A decisão da 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF), que manteve a prisão de Thiago Rangel (Avante), pôs a pá de cal na possibilidade de a Assembleia Legislativa (Alerj) aprovar, em plenário, a liberação do deputado. Se a casa já não queria mexer nesse vespeiro por medo do desgaste em ano eleitoral, agora tem uma boa desculpa.
Decisão judicial não é para discutir, e sim, para cumprir.
Enquanto respira aliviada, a turma do Largo da Carioca já organiza a corrida pela presidência da Comissão de Minas e Energia — que, não por coincidência, era presidida por Rangel.
Como o moço não vai voltar tão cedo, o cargo já tem um letreiro piscando e informando: “vago”.
Aliás…
Nada mais irônico (ou trágico) que ter na presidência da Comissão de Minas e Energia um parlamentar acusado de lavar dinheiro por meio de uma rede de postos de gasolina.

