Empresa do cartão Jaé é multada novamente em quase R$ 2 milhões por desrespeito ao consumidor

A Secretaria estadual do Consumidor (Sedcon) e o Procon-RJ multaram novamente, nesta quinta-feira (16), a empresa CBD Bilhete Digital, responsável pelo cartão Jaé, por irregularidades que violam os direitos do consumidor. A nova penalidade, de quase R$ 2 milhões, foi aplicada após fiscalizações que identificaram diversas falhas na prestação do serviço.

Entre as infrações constatadas pelos agentes estão máquinas de recarga com defeito, filas com cerca de 200 pessoas em pontos de atendimento e longos tempos de espera. Também foram identificadas falhas na organização do atendimento preferencial, falta de informações adequadas aos consumidores e ausência do livro de reclamações.

Cartão Jaé foi multado outras vezes

Em julho, a Sedcon e o Procon-RJ já haviam aplicado uma multa de mais de R$ 12 milhões à empresa, também por infrações semelhantes, quando o uso do cartão Jaé se tornou o obrigatório nos transportes municipais, como ônibus, BRT, VLT, vans e cabritinhos. Um mês antes, em junho, outra penalidade, no valor de R$ 10 milhões, também havia sido imposta pelo mesmo motivo.

De acordo com o secretário de Defesa do Consumidor, Gutemberg Fonseca, a nova multa é uma resposta direta e proporcional às violações identificadas. “O estado está atento e vai continuar atuando para que empresas que prestam serviços à população cumpram suas obrigações legais”, afirmou.

Jaé: CEO esclarece principais dúvidas sobre a transição do RioCard para o novo sistema

A partir de 1º de fevereiro, o RioCard será substituído pelo novo sistema de bilhetagem Jaé nos transportes municipais do Rio. O diretor executivo do Jaé, Zeca Vianna, detalhou os principais aspectos dessa mudança e as ações para assegurar uma adaptação tranquila aos usuários.

De acordo com o economista, a mudança foi resultado de uma licitação pública realizada pela Prefeitura do Rio. O objetivo é aumentar a transparência e a eficiência no sistema de transporte municipal, com o Jaé oferecendo mais dados e estatísticas sobre a utilização dos transportes.

“O Jaé traz uma série de inovações para facilitar a vida do carioca, como o pagamento via QR Code pelo aplicativo, onde o saldo nunca expira, e diversos recursos de comodidade para o usuário. Além disso, a prefeitura terá mais informações para tomar decisões, como ajustes na quantidade de ônibus ou na temperatura dos veículos”, explicou o CEO.

Integração do Jaé com os transportes intermunicipais

Vianna garantiu que a integração entre o Jaé e os transportes intermunicipais, que continuam sendo operados pelo RioCard, está sendo discutida e é um “tema quente”. No entanto, segundo ele, ainda não houve uma decisão por parte da prefeitura e do governo do estado sobre como será feita essa parceria.

“Estamos aguardando a definição do modelo de integração entre os transportes municipais e intermunicipais. Quando tivermos a definição, vamos implementar o sistema. A responsabilidade de criar as regras de cobrança é do poder público, nós somos apenas o meio arrecadador”, enfatizou.

Quem vai precisar usar dois cartões?

O CEO do Jaé também destacou que, atualmente, os passageiros que utilizam tanto o transporte municipal quanto o intermunicipal precisam de dois cartões: o Jaé para os ônibus, BRTs, VLTs, cabritinhos e vans municipais, e o RioCard para os modais intermunicipais (trem, metrô, barcas, etc.).

“O que vamos fazer é seguir as orientações que forem passadas, mas sem dúvida a questão dos custos pode mudar, especialmente se a integração entre os sistemas não for feita de forma a evitar o uso de dois cartões, como ocorre atualmente. O que podemos garantir é que o sistema está pronto para ser implementado conforme as diretrizes das autoridades competentes”, afirmou.

Vianna orienta empresas sobre o vale-transporte

A chegada do novo sistema também exige adaptação por parte das empresas que fornecem vale-transporte aos seus colaboradores. Zeca Vianna recomenda que as instituições adquiram o vale-transporte o quanto antes para evitar problemas de última hora.

“A nossa orientação é que as empresas comprem imediatamente o vale-transporte para seus colaboradores. O processo de cadastro e compra é simples e rápido, mas a entrega do cartão físico pode demorar um pouco devido à alta demanda. Porém, o QR Code gerado pelo aplicativo Jaé é uma solução temporária e garantirá o acesso ao transporte, mesmo sem o cartão físico”, afirmou o CEO.

Atraso na entrega dos cartões físicos

A transição tem gerado uma alta demanda no novo sistema, o que, segundo relatos de usuários, tem ocasionado atrasos na entrega dos cartões. Em resposta, Zeca Vianna informou que o sistema está preparado para suportar o volume de transações, mas alertou que o prazo de entrega do cartão, atualmente de até 10 dias úteis, pode ser afetado.

“O problema da demora na entrega dos cartões se deve ao grande volume de solicitações, principalmente no último trimestre de 2024. O prazo normal para entrega é de até 10 dias úteis, mas, devido à alta demanda, ele pode ser um pouco maior”, explicou.

Para aqueles que não receberem o cartão a tempo da transição em fevereiro, o QR Code é uma solução prática apresentada pela equipe do Jaé. O usuário pode gerar o código por meio do aplicativo Jaé e utilizar os transportes municipais normalmente até que o cartão físico chegue.

Benefício de gratuidade do Jaé

Zeca Vianna também abordou a transição para os beneficiários de gratuidade, que incluem idosos a partir de 65 anos, pessoas com deficiência, estudantes e universitários com renda per capita de até um salário mínimo ou beneficiados por programas de inclusão.

De acordo com o CEO, esses usuários precisam se cadastrar no aplicativo Jaé ou ir a uma das lojas físicas. Caso optem pela entrega do cartão em casa, a taxa será de R$ 7,95.

“Uma das grandes facilidades do Jaé é a entrega do cartão em casa, sem a necessidade de o usuário ir até um posto físico. Ao pagar uma taxa de R$ 7,95, o usuário pode receber o seu cartão diretamente em casa, sem precisar se deslocar. Isso inclui tanto os beneficiários de gratuidade, como idosos e estudantes, quanto os usuários que não estão vinculados a empresas”, explicou o CEO.

E os créditos do RioCard?

Vale destacar que os créditos do RioCard não serão transferidos para o Jaé, pois os dois sistemas são independentes. Por isso, a recomendação da prefeitura é que os usuários aproveitem os créditos do RioCard até o dia 31 de janeiro de 2025, para evitar prejuízos. Após essa data, somente o Jaé será aceito nos transportes municipais.

Como solicitar o cartão

O novo cartão Jaé pode ser solicitado de forma prática pelo aplicativo disponível para Android e iOS ou pelo site jae.com.br. Para quem preferir solicitar o cartão físico, o Jaé também possui 11 lojas físicas espalhadas pela cidade. São elas:

  • Barra da Tijuca (terminais Alvorada e Jardim Oceânico)
  • Botafogo (Rua Voluntários da Pátria, 169)
  • Campo Grande (Rua Aurélio de Figueiredo, 41)
  • Cidade Nova (Rua Afonso Cavalcanti, 455)
  • Deodoro (Terminal intermodal)
  • Guaratiba (Terminal Pingo D’Água)
  • Ilha do Governador (Terminal Aroldo Melodia)
  • Madureira (Terminal Paulo da Portela)
  • Santa Cruz (Rua Felipe Cardoso, 148)
  • Taquara (Av. Nelson Cardoso, 905)

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