Duas das 17 embarcações da Barcas Rio foram interditadas, na manhã desta terça-feira (14), após uma vistoria da Marinha. As barcas interditadas foram a Gávea 1, que faz o trajeto Ilha do Governador–Praça XV, e a Corcovado, que atende a rota Praça XV–Niterói. Ambas apresentavam vazamento de óleo e ausência de condições mínimas de operação.
Durante a inspeção, também foram encontradas irregularidades como embarcações sem manutenção adequada, ar-condicionado inoperante, ausência de acessibilidade adequada para cadeirantes, falta de equipamentos de primeiros socorros, banheiros em condições precárias, bebedouros sem água e coletes salva-vidas mofados.
Duas barcas a menos em funcionamento
A interdição de parte da frota foi decretada pela Marinha do Brasil durante vistoria com a presença da Secretaria Estadual de Transportes, da Agetransp, e de representantes da Alerj. A ação teve início às 8h, no Terminal do Cocotá, na Ilha do Governador.
O deputado Marcelo Dino (União), que solicitou a vistoria, também vai pedir a realização de um estudo técnico para ampliação dos horários da linha da Ilha, que apresentou superlotação, além de uma auditoria financeira para apurar o faturamento e os subsídios pagos à empresa Barcas Rio, que recebe cerca de R$ 2 milhões mensais da Prefeitura do Rio para operar o trajeto Praça XV–Niterói.
ATUALIZAÇÃO, às 17:51 horas, com a volta das embarcações à operação normal, a Secretaria de Transporte e Mobilidade Urbana respondeu, em nota, que ambas as embarcações voltaram à funcionar ainda nesta terça-feira (14).
Leia a íntegra da nota:
“As duas embarcações do Consórcio Barcas Rio voltaram à operação, ainda na tarde de desta terça-feira, após a realização de pequenos reparos e a liberação pela Marinha. A Setram informa que não houve impacto na circulação, com as viagens ocorrendo dentro do horário previsto.
Nestes oito meses de serviço do novo operador, seis embarcações – das 16 em operação, já passaram por reparos de manutenção. As melhorias estão sendo realizadas dentro de um planejamento. Além disso, uma embarcação que estava fora de circulação desde 2024 foi submetida à reforma e voltou a atender a população em maio, aumentando a oferta aos usuários em 233 lugares.
A Setram e a Barcas Rio reforçam o seu compromisso com a segurança dos cerca de 58 mil passageiros que usam o sistema diariamente. Diariamente, são realizadas manutenções corretivas e preventivas nas estruturas do sistema aquaviário, para dar mais conforto e eficiência aos deslocamentos aquaviários”.


Prezados,
Não consigo entender porque desde o dia em que o trajeto das barcas foram vendidos para a auela empresa, estas,não conseguem viver com o dinheiro arrecadado dos transportes realizados e ainda recebem subsídios de dois milhões?
Mas o pior de tudo isso é que as barcas nos seus horários de pico andam cheias e ainda recebem subsídios, um absurdo!!!
O detalhe de tudo isso, é que elas não funcionam no horário programado, como as barcas antigas funcionavam;24 horas e sete dia por semana e todos utilizavam com bravura;hoje estas barcas apesar de modernas,seus aparelhos de ar-condicionado não funcionam, andam sujas,possuem bancos quebrados etc.
Não há um horário certo como antigamente, de vinte em vinte minutos vc sabia que tinha uma barca para sair no horário. Hoje vc chega na estação, pode ser de Niterói/RJ ou RJ/Niterói, vc não sabe que horas vai embarcar,além de ficar naquele curral que existe agora.
Que saudades daquele tempo,no sufoco,correndo para não perder a barcas de 07:20h para não chegar atrasado no trabalho e toda sexta-feira tinha aquele pagode rolando,tempo bom que não voltam mais,infelizmente.
Sr. Deputado,continue com a sua pesquisa de horário e seu check-list, ué o Sr. irá descobrir muito mais coisas escondidas por debaixo do pano.
Fora os ventiladores e os ar-condicionados que vivem desligados nas estações calor infernal!!!!
Por acaso, colunista, vc teve acesso ao contrato?
De onde vc tirou que a empresa recebe subsídio?
É contrato e não concessão!!!
Mas uma vez um colunista entregando fake News para tornar a matéria sensacionalista