A operação Sem Refino da Polícia Federal, deflagrada na manhã desta sexta-feira (15) — e que teve mandados de busca e apreensão em endereços do ex-governador Cláudio Castro e ordem de prisão para o empresário Ricardo Magro, dono da Refit — será o estopim de uma grande reformulação na Secretaria estadual de Fazenda (Sefaz) e na Procuradoria Geral do Estado (PGE).
A ação, que também mira o ex-secretário estadual de Fazenda Juliano Pasqual e o ex-procurador Renan Saad, fortalece as intenções de mudanças que já estavam sendo previstas pelo atual secretário, Guilherme Mercês, e pelo procurador Bruno Dubeux.
Castro demitiu Mercês e Dubeux por não aceitarem renegociação
Para quem não está ligando os nomes às pessoas, Mercês e Dubeux foram exonerados do governo Castro justamente por não aceitarem uma acintosa renegociação das dívidas da Refit, que foi efetuada apenas quando eles ambos foram retirados dos cargos.
Agora assistem, de camarote, a PF bater à porta de Pasqual e Saad, os seus sucessores.


Isso dinheiro podia se recomposição do estado mais não primeiro vez que safado tá envolvido em roubo ne gorvenado exercito tá botando TD em ordem castro na cadeia tem FC safado
O maior roubo aconteceu no governo Sérgio Cabral e o secretário de Fazenda nunca foi alvo da polícia, muito pelo contrário, virou ministro da Fazenda da Dilma e presidente do BNDES do Bolsonaro. O maior roubo no Rio previdência foi a Operação Delaware, que deixou os aposentados sem salário.
A corrupção no governo Sérgio Cabral ganhou forma e força no segundo mandato, quando Joaquim Levy, a quem você se refere, não fazia mais parte do governo, não era mais secretário de Estado. Joaquim Levy deixou o governo Cabral em 1⁰ de janeiro 2010, apenas três anos após o início do governo Cabral, e foi para a iniciativa privada (Bradesco). Só em 2015 se tornou Ministro da Fazenda e por um período de 12 meses. Joaquim. Saiu do governo para se tornar Diretor- Geral e Financeiro do Banco Mundial, que nada tem a ver com Lula, Dilma, Cabral, Temer, Bolsonaro etc. Em 2019 foi indicado para a presidência do BNDS, no governo bolsonarista, permanecendo apenas 5 meses. Joaquim Levy deixou a presidência do BNDES em junho de 2019 após sofrer forte pressão e uma reprimenda pública do então presidente Jair Bolsonaro, que deseja ter “poder absoluto” sobre a gestão e o caixa do BNDS…. Levy não se rendeu à máquina de corrupção e desinteligência bolsonarista.
Como é bom ver uma escrita, limpa, coerente e inteligente. Obrigado por isso.
O primeiro governo do Sérgio Cabral foi MUITO corrupto, tanto que o evento da gangue dos guardanapos na Europa, com o dono da construtora do PAC foi em 2009 e o Joaquim Levy estava lá em Paris. Foi acobertado pela lava jato do Rio por algum motivo.
QUERO ENTENDER, MAS NÃO CONSIGO, TODOS OS GOVERNANTES QUE SE ENVOLVERAM EM FALCATRUAS – ROUBOS – ESTÃO AÍ DE VOLTA VISANDO SEREM ELEITOS DE NOVO. É MUITA SACANAGEM COM O POVO. E O PIOR TEM GENTE QUE VOTA NESSES CANALHAS.
No Rio só tem politico sem vergonha tinham que ir para cadeia e ficar la e não como Cabral solto e rico com o dinheiro do povo!