As novas regras para a eleição indireta incluídas na decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal Luiz Fux desmontaram a estratégia dos governistas para a sucessão de Cláudio Castro (PL). Tanto que os aliados começam a apoiar a ideia de o governador não mais deixar o cargo para disputar o Senado.
Na avaliação da turma do Palácio Guanabara, o prazo de seis meses para a desincompatibilização e — principalmente — o voto secreto (e não o nominal e aberto) podem inviabilizar a eleição de um aliado para o comando do Palácio Guanabara até dezembro.
O que seria ruim para a campanha de Douglas Ruas (PL) ao governo do estado — e péssimo para os planos do candidato a presidente da República Flávio Bolsonaro (PL).
Daí que até Flávio está começando a achar que faz sentido Castro ficar no cargo.

