A operação Sem Refino da Polícia Federal, deflagrada na manhã desta sexta-feira (15) — e que teve mandados de busca e apreensão em endereços do ex-governador Cláudio Castro e ordem de prisão para o empresário Ricardo Magro, dono da Refit — será o estopim de uma grande reformulação na Secretaria estadual de Fazenda (Sefaz) e na Procuradoria Geral do Estado (PGE).
A ação, que também mira o ex-secretário estadual de Fazenda Juliano Pasqual e o ex-procurador Renan Saad, fortalece as intenções de mudanças que já estavam sendo previstas pelo atual secretário, Guilherme Mercês, e pelo procurador Bruno Dubeux.
Castro demitiu Mercês e Dubeux por não aceitarem renegociação
Para quem não está ligando os nomes às pessoas, Mercês e Dubeux foram exonerados do governo Castro justamente por não aceitarem uma acintosa renegociação das dívidas da Refit, que foi efetuada apenas quando eles ambos foram retirados dos cargos.
Agora assistem, de camarote, a PF bater à porta de Pasqual e Saad, os seus sucessores.


Isso dinheiro podia se recomposição do estado mais não primeiro vez que safado tá envolvido em roubo ne gorvenado exercito tá botando TD em ordem castro na cadeia tem FC safado
O maior roubo aconteceu no governo Sérgio Cabral e o secretário de Fazenda nunca foi alvo da polícia, muito pelo contrário, virou ministro da Fazenda da Dilma e presidente do BNDES do Bolsonaro. O maior roubo no Rio previdência foi a Operação Delaware, que deixou os aposentados sem salário.