Além do ex-governador Cláudio Castro (PL), a Polícia Federal também cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços ligados a pelo menos outras cinco pessoas e duas empresas na manhã desta terça (26), durante a operação que investiga os aportes do Rioprevidência no Banco Master. A decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que deu origem aos mandados, cita os seguintes alvos de buscas:
- Cláudio Castro, ex-governador do Rio;
- Deivis Marcon Antunes, ex-presidente do Rioprevidência;
- Eucherio Lerner Rodrigues, ex-diretor de investimentos do Rioprevidência;
- Pedro Pinheiro Guerra Leal, ex-gerente de operações e investimentos do Rioprevidência;
- Fernanda Pereira da Silva Machado, ex-gerente de controle interno e auditoria do Rioprevidência;
- Ricardo Siqueira Rodrigues, empresário;
- a empresa Mídias Promotora Ltda.;
- a empresa Planner Corretora de Valores S.A.
Deivis, Eucherio e Pedro já tinham sido alvos da PF na “Operação Barco de Papel”, no início do ano, quando os agentes investigavam a aplicação de R$ 970 milhões do fundo de previdência dos servidores estaduais do Rio, em fundos ligados ao Master, mesmo após o Tribunal de Contas do Estado (TCE-RJ) sinalizar risco nos investimentos.
A ação desta terça faz parte de uma nova etapa da “Operação Compliance Zero”, que investiga irregularidades cometidas pelo Banco Master. Dessa vez, os agentes da PF apuram a aplicação de mais R$ 2 bilhões após julho de 2024. Somando com os valores citados na operação, o investimento estimado feito pelo Rioprevidência no Master chega a quase R$ 3 bilhões.
Com informações da emissora “Globonews”.

