Em meio ao fogo cruzado e às vésperas de duas importantes eleições na Assembleia Legislativa, os deputados estaduais do Rio estão sofrendo de mutismo temporário.
Depois que rumores sobre gravações não autorizadas — e o pior, sobre o uso do viva-voz e de ligação de vídeo ao lado de terceiros como testemunhas não informadas ao interlocutor — os nobres habitantes do Largo da Carioca estão preferindo o silêncio.
Boatos sobre o uso de drones também agitam os deputados
Nesta segunda-feira (23) de decisões importantes — dia em que o governador Cláudio Castro deve renunciar ao cargo e deixar o Palácio Guanabara (pelo menos, é o que está previsto, sabe como é…) e que o presidente afastado da Assembleia, Rodrigo Bacellar, recebe aliados para um almoço — a ameaça também pode vir do alto.
É o que temem os parlamentares que foram ao encontro de Bacellar, em Teresópolis, na Região Serrana do Rio. Desde o fim de semana circulam rumores sobre o uso de drones para monitorar quem chega à casa para a reunião onde seria traçada uma estratégia de enfrentamento ao governo.
As pequenas aeronaves não foram avistadas.
Mas, diante de um clima destes, precisa?

