Após apreender um celular e um tablet na última busca na casa de Cláudio Castro (PL), a Polícia Federal apreendeu mais dois aparelhos durante a operação que enviou agentes ao apartamento dele mais uma vez nesta terça-feira (26).
Dessa vez, os agentes apreenderam um celular novo, comprado por ele após a apreensão da última operação, e um antigo, que, segundo o advogado do ex-governador, não estava mais sendo usado.
A equipe da PF passou a manhã desta terça na cobertura de Cláudio Castro, que fica no Península, na Barra da Tijuca.
Advogado de Cláudio Castro fala sobre ação: ‘isso é muito político também’
O advogado Carlo Luchione, que representa Castro, disse à imprensa que ainda não teve acesso à decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), que ordenou a ação na casa do ex-governador. Ele disse não descartar uma possível motivação política nas investigações contra o ex-governador, que já tinha sido alvo de outra operação no último dia 15.
“A minha opinião é que isso é muito político também. Não são operações políticas; elas são baseadas em algum momento da investigação que aponta algo a ele. Mas, nesse momento que nós estamos passando de eleições, vejo que é possível que seja”, disse o advogado.
Nesta terça, Cláudio Castro é alvo de mandado de busca na nova etapa da “Operação Compliance Zero”. Os agentes apuram a aplicação de cerca de R$ 3 bilhões do Rioprevidência, fundo de previdência dos servidores estaduais do Rio, em fundos ligados ao Banco Master, que foi liquidado sob suspeita de irregularidades.
Com informações do jornal “O Globo”.

