A operação Sem Refino da Polícia Federal, deflagrada na manhã desta sexta-feira (15) — e que teve mandados de busca e apreensão em endereços do ex-governador Cláudio Castro e ordem de prisão para o empresário Ricardo Magro, dono da Refit — será o estopim de uma grande reformulação na Secretaria estadual de Fazenda (Sefaz) e na Procuradoria Geral do Estado (PGE).
A ação — que também mira o ex-secretário estadual de Fazenda Juliano Pasqual e o ex-procurador Renan Saad — é a melhor justificativa para as mudanças que já estavam sendo previstas pelo atual secretário, Guilherme Mercês, e pelo procurador Bruno Dubeux.
Castro demitiu Mercês e Dubeux
Para quem não está ligando os nomes às pessoas, Mercês e Dubeux foram exonerados do governo Castro justamente por não aceitarem uma acintosa renegociação das dívidas da Refit — que só foi efetuada quando eles foram retirados dos cargos.
E agora assistem, de camarote, a PF bater à porta de Pasqual e Saad, os seus sucessores.

