O Juízo da 2ª Vara da Comarca de Guapimirim determinou, nesta sexta-feira (10), a suspensão de nomeações irregulares na Câmara de Guapimirim relacionadas a um concurso público realizado em 2019. A medida foi determinada em uma ação ajuizada pelo Ministério Público do Estado (MPRJ).
Entre as nomeações suspensas estão as de Fabiano de Assis Corrêa e Thaina Pereira de Mello, para os cargos de contador e auxiliar de recursos humanos, respectivamente.
Segundo o MPRJ, as irregularidades teriam sido viabilizadas por articulação do então presidente da Câmara em 2023, Pitter Silva (Republicanos). O diretor-geral Ewerton Silva Cordeiro também teria atuado diretamente na condução administrativa e na execução das convocações e nomeações.
Envolvimento de outras figuras políticas de Guapimirim
O MPRJ aponta ainda que o procurador legislativo Rogério Cardoso Martins não teria exercido o controle de legalidade esperado para o cargo. Já o vereador Nei da Cesta Básica (Republicanos), ex-presidente da Câmara em 2022, teria participado diretamente do ato que afastou uma servidora efetiva concursada.
Na decisão, o juízo determinou que a Câmara apresente, no prazo de cinco dias, cópias integrais dos contracheques desde as nomeações e informe o valor total pago a cada servidor a título de vencimentos, gratificações, auxílios ou outras vantagens pecuniárias.


Guapimirim está entregue ao crime organizado. Os terrenos vazios estão sendo surrupiados, ocupações irregulares e muitas irregularidades. Intervenção já.
A Câmara de Guapimirim foi tomada de assalto. Deus livre Guapimirim.
Meu Deus!!!! O que fizeram de Guapimirim!!!!!
E o Natal, será que já apuraram 2024 e 2025……um escândalo!!!
Os vereadores estao invadindo terrenos , destruindo as arvores e construindo casas e vendem por 400 mil reais. Mão de obra escrava sem direitos