A licitação da Prefeitura do Rio de Janeiro para implantar o transporte aquaviário nas lagoas da Barra da Tijuca, Jacarepaguá e Recreio dos Bandeirantes terminou sem interessados, ou seja, foi considerada deserta.
A proposta constistia em criar 16 linhas, com expectativa de transportar 90 mil passageiros por dia. O valor do investimento privado é de R$ 95,3 milhões, com operação e manutenção ao longo de 25 anos de concessão.
O edital foi lançado em outubro do ano passado e, no último dia 21 de março, nenhum interessado apareceu para se candidatar à concorrência. Como de praxe, representantes da Companhia Carioca de Parcerias e Investimentos (CCPar) abriram a sessão no horário marcado, às 14h, e esperaram 15 minutos de tolerância, mas encerraram o certame diante da ausência de participantes.
Procurada, a CCPar não comentou a falta de interesse do setor privado no projeto, mas informou que a expectativa da companhia é ” republicar o edital de licitação”, e que informará a “nova data em breve”.
Quando anunciou a licitação, a CCPar explicou que a proposta é que as linhas sejam implementadas gradualmente, começando pela ligação da estação Jardim Oceânico do metrô a Rio das Pedras e, depois, chegando à Linha Amarela e ao canal de Marapendi.
Há ainda a previsão de integração de outros bairros, como Gardênia Azul, Muzema, Barra Shopping, Parque Olímpico, Península e condomínios residenciais e comerciais com saídas para as lagoas. A tarifa prevista é a mesma dos transportes públicos municipais, com integração tarifária e inclusão no sistema de bilhetagem da cidade.
O vereador Pedro Duarte (Novo), que acompanhava a licitação, lamentou: “Uma pena porque é muito importante, principalmente para a população da Barra da Tijuca, que esse projeto saia do papel”.
Projeção das estações das linhas de barcas na Zona Oeste do Rio — Foto: Reprodução
Verdade meu amigo, em meio as inseguranças que passamos, ninguem quer investir em um pais que nao da segurança plena ao investidores , aida mais com a cultura da propina implantada no pais, no final, todos ganham menos os investidores. Quem se habilita???
É preciso entender que as passoas querem rapidez e paradas em outras localidades do RP até a Barra e por isso optam por onibus e vans. O Barco poderia ser um misto com passageiros e Restaurante (no 2o.andar) separados para o turismo e entretenimento e apenas transportes de pessoas
O que iriam gastar na limpeza das lagoas e na manutenção dos canais para navegabilidade das embarcações não viabiliza o investimento. Além de ser uma lagoa com despejo massivo de esgoto das comunidades e condomínios. Primeiro deveriam despoluir e fazer um sistema de esgoto e depois abrir essa licitação.
Mas sabemos que isso nunca ou tão cedo ira acontecer…
Idea de transporte é boa, mas não é viável atualmente…
Um acidente com uma asa-delta em São Conrado, na Zona Sul do Rio, nesta segunda-feira (02), terminou com duas pessoas mortas, o instrutor de voo Luiz Eduardo Rodrigues dos Santos, de 45 anos, e o turista argentino Adrian Guillermo Arismendi, de 26. Na aproximação para o pouso, os dois colidiram com a mureta de concreto que separa a areia da praia do calçadão, um desnível de aproximadamente 2,5 metros.
O acidente foi o segundo em quatro dias envolvendo voos na Pedra Bonita. Na última quinta-feira (29) duas mulheres, uma instrutora e sua passageira, tiveram fraturas após saltarem de parapente da rampa. Na aproximação para o pouso, elas perderam altitude e bateram no calçadão. Entre janeiro e outubro, segundo o Corpo de Bombeiros, foram 15 atendimentos a praticantes de voo livre no município, média de um a cada 20 dias.
Mas, apesar da frequência nos acidentes, os voos não têm fiscalização. A Agência Nacional de Aviação (Anac) regulamenta, mas não controla a prática. Para a Anac, o “voo livre em asa-delta ou parapente é considerado uma modalidade de esporte radical e de alto risco e fortemente dependente das condições meteorológicas e geográficas locais”.
O órgão federal apenas define alguns limites das áreas de voo, para não haver problemas de invasão de rotas usadas por aviões e outras aeronaves, além de cobrar um cadastro do piloto de voo livre em associações credenciadas por ela, como a Confederação Brasileira de Voo Livre, que tem parceria com o Clube São Conrado de Voo Livre, responsável por administrar a rampa da Pedra Bonita.
A Anac proíbe a comercialização de voos panorâmicos de asa-delta. A agência, porém, permite os voos duplos de instrução, pelos quais turistas pagam cerca de mil reais no local. Da rampa da Pedra Bonita, instalada no Parque Nacional da Tijuca, são feitas 60 mil decolagens por ano.
Depois do acidente, as atividades de voo livre foram suspensas por tempo indeterminado em São Conrado. O equipamento vai passar por perícia e testemunhas estão sendo ouvidas.
Portinho está há seis anos no posto, desde que assumiu o mandato no lugar do senador Arolde de Oliveira, eleito em 2018 e morto, dois anos depois, durante a pandemia da Covid-19. Sempre como um fiel defensor do seu partido — e do bolsonarismo.
Neste período, foi de suplente desconhecido a campeão de votos (foram 4.264.932).
E diz que chegou a hora de partir para novas missões.
O Tribunal de Contas do Estado do Rio (TCE-RJ) determinou a suspensão imediata da licitação para a construção de uma nova sede para a Câmara de Maricá. O projeto tem o orçamento estimado em R$ 68,47 milhões.
A decisão cautelar foi tomada pela corte após a empresa Heeco Engenharia Ltda. entrar com uma representação, que apontou possíveis irregularidades nas exigências do edital.
O corpo técnico do TCE-RJ identificou problemas nos critérios de qualificação técnica exigidos dos participantes, e o Ministério Público de Contas concordou com a concessão da medida cautelar. O mérito da representação ainda vai ser analisado.
Análise do TCE-RJ encontrou problemas em critérios do edital
Um dos problemas apontados está nos critérios de comprovação da experiência das empresas interessadas. O edital relaciona dez parcelas consideradas de maior relevância técnica, mas os quantitativos mínimos aparecem expressamente definidos apenas para os quatro primeiros itens.
Para os outros seis, há campos sem preenchimento, enquanto outra regra do documento exige comprovação de 50% de todas as parcelas. Segundo a análise técnica, essa contradição gera dúvidas sobre os requisitos que os concorrentes precisam cumprir.
Outro questionamento envolve a exigência de comprovação de experiência própria da construtora na instalação de elevadores. O corpo técnico avaliou que a restrição ao uso da capacidade técnica de uma empresa subcontratada especializada precisa de justificativa consistente, sob risco de criar uma barreira indevida à concorrência.
O tribunal também apontou a necessidade de justificativas técnicas individualizadas para classificar determinados serviços como parcelas de maior relevância da obra.
Câmara de Maricá tem 15 dias para se manifestar
Com a decisão, a Câmara de Maricá deve manter a licitação suspensa e não pode adjudicar o objeto, homologar o resultado ou assinar o contrato. O presidente da casa tem 15 dias para se manifestar sobre os questionamentos e informar se foram adotadas providências em relação ao procedimento.
Em 2025, o prefeito Washington Quaquá (PT) autorizou a desapropriação de um terreno de 2.180,18 m² para ampliar a sede da Câmara de Maricá. Na época, ele justificou a mudança dizendo que a atual sede da casa legislativa não “não atende plenamente às demandas institucionais, operacionais e funcionais” dos vereadores.
ATUALIZAÇÃO, às 18h50, com nota da Secretaria estadual de Cultura. A íntegra está no fim da reportagem.
Apesar da redução no uso das aeronaves oficiais após a saída de Cláudio Castro (PL) do posto de governador do Rio, os registros mais recentes mostram a presença recorrente de certos integrantes do secretariado do governador em exercício Ricardo Couto nos helicópteros estaduais.
Entre julho e setembro, dois nomes se destacam na planilha disponibilizada pelo governo: Danielle Barros, da Cultura, e Roberto Leão, do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). Juntos, eles voaram em nove dos 14 registros de deslocamentos disponíveis no período.
O próprio Ricardo Couto só aparece como passageiro em um dos voos, junto de Roberto Leão.
Secretária de Cultura, Danielle Barros viajou quatro vezes entre julho e agosto
E, apenas nos registros de julho a agosto, ela aparece em quatro deslocamentos de helicóptero oficial.
Em 12 de julho, a secretária viajou do Heliporto da Lagoa, na Zona Sul do Rio, para Nova Friburgo, com parada registrada no 11º Batalhão de Polícia Militar. Duas semanas depois, em 28 de julho, embarcou para Pádua. No dia seguinte, aparece em outro registro com saída de Pádua, passagem pelo Heliporto da Lagoa e destino final no 16º Grupamento de Bombeiro Militar, em Teresópolis.
O quarto registro é de 14 de agosto, em um deslocamento do Heliporto da Lagoa para Itaocara.
Na planilha disponibilizada pelo Portal da Transparência do governo estadual, os quatro deslocamentos têm como justificativa “transporte do secretário”, sem detalhamento dos compromissos que motivaram as viagens de Danielle.
Nomeado por Couto, chefe do GSI viajou a quatro destinos no estado
Delegado de polícia, Roberto Lisandro Leão foi nomeado por Ricardo Couto para chefiar o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) em 31 de março, poucos dias depois de o desembargador assumir interinamente o governo do estado. Em abril, ele chegou a responder interinamente pela Secretaria de Estado de Governo (Segov) e, em julho, pelo Instituto Rio Metrópole.
Roberto Leão – Foto: Reprodução
Na planilha de deslocamentos oficiais, Leão aparece em quatro registros de viagens que foram do helioponto da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio, até Itatiaia, Campo Grande e Pinheiral.
Em 26 de setembro, ele também viajou para Saquarema, acompanhado do próprio governador Ricardo Couto e do desembargador José Roberto, do Tribunal de Justiça. A justificativa informada para esse deslocamento foi “transporte do governador”. Nos demais registros, a planilha também indica “transporte do secretário”, sem detalhar os compromissos.
Operação Foco, ministra e Defesa Civil também usaram helicópteros oficiais
Fora os deslocamentos dos secretários estaduais, a planilha lista duas viagens de equipes da Operação Foco, iniciativa do governo do Rio voltada ao combate à sonegação fiscal. Ambas ocorreram em 1º de julho: uma teve destino em Itatiaia; a outra incluiu passagens por Levy Gasparian e Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense.
A relação também inclui uma viagem, em 13 de agosto, para transportar a ministra do Desenvolvimento Agrário, Fernanda Machiaveli, o presidente do Incra, Cesar Aldrighi, e uma assessora a Campos dos Goytacazes.
Já o secretário estadual de Defesa Civil, Tarciso Salles Junior, aparece em dois deslocamentos em agosto: um para Quissamã, no dia 7, acompanhado de três integrantes do Corpo de Bombeiros, e outro no dia 14, sem destino detalhado na planilha.
O que diz a Secretaria de Cultura
A comunicação da pasta enviou uma nota sobre o assunto. Segue a íntegra:
“A Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro (SECECRJ) esclarece que a utilização de transporte oficial é voltada exclusivamente para o acompanhamento presencial de projetos e políticas públicas viabilizados pelo Fundo Estadual de Cultura, pela Lei de Incentivo à Cultura e pela Política Nacional Aldir Blanc (PNAB), executados em municípios de todas as regiões fluminenses.
A fiscalização in loco, a entrega de equipamentos culturais e o diálogo constante com os municípios fazem parte das atribuições administrativas essenciais da pasta, assegurando rigor técnico e transparência na aplicação dos recursos públicos.
A SECECRJ reforça que atua há quase sete anos com absoluta lisura, eficiência e em estrito cumprimento aos trâmites legais”.
A Prefeitura de São Fidélis, no Norte Fluminense, tenta negociar com o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) um plano para enfrentar o déficit atuarial de R$ 543,9 milhões do Fundo de Previdência dos Servidores Municipais. A proposta prevê a capitalização gradual dos recursos previdenciários ao longo de 25 anos, mas esbarra em um modelo semelhante que já foi considerado inadequado pelo tribunal.
Em decisão assinada no dia 22 de outubro, o presidente do TCE-RJ, conselheiro Márcio Pacheco, admitiu preliminarmente a proposta, mas abriu caminho para que o município faça ajustes antes da análise de mérito. Isso significa que o plano ainda não foi aprovado.
Apresentada pelo prefeito José William (PL), a proposta estabelece que, a partir do segundo semestre de 2026, o município passe a reter 2% das contribuições patronais e dos servidores ativos para a capitalização do fundo. O percentual aumentaria dois pontos percentuais a cada semestre, até chegar a 100% em 25 anos.
Enquanto isso, a prefeitura ficaria responsável por cobrir, com recursos do Tesouro Municipal, a insuficiência financeira restante da previdência.
A justificativa apresentada pelo município é que a aplicação imediata das regras de capitalização poderia obrigar a prefeitura a bancar praticamente toda a folha de aposentados e pensionistas. Segundo a avaliação atuarial de 2026 citada no processo, essa despesa está estimada em R$ 27,7 milhões.
Um precedente que complica os planos de São Fidélis
O problema é que o TCE-RJ já analisou uma proposta semelhante, apresentada pela Prefeitura de Santo Antônio de Pádua, e não gostou do que viu.
Em julho deste ano, ao julgar o mérito daquele caso, o plenário considerou inadequado o modelo que começava com a capitalização de apenas 2% das contribuições, seguida de aumentos semestrais durante 25 anos.
Segundo a análise acolhida pelos conselheiros, o mecanismo poderia descapitalizar o regime previdenciário, transferir obrigações para administrações futuras e comprometer a eficácia das medidas destinadas a corrigir o desequilíbrio atuarial.
São Fidélis apresentou o mesmo modelo, sem incorporar os ajustes exigidos pelo tribunal no julgamento anterior.
O TCE-RJ também encontrou problemas em outra cláusula da proposta, que previa a suspensão de multas, medidas coercitivas e da emissão de parecer prévio contrário nas contas anuais do município.
A redação foi considerada ampla demais. Para o tribunal, os efeitos do acordo precisam ficar restritos às obrigações expressamente previstas no termo.
Além de rever esses pontos, a prefeitura terá que apresentar documentos exigidos pelo regimento do TCE-RJ, entre eles um parecer da assessoria jurídica sobre a viabilidade do acordo e, quando cabível, uma declaração do ordenador de despesas atestando a possibilidade de cumprir as metas nos prazos estabelecidos.
Com a decisão, o prefeito José William será comunicado sobre o julgamento de Santo Antônio de Pádua e poderá reformular a proposta antes de uma análise definitiva.
A própria admissibilidade do pedido de São Fidélis ainda terá que passar pelo plenário do TCE-RJ.
Um vendedor de balas salvou a tarde de dois passageiros de ônibus que iam perder seus celulares em São Cristóvão, nesta segunda-feira (2). Ele viu o roubo, correu atrás do suspeito, alertou policiais militares e ajudou a enquadrar o homem, que realmente estavam os dois aparelhos.
A cena, ocorrida na Avenida Francisco Bicalho, foi filmada por curiosos. Nas imagens é possível ver o suspeito sendo revistado, enquanto o vendedor incentiva os policiais a procurar os celulares no bolso dele.
O vendedor grita irritado com o suspeito e ainda reclama do fato de ele estar atrapalhando a vida de quem quer trabalhar.
“Depois não deixam a gente subir no ônibus. Por causa de gente como você. Cadê o celular da tia?”, gritava o vendedor.
O roubo aconteceu num ônibus da linha 249, que faz o trajeto Água Santa-Carioca.
A Assembleia Legislativa do Rio (Alerj) começa a discutir em plenário, nesta terça-feira (03), o projeto de orçamento para o estado no próximo ano. Os deputados vão analisar a Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027 e a revisão do Plano Plurianual (PPA) 2024–2027.
O texto, enviado pelo Executivo, estima receitas líquidas de R$ 124,3 bilhões e despesas de R$ 138,3 bilhões para o próximo ano.
Com isso, o valor projetado para o déficit fiscal é de R$ 13,9 bilhões.
Projeto de orçamento já leva em conta o Propag
O déficit representa uma redução de aproximadamente R$ 5 bilhões em relação ao orçamento de 2026. Segundo o governo do estado, o saldo negativo é consequência da diminuição real de receitas de royalties e do incremento nos gastos com pessoal, estimados em R$ 80,8 bilhões devido a reajustes salariais de servidores.
Para atenuar o desequilíbrio, a proposta aponta três fontes de receitas condicionadas que somam R$ 7,5 bilhões. O montante envolve recursos de participações especiais em campos de petróleo, cobrança da dívida ativa de ICMS e alienação de imóveis públicos, além de tratativas com a União para reescalonamento de dívidas bancárias.
O projeto que será analisado pela Alerj já incorpora os reflexos da adesão do estado do Rio ao Propag, que foi formalizada em junho. Com a medida, o saldo refinanciado passa a ser corrigido pelo IPCA sem juros reais, destinando R$ 2,2 bilhões a iniciativas como educação profissional, transportes e saneamento.
Além do orçamento, PPA também entra na pauta da Alerj
Ao mesmo tempo, os deputados também começam a revisar o PPA 2024–2027, que deverá ser alinhado ao Plano Estratégico de Desenvolvimento Econômico e Social (Pedes). A ferramenta estabelece dez diretrizes prioritárias, abrangendo áreas como erradicação da pobreza, segurança hídrica, transição energética e segurança pública.
Os debates em plenário seguem pelos próximos dois dias na Alerj. Em seguida, os deputados terão o prazo de 5 a 11 de novembro para apresentar emendas ao projeto antes da decisão final sobre o orçamento.
Um turista argentino e um instrutor de voo brasileiro são as duas vítimas fatais do acidente de asa-delta ocorrido na manhã desta segunda-feira (2) em São Conrado, na Zona Sul do Rio. Guillermo Arismendi, de 26 anos, e Luiz Eduardo Rodrigues, de 45, tentavam pousar na praia quando atingiram o paredão de proteção.
Eles chegaram a ser socorridos pelo Corpo de Bombeiros e levados ao Hospital Miguel Couto. Logo após o resgate, os bombeiros, que transportaram as vítimas de helicóptero, disseram que ambos apresentavam quadro de parada cardiorrespiratória.
O salto aconteceu da Pedra Bonita. Após a acidente, todas as atividades foram encerradas. Praticantes do esporte informaram que as condições meteorológicas eram boas no momento do salto, mas que houve uma curva muito acentuada quando a asa-delta se aproximou do solo.
O argentino estava há apenas um dia no Rio. Ele veio em companhia de um amigo.
Vice-presidente do Clube São Conrado de Voo Livre, Bruno Menescal informou que o instrutor tinha dez anos de experiência, mas somente há um tinha tirado a carteira de instrução.
A Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro (PUC) vai abrir uma investigação para apurar ofensas racistas à memória da vereadora Marielle Franco, assassinada em 2018. A denúncia foi feita pela própria filha de Marielle, Luyara Franco, que viu a ofensa num grupo de WhatsApp.
“”Mais uma vez, atacam a memória da minha mãe com o ódio e o racismo. Dói, revolta, mas não vai nos silenciar. Racismo é crime! Exigimos respeito, apuração e posicionamento da PUC-Rio”, afirmou Luyara, em postagem compartilhada como Intituto Marielle Franco.
De acordo com a jovem, uma pessoa no grupo teria usado ofensas racistas para se referir a Marielle como “macaca” e questionado como a vereadora assassinada teria pagado as mensalidades da faculdade. A vereadora morta em 2018 estudou Sociologia na PUC.
“A pessoa se sentiu confortável para, em um grupo de WhatsApp, chamar a minha mãe de macaca e questionar como ela conseguiu pagar a própria faculdade. A gente está falando de uma mulher negra, que ocupou a universidade, que construiu sua trajetória com muito trabalho, inteligência e compromisso com a transformação da sociedade. Uma mulher que teve sua vida interrompida pela violência política e que mesmo depois de ser assassinada, continua sendo alvo de racismo”, diz Luyara.
A PUC-Rio informou em nota ter aberto a investigação assim que recebeu a denúncia.
“A PUC-Rio rechaça veementemente qualquer ato discriminatório, incluindo racismo e injúria racial. Como universidade confessional e comunitária, a PUC-Rio emitiu uma nota de repúdio, divulgada a toda a comunidade universitária, reafirmando seu compromisso com a promoção de uma educação antirracista e com a preservação da memória de Marielle Franco”, diz a universidade.
Enquanto o governo do estado defende o rigor orçamentário e o controle dos gastos públicos, quatro representantes da Secretaria Estadual do Ambiente e Sustentabilidade tiveram as viagens internacionais autorizadas pela Casa Civil para Antália, na Turquia, a fim de participar da Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP 31).
A soma das despesas estimadas nos ofícios encaminhados à Casa Civil é de R$ 125.179,84.
Pelos processos administrativos da secretaria, a delegação será composta pelo titular da pasta, o secretário Rodrigo Tostes; pela subsecretária de Mudanças do Clima e Conservação da Biodiversidade, Silvia Marie Ikemoto; e por dois superintendentes: Larissa Ferreira da Costa e Telmo Borges Silveira Filho.
O período de afastamento aprovado para todos eles vai de 7 a 15 de novembro de 2026. A maior fatia do montante estimado corresponde às passagens aéreas, orçadas em um total de R$ 124.020,42:
• O bilhete do secretário Rodrigo Tostes foi cotado em R$ 43.272,74.
• A passagem da subsecretária Silvia Marie Ikemoto foi estimada em R$ 22.185,24.
• As passagens dos superintendentes Larissa Ferreira da Costa e Telmo Borges Silveira Filho foram orçadas em R$ 19.281,22 cada uma.
Para cobrir as despesas de estadia fora do país, a pastra estabeleceu um total de R$ 40.487,77 em diárias e traslados nos quatro expedientes. O secretário tem R$ 10.799,01 previstos sob essa rubrica, enquanto a subsecretária conta com R$ 9.896,20 e cada um dos dois superintendentes tem previsão de R$ 9.897,28 (havendo ainda memória de cálculo individual que indica R$ 9.973,78 no caso de Telmo).
O planejamento financeiro dos ofícios inclui ainda R$ 1.250,71 destinados à contratação de seguro-viagem.
Dotações e fontes de custeio apontados pela Secretaria do Ambiente
Conforme discriminado nos ofícios assinados pelo próprio secretário e enviados à Casa Civil, as despesas do titular da pasta correrão pelo Programa de Trabalho PT 2401.18.122.002.2016. Já as despesas referentes à subsecretária e aos dois superintendentes foram alocadas na dotação orçamentária do PT 2401.18.541.0494.5645.
Nos despachos internos de encaminhamento das áreas técnicas, indicou-se que as viagens de Silvia Marie Ikemoto e Telmo Borges Silveira Filho teriam como base de custeio o “Projeto Conexão Mata Atlântica” (processo SEI-070001/003568/2025).
No caso da superintendente Larissa Ferreira da Costa, o encaminhamento da subsecretaria apontou o “Programa Ambiente Resiliente Adaptação Climática das Cidades Fluminenses” (processo SEI-070001/001623/2024).
Todos os quatro processos tiveram os pedidos de afastamento formalmente autorizados no dia 26 de outubro de 2026 pelo secretário estadual da Casa Civil, Flávio Willeman.
Comentários 12
Lamentável, um projeto que ajudaria as pessoas e o meio ambiente
Partido novo aprendendo se não der lucro estratosférico, a iniciativa privada não vem.
Verdade meu amigo, em meio as inseguranças que passamos, ninguem quer investir em um pais que nao da segurança plena ao investidores , aida mais com a cultura da propina implantada no pais, no final, todos ganham menos os investidores. Quem se habilita???
QUE PENA!!Seria mais uma opção de transporte para nós moradores da Zona Oeste,além de opção turística.
Seria ótimo pra quem mora na muzema rio das pedras na volta do trabalho o imgarrafamento as pessoas chega cansada seria mas rápido com as barca
É preciso entender que as passoas querem rapidez e paradas em outras localidades do RP até a Barra e por isso optam por onibus e vans. O Barco poderia ser um misto com passageiros e Restaurante (no 2o.andar) separados para o turismo e entretenimento e apenas transportes de pessoas
A violência q antes não atingia bairros como Gardenia azul, Rio das pedras, muzema e adjacências c certeza impactou nos interesses privados
O que iriam gastar na limpeza das lagoas e na manutenção dos canais para navegabilidade das embarcações não viabiliza o investimento. Além de ser uma lagoa com despejo massivo de esgoto das comunidades e condomínios. Primeiro deveriam despoluir e fazer um sistema de esgoto e depois abrir essa licitação.
Mas sabemos que isso nunca ou tão cedo ira acontecer…
Idea de transporte é boa, mas não é viável atualmente…
Qual seria o impacto ambiental???
Q noticia ótima
Acha q alguém vai querer sustentar barcos cobrando msm valor de passagem de ônibus? Kkkkk nem com subsídio..
Um perda para a população em geral. Seria um grande ganho para o meio ambiente e para todos que transitam no bairro.