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Transparência

04/04/26 19:00
  • Bruno Quintella Bruno Quintella

Agora é oficial: prefeitura assina empréstimo de R$ 350 milhões para obras contra enchentes no Rio Acari

Máquinas avançam na dragagem do Rio Acari, onde a prefeitura prevê retirar cerca de 300 mil toneladas de lixo durante as obras de prevenção de enchentes.

Máquinas avançam na dragagem do Rio Acari, onde a prefeitura prevê retirar cerca de 300 mil toneladas de lixo durante as obras de prevenção de enchentes. — Foto: Divulgação/Prefeitura do Rio

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O Diário Oficial do último dia 12 trouxe o carimbo que faltava para tirar do papel uma das promessas mais ambiciosas do “Plano Verão” do agora ex-prefeito Eduardo Paes (PSD). A Secretaria Municipal de Fazenda publicou o extrato do contrato de financiamento de R$ 350 milhões junto à Caixa Econômica Federal para as obras de prevenção de enchentes na Bacia do Rio Acari, na Zona Norte.

O montante faz parte de um investimento total de R$ 368,4 milhões — sendo R$ 18,4 milhões de contrapartida da prefeitura — dentro do eixo de Cidades Sustentáveis do Novo PAC.

Assinado no último dia 11 de março, o contrato detalha o fôlego financeiro da operação. O acordo prevê 12 meses de carência, o que permite o início das obras sem impacto imediato no caixa do município. O desembolso dos recursos será feito ao longo de 48 meses, enquanto o prazo total para pagamento da dívida é de 20 anos, após o período de carência.

Anunciada com pompa no fim de 2025 por Paes e pelo então vice-prefeito (hoje dono da caneta) Eduardo Cavaliere como uma intervenção de R$ 430 milhões para enfrentar as históricas enchentes da região, a obra é tratada na prefeitura como uma das principais apostas de infraestrutura urbana.

A intervenção deve beneficiar moradores de nove bairros da Zona Norte, entre eles Fazenda Botafogo e Jardim América. A meta é realizar a dragagem e o desassoreamento de um trecho de quase quatro quilômetros do Rio Acari, reduzindo as enchentes que, a cada verão, deixam famílias desabrigadas na região.

Segundo o secretário municipal de Infraestrutura, Wanderson Santos, a Bacia do Acari ocupa cerca de 10% do território da cidade, mas concentra aproximadamente 20% da população carioca.

Com o financiamento garantido, a expectativa é que as máquinas comecem a operar ainda no primeiro semestre de 2026. A primeira etapa das intervenções deve se concentrar no encontro do Rio Acari com o Rio Pavuna.

Além da engenharia pesada, a operação também terá um desafio ambiental: a prefeitura estima retirar cerca de 300 mil toneladas de lixo acumuladas no leito do rio durante as obras.

COM FÁBIO MARTINS

PAC ACARI

Escrito por:

Bruno Quintella Bruno Quintella Ver publicações

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Comentários 16

  1. Greice says:
    há 6 meses

    É udo o q precisamos . Mas só espero q essa obra não se resuma em apenas limpar o rio e roubar 90% do valor, q será pagos pela própria população.

    Responder
  2. VERLENE PEREIRA DE SOUSA says:
    há 6 meses

    Melhor seria remover esse povo próximo ao Rio acari, infelizmente vão sujar é difícil

    Responder
    • Paulo Roberto Targa says:
      há 6 meses

      Justamente… dar condições dignas de moradia e fazer uma obra digna em termos de estrutura sanitária e compromisso social. É isso aí… evitar que daqui a alguns poucos anos a obra se torne obsoleta.

      Responder
    • Maria José Gonçalves da Silva says:
      há 6 meses

      Só está querendo fazer essa obra, porque vem eleições aí e o povo sempre acreditando

      Responder
  3. Luiz Almir Bomfim says:
    há 6 meses

    Ano de eleição, ideal para pegar empréstimo,com o Estado do Río devendo bilhões…….

    Responder
    • VITOR DOS ANJOS MENDANHA says:
      há 6 meses

      Kkkkk mais um empréstimo, já já
      Podem votar no Eduardo Paes para governador que o fim é certo……o Estado já está endividado e vai ficar pior…. Só quem vai se dar bem serão os afilhados dele

      Responder
      • luiz carlos pereira bendôr says:
        há 6 meses

        Se pegar o dinheiro e investir na obra para acabar com as enchentes a milhares da família vem sofrendo. Por alagamento e perdendo tudo dentro das suas casas se sumir o dinheiro tem que botar eles presos e sumir.com cada um neste país

        Responder
  4. Leonardo says:
    há 6 meses

    Kkkkkkkk… Piada! Vocês são uma piada!! Para dar jeito no Rio Acari tem que canalizar ele todo, tirar as pessoas em volta do rio e fazer piscinões, parecidos com aqueles do Rio Maracanã e Rio Joana. Ficar tirando terrinha do rio ajuda por um tempo, mas daqui a pouco o rio está cheio de terra de novo, que saem das bordas não canalizadas.

    Responder
  5. Paulo Roberto Targa says:
    há 6 meses

    Justamente… dar condições dignas de moradia e fazer uma obra digna em termos de estrutura sanitária e compromisso social. É isso aí… evitar que daqui a alguns poucos anos a obra se torne obsoleta.

    Responder
  6. Arlan da Silva Guedes says:
    há 6 meses

    Quero ver fazer isso aqui no rio pomba em Santo Antônio de Pádua RJ

    Responder
  7. LEANDRO LAGRUTA DE AMORIM LIMA says:
    há 6 meses

    Obra importando… que ira beneficiar os bairros de Guadalupe… Costa Barros… Coelho Neto… Barros Filho…. e principalmente Acari… parabéns

    Responder
  8. Almir says:
    há 6 meses

    Estou confiante…pois o Eduardo paes é um homem de palavra…sou cria do acari há 55 anos…primeira proposta oficial e com certeza chegou a nossa hora de sair do sufoco de enchentes

    Responder
  9. Fábio says:
    há 6 meses

    Eduardo Paes já foi prefeito do Rio várias vezes nunca ligou pra limpar Rio nenhum na cidade. Como um cara que não tem compromisso nem amor as pessoas vai limpar alguma coisa . Dinheiro vai ser usado sem nenhuma fiscalização do inea e meio ambiente o desvio é certo pra bancar cabos eleitoral pra tentar eleger um cara que está destruindo o município do Rio em todas as áreas. O que está em jogo é manter a turma da mamata no poder.

    Responder
  10. André Guimarães says:
    há 6 meses

    Esses caras sao muito ladrões..eles fecham acordo de milhoes, como se come Macarrão com salsicha. 350 milhões daria para construir quantas moradias? Quantas escolas? O dinheiro público é assim, não sai do bolso deles, que se dane.

    Responder
  11. rogerio veloso says:
    há 6 meses

    Manifestação Popular e Soluções Técnicas Urgentes para Enchentes no Rio de Janeiro
    1. Prioridade à Voz dos Afetados
    Somente residentes que vivenciem diretamente os impactos das enchentes recorrentes — como inundações, deslizamentos e perdas materiais — devem se posicionar publicamente. Esses eventos, agravados por eventos climáticos extremos (ex.: chuvas de 200 mm/h registradas em 2024 pela Alerta Rio), demandam intervenções baseadas em experiências reais, evitando discursos teóricos desconectados da realidade local.
    2. Obras Necessárias e Urgentes
    Intervenções estruturais são imprescindíveis para mitigar riscos. Priorize-se:
    Limpeza de canais e rios: Remoção de sedimentos e resíduos, que reduzem em até 40% a capacidade hidráulica (dados CPRM).
    Melhoria da drenagem urbana: Ampliação de galerias pluviais e piscinões de contenção, como os previstos no Plano de Macrodrenagem da Bacia da Baía de Guanabara.
    Reestruturação de margens: Construção ou reforço de muros de gabiões e enrocamentos, elevando a cota de segurança para volumes de até 500 m³/s (capacidade atual insuficiente em rios como o Iguaçu e Sarapuí, conforme estudos do INEA).
    Essas medidas, com custo estimado em R$ 2-5 bilhões (fonte: relatórios municipais 2025), aumentariam a resiliência urbana em 60-70%, conforme modelos hidrológicos do Cemaden.
    3. Contexto Financeiro e Responsabilidades
    O Estado do Rio de Janeiro acumula dívida pública de R$ 120 bilhões (janeiro 2026), com o STF determinando intervenção por má gestão fiscal (decisão ADI 2023). Em contrapartida, a Prefeitura do Rio opera com arrecadação de R$ 28 bilhões anuais e despesas alinhadas ao orçamento aprovado (LOA 2026), permitindo alocação imediata de recursos via emendas federais (ex.: PAC Águas e Saneamento).
    4. Papel da População na Fiscalização
    Compete aos cidadãos monitorar o licenciamento ambiental (INEA), audiências públicas (Lei 10.650/2003) e execução via plataformas como o Portal da Transparência Municipal. Opiniões técnicas devem ser enviadas durante a fase de projeto, garantindo alinhamento com normas da ABNT NBR 15.575 (drenagem) e NBR 12.212 (muros de contenção).

    Responder
  12. Leandro Pita says:
    há 6 meses

    Nós moradores somos sabedores que apenas dragar ou limpar o rio não será o suficiente para terminar ou amenizar as enchentes nessa área de Acari/P.columbia/ F.botafogo/j J.America.
    Muitos moradores não fazem sua parte ajudando com lixos fora do Rio!
    Precisa ser um trabalho conjunto morador e limpeza do poder público.
    Tem uma área de mata na comunidade do Acari conhecida popularmente Como (Rádio) um descampado enorme que caberia um projeto de piscinão subterrâneo como foi feito na praça da bandeira e deu resultado positivo, lá…aqui também daria certo!
    Caso não faça essa sugestão dada por mim será gastar dinheiro em vão, em alguns poucos meses o nível do rio estará alto novamente.
    Morador alguns claro, não tem educação e conciencia para o bem de todos !

    Responder

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Política

Jogo aberto na Alerj: figurinhas carimbadas na política carioca, Val Ceasa, João Drumond e Renato Machado recebem milhares de votos enquanto aguardam decisão do TSE 

Foto de Lívia Mendonça
Lívia Mendonça

05/10/2026 08:30

O resultado das eleições deste domingo (04) ainda pode provocar mudanças na composição das bancadas do Rio na Assembleia Legislativa (Alerj) e na Câmara dos Deputados. Candidatos que tiveram o registro indeferido pelo Tribunal Regional Eleitoral do Rio (TRE-RJ), mas recorreram da decisão, receberam milhares de votos. Como os recursos ainda estão pendentes, essas votações foram classificadas pela Justiça Eleitoral como anuladas sub judice e, por enquanto, não entram no cálculo que definiu as vagas.

Na disputa pela Alerj, pelo menos cinco candidatos nessa situação tiveram votação nominal superior aos 27.447 votos de Carlos Russo (DC), o deputado estadual eleito com a menor votação entre os 70 nomes que aparecem na composição atual. João Drumond (PRD) recebeu 55.759 votos; Diego Alba (PSDB), 48.547; Renato Machado (PT), 48.300; Val Ceasa (PRD), 47.080; e Paulo Melo (União), 33.546. Apesar dos números, nenhum deles aparece atualmente na relação dos eleitos, porque seus votos estão condicionados ao resultado dos recursos.

Representantes do partido na Alerj

Os casos de João Drumond e Val Ceasa chamam atenção também pelo efeito que uma eventual reversão pode produzir dentro da Federação Renovação Solidária, formada por PRD e Solidariedade. Na totalização atual, a federação elegeu, entre outros, Munir Neto (Solidariedade), com 52.808 votos; Soldado Tobias (PRD), com 37.969; e Arthur Monteiro (Solidariedade), com 35.844. João teve votação superior à dos três, enquanto Val ficou acima de dois deles.

Isso não significa, automaticamente, que ambos assumiriam mandatos: a validação dos votos exige uma nova totalização de toda a eleição proporcional, com novo cálculo dos quocientes e das sobras.

O TRE-RJ indeferiu por unanimidade o registro de Val Ceasa, que tenta a reeleição, em 1º de setembro. Segundo a Corte, havia elementos considerados suficientes para apontar vínculo do parlamentar com o Terceiro Comando Puro (TCP), facção que atua no Complexo de Israel, na Zona Norte do Rio. O próprio tribunal ressaltou, na ocasião, que a análise eleitoral não representava condenação criminal.

Já João Drumond, o herdeiro da Imperatriz Leopoldinense, teve o registro indeferido em 11 de setembro, em julgamento no qual a maioria entendeu que os elementos reunidos pela Procuradoria Regional Eleitoral indicavam utilização da candidatura em contexto relacionado a organização criminosa. As decisões admitem recurso ao Tribunal Superior Eleitoral.

A defesa do neto do bicheiro Luizinho Drumond alegou que o jovem teria sido responsabilizado por fatos praticados por terceiros, além de apontar contradições e omissões na decisão.

Os candidatos Diego Alba e Renato Machado também tiveram os registros negados pelo TRE-RJ. Em decisão de 8 de setembro, a Corte afirmou ter considerado indícios de vínculos com organizações criminosas nos dois casos. Paulo Melo, por sua vez, teve o registro indeferido posteriormente com fundamento no mesmo artigo 17, parágrafo 4º, da Constituição, usado pelo tribunal em uma série de julgamentos envolvendo a vedação à utilização de organizações paramilitares no processo eleitoral.

Ricardo Abrão fica acima de eleitos para a Câmara dos Deputados

Na disputa para deputado federal, o caso de maior impacto eleitoral é o de Ricardo Abrão (PSDB). O parlamentar recebeu 63.730 votos, mas sua votação aparece fora do total de votos válidos. O número é superior, inclusive, aos 46.780 votos de Talita Galhardo (PSDB), eleita pela média na composição atual da bancada fluminense. Abrão também superou candidatos eleitos por outros partidos, embora o sistema proporcional não permita concluir apenas pela votação nominal quem ficaria com a cadeira.

O registro de Ricardo Abrão foi indeferido por unanimidade pelo TRE-RJ em 29 de setembro. De acordo com o tribunal, documentos reunidos no processo indicariam envolvimento do candidato com organização criminosa de caráter paramilitar. A decisão ainda comporta recurso. Enquanto não houver definição definitiva, os 63.730 votos permanecem anulados sub judice.

A legislação eleitoral permite que candidatos com registro indeferido continuem fazendo campanha e permaneçam na urna enquanto houver recurso. O TSE determina que os votos recebidos nessa condição sejam divulgados, mas não sejam considerados válidos na distribuição inicial das cadeiras. Caso o indeferimento seja revertido, os votos podem ser validados. E, se essa mudança modificar o resultado, a Justiça Eleitoral é obrigada a realizar nova totalização, que pode alterar eleitos, suplentes e até o número de cadeiras de cada partido ou federação.

Por isso, a relação de deputados estaduais e federais escolhidos pelo Rio neste domingo pode não ser definitiva. A próxima batalha desses candidatos será no TSE — e o resultado dos recursos poderá repercutir diretamente na composição da Alerj e da bancada fluminense na Câmara dos Deputados.

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Política

Ruas faz do Rio território do PL: vence em 79 municípios, contra 13 de Paes

Foto de Redação
Redação

05/10/2026 07:29

O ex-prefeito do Rio Eduardo Paes (PSD) terminou o primeiro turno das eleições à frente em 13 dos 92 municípios do estado. Já Douglas Ruas (PL) venceu em 79 cidades. No resultado estadual, com 100% das urnas apuradas, o atual presidente da Alerj recebeu 4.271.199 votos, ou 49,27% dos válidos, enquanto Paes somou 3.706.984, equivalentes a 42,76%.

A principal vitória de Paes ocorreu justamente na capital, onde construiu sua principal base política e exerceu sucessivos mandatos como prefeito. Ainda assim, a disputa no município foi mais equilibrada do que o histórico eleitoral do ex-prefeito poderia sugerir: Paes teve 52,52% dos votos válidos no Rio, enquanto Ruas alcançou 40,05%.

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Além da capital, Paes venceu em outras 12 cidades, entre elas Niterói, Valença, Três Rios, Carmo e Miracema. O mapa do primeiro turno, no entanto, mostra uma vantagem territorial ampla de Ruas, que terminou na frente em praticamente todas as regiões do estado e venceu em 79 dos 92 municípios fluminenses.

O contraste entre o desempenho territorial e o peso eleitoral da capital ajuda a explicar a diferença relativamente menor no resultado estadual. Embora Paes tenha vencido em poucas cidades, seu melhor desempenho ocorreu justamente no maior colégio eleitoral do estado. Ruas, por outro lado, acumulou vitórias em um número muito maior de municípios e terminou o primeiro turno na liderança geral.

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Berenice Seara

A prorrogação do Guanabara: Ruas e Paes têm, a partir de hoje, 21 dias para resolver o jogo; claro, se o VAR não anular os votos de Garotinho

Foto de Berenice Seara
Berenice Seara

05/10/2026 07:00

Seguindo uma das mais antigas máximas políticas brasileiras — a que reza ser o segundo turno uma nova eleição — o Rio de Janeiro começa tudo de novo nesta segunda-feira (05). Isso, claro, enquanto o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) não anular os votos dados em Anthony Garotinho (Republicanos).

Douglas Ruas (PL) e Eduardo Paes (PSD) voltam à disputa numa campanha que começa do zero — mas com uma diferença fundamental: agora os dois sabem exatamente o tamanho do adversário.

Paes entrou na campanha como favorito nas pesquisas, liderou a corrida durante boa parte do primeiro turno e chegou ao dia da votação tentando transformar essa vantagem em vitória definitiva. Não conseguiu. Terminou com 3.706.984 votos (42,76% do total) e em segundo lugar.

Ruas, que começou em patamar bem mais baixo, cresceu ao longo das últimas semanas e atropelou Paes; chegou com a larga vantagem, 4.271.199 votos (49,27%) e a moral alta por ter virado o jogo.

Agora são 21 dias até 25 de outubro. Hora de comprovar quem tem mais sangue frio e capacidade de organização. Não serão mais nove candidatos disputando o mesmo eleitor. Não haverá aspirantes a deputado estadual ou federal pedindo votos e dividindo palanques. Não será a mesma grande quantidade de números, nomes e mensagens embaralhando a escolha do eleitor.

Conquistar os votos dados a Garotinho (Republicanos), William Siri (PSOL), André Marinho (Novo) e todos os nanicos — além de ainda “roubar” o que for possível do adversário — é a tarefa.

Os desafios de Paes e Ruas

Paes vai precisar administrar o fato de sua liderança nas pesquisas não ter se convertido em vitória. O ex-prefeito do Rio terá agora de conter a expansão de Ruas e, ao mesmo tempo, evitar que a percepção de uma disputa aberta provoque uma corrida de apoios políticos para o adversário.

Porque segundo turno é isso: uma disputa pelo voto, mas também pela expectativa de poder.

Prefeitos, senadores e deputados eleitos, lideranças partidárias e grupos políticos que passaram as últimas semanas divididos entre diferentes candidaturas terão seu peso reavaliado. A eleição proporcional acabou. Os palanques serão reorganizados.

Cada declaração de apoio passa a ser lida como sinal de força de um lado — e de fraqueza do outro.

Ruas chega à segunda rodada com a tarefa de transformar crescimento em consolidação.

O segundo turno sob a influência dos candidatos à presidência

Com a disputa reduzida a Paes e Ruas, Lula (PT) e Flávio Bolsonaro (PL), a eleição para o Palácio Guanabara ainda será atravessada, de maneira  mais explícita, pela disputa nacional.

Mais um desafio para Paes. Flávio Bolsonaro conquistou uma vantagem acachapante no Rio, com 53,01%, enquanto Lula ficou com 39,41%.

No primeiro turno, a transferência de votos entre Flávio e Douglas se mostrou para lá de eficiente.

Mas, como reza o velho ditado, segundo turno é outra eleição.

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Política

Dinastias políticas: filhos de Garotinho e Capitão Nelson são alguns dos eleitos que garantem a continuidade da influência das famílias no estado

Foto de João Arruda
João Arruda

04/10/2026 23:20

Importantes dinastias políticas fluminensens elegeram seus representantes no Rio nestas eleições de 2026. O herdeiro com mais destaque é o filho do ex-governador Anthony Garotinho (Republicanos), o ex-prefeito de Campos Wladimir Garotinho (PL). Ele foi eleito deputado federal com nada desprezíveis 81.7987 votos.

Embora seja um exemplo de sobrenome famoso, Wladimir já tem uma história própria na política.  Ele já foi deputado federal, mas renunciou ao mandato em 2021 para concorrer à prefeitura de sua cidade natal. Depois de reeleito no Norte Fluminense, mais uma vez resolveu trocar de cargo — e agora deixou o posto no município com o vice, Frederico Paes (MDB), para voltar a Brasília.

O ex-prefeito é um famoso representante das dinastias, mas não o único. Outro eleito, desta vez a deputado estadual, com 70.552 votos, foi Nelsinho Ruas (PL), filho do prefeito de São Gonçalo, Capitão Nelson (PL), e irmão do candidato do Partido Liberal ao governo do estado, Douglas Ruas — que passou ao segundo turno como o mais bem colocado e à frente de Eduardo Paes (PSD).

Márcio Rezende (PSD) também mostrou a força do interior. Irmão do prefeito de Macaé, Welberth Rezende, foi eleito deputado federal com mais de 75.148 votos. Diego Quaquá (PT), filho do prefeito de Maricá, Washington Quaquá, e da deputada estadual Rosângela Zeidan, teve mais de 68 mil votos.

Felipe Pampolha (PP), eleito deputado estadual, teve mais de 61 mil votos. Ele é primo de Thiago Pampolha, atual conselheiro do Tribunal de Contas do Estado depois de ser parlamentar por três mandatos e vice-governador do Rio, no governo Cláudio Castro.

Dinastias da antiga também estão entre os destaques

Rafael Picciani (União), filho do lendário ex-presidente da Assembleia Legislativa do Rio, Jorge Picciani (1955-2021), também vai ocupar um cargo na Alerj. Ele teve 44.333 votos.

Jorge Felippe Neto (PL) foi reeleito deputado estadual. É filho da ex-vereadora Vanessa Felippe, neto do vereador Jorge Felippe e enteado do ex-deputado Rodrigo Bethlem.

Rogéria Bolsonaro (PL), candidata a deputada federal, ficou na suplência. Ela é mãe de Flávio, Eduardo e Carlos Bolsonaro, e ex-mulher do ex-presidente Jair Bolsonaro. Quem também bateu na trave foi Daniela do Waguinho (Republicanos), que não conseguiu se reeleger. Ela é casada com o ex-prefeito de Belford Roxo, Waguinho.

O ex-deputado Léo Picciani (PV) não teve a mesma sorte do irmão e acabou na suplência da Câmara. Marco Antônio Cabral, filho do ex-governador Sergio Cabral, também não conseguiu se eleger deputado estadual.

 

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Política

Apenas 43 de 70 deputados da Alerj conseguem a tão sonhada reeleição; veja quem ficou de fora

Foto de Gabriele Maia
Gabriele Maia

04/10/2026 23:20

Dezessete deputados estaduais que disputaram a reeleição para a Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) não conseguiram renovar o mandato nas urnas neste domingo (04). Entre os nomes que ficaram de fora da próxima legislatura estão Alexandre Knoploch (PL), Carlos Minc (PSB) e Célia Jordão (PSD).

Dos 60 parlamentares que estavam na disputa por mais quatro anos na Casa, 43 foram eleitos. Outros 27 nomes que não faziam parte da atual composição também conquistaram uma cadeira, o que representa uma renovação de 38,6% da Alerj.

Quem disputou a reeleição, mas não estará na próxima legislatura da Alerj

  • Alexandre Knoploch (PL)
  • Carlos Macedo (Republicanos)
  • Carlos Minc (PSB)
  • Célia Jordão (PSD)
  • Dionísio Lins (PP)
  • Dr. Deodalto (PL)
  • Fabiani Vasconcellos (Agir)
  • Fábio Silva (União)
  • Filipe Soares (PSDB)
  • Fred Pacheco (PL)
  • Lilian Behring (PCdoB)
  • Professor Josemar (PSOL)
  • Renan Jordy (PL)
  • Renato Machado (PT)
  • Sérgio Fernandes (PSD)
  • Val Ceasa (PRD)
  • Valdecy da Saúde (PL)

A composição da Assembleia é definida pelo sistema proporcional. Além da votação individual dos candidatos, o resultado considera os votos recebidos pelos partidos e federações para a distribuição das cadeiras.

Parte dos atuais deputados estaduais também não estará na próxima composição da Alerj, mas por motivos diferentes de uma derrota nas urnas. Enquanto alguns não concorreram nesta eleição, outros deixaram a disputa local para tentar outro cargo.

Entre esses, Douglas Ruas (PL) concorre ao governo do estado; Samuel Malafaia (PL) venceu a 1ª suplência de senador na chapa de Carlos Portinho; e Thiago Gagliasso (PL), Sarah Poncio (Solidariedade), Wellington José (União), Martha Rocha (PDT) e Vitor Júnior (PDT) tentaram uma vaga na Câmara dos Deputados.

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Política

Deputados federais do Rio: PL dá goleada e elege 15; PT chega em segundo e fica com seis

Foto de João Arruda
João Arruda

04/10/2026 23:03

O Partido Liberal deu uma lavada no que diz respeito aos deputados federais eleitos para o Congresso Nacional. Foram 15 representantes, contra seis do PT. O partido de esquerda ainda ficou com apenas um deputado à frente de outro partido de direita, o PP, que fez cinco deputados.

 

DEPUTADOS FEDERAIS ELEITOS PELO RJ — 46 VAGAS

PL — 15
1. Altineu Côrtes — 175.161 votos
2. Sóstenes Cavalcante — 170.290
3. General Pazuello — 146.148
4. Soraya Santos — 141.443
5. Manoela Peres — 117.648
6. Dani Cunha — 116.984
7. Julia de Castro — 103.880
8. Diogo Balieiro Diniz — 102.026
9. Rafael Satiê — 91.074
10. Chris Tonietto — 81.966
11. Poubel — 81.960
12. Wladimir Garotinho — 81.797
13. Douglas Gomes — 80.310
14. Thiago Gagliasso — 67.700
15. Jorge Miranda — 67.298

PT — 6
1. Lindbergh Farias — 181.768
2. Marcelo Freixo — 172.969
3. Anielle Franco — 149.726
4. Fabiano Horta — 82.902
5. Diego Quaquá — 68.798
6. Nísia Trindade — 67.350

PP — 5
1. Dr. Luizinho — 213.904
2. Delegado Felipe Curi — 133.626
3. Renato Cozzolino — 84.516
4. Leniel Borel — 72.658
5. Bebeto — 52.761

PSOL — 4
1. Rick Azevedo — 191.371
2. Talíria Petrone — 122.500
3. Glauber Braga — 86.314
4. Pastor Henrique Vieira — 77.584

PSDB — 4
1. Luciano Vieira — 177.887
2. Juninho do Pneu — 64.440
3. Marcelo Queiroz — 58.739
4. Talita Galhardo — 46.780

PSD — 4
1. Daniel Soranz — 107.849
2. Renan Ferreirinha — 93.504
3. Márcio Rezende — 75.148
4. Márcio Ribeiro — 67.989

PCdoB — 2
1. Elias Jabbour — 103.219
2. Jandira Feghali — 74.409

UNIÃO — 1
1. Antonio Rueda — 155.836

MDB — 1
1. Gutemberg Reis — 145.876

SOLIDARIEDADE — 1
1. Aureo Ribeiro — 134.557

NOVO — 1
1. Luiz Lima — 79.249

REPUBLICANOS — 1
1. Luis Carlos Gomes — 70.331

PDT — 1
1. Marcos Tavares — 69.438

TOTAL: 46 CADEIRAS

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Política

PL atropela na Alerj e elege 21; veja a lista completa de deputados estaduais e suas votações

Foto de Gabriele Maia
Gabriele Maia

04/10/2026 22:55

Nas eleições deste domingo (04), os eleitores do Rio de Janeiro escolheram os 70 deputados estaduais que vão compor a Assembleia Legislativa (Alerj) a partir de fevereiro do próximo ano. O Partido Liberal, do ex-presidente Jair Bolsonaro, garantiu a maior bancada da Casa, segundo os resultados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

Confira a lista completa de cada partido:

PL — 21
1. Índia Armelau — 248.504 votos
2. Guilherme Delaroli — 166.374
3. Anderson Moraes — 129.325
4. Dra. Gabriela — 96.267
5. Alan Lopes — 93.396
6. Alexandre Isquierdo Malafaia — 83.461
7. Jair Bittencourt — 73.722
8. Nelsinho Ruas — 70.552
9. Rodrigo Medeiros — 65.530
10. Jorge Felippe Neto — 58.508
11. Delegado Carlos Augusto — 58.142
12. Marcelo Dino — 57.982
13. Dr. Pedro Ricardo — 57.354
14. Renato Miranda — 56.329
15. Márcio Gualberto — 50.804
16. Chico Machado — 50.664
17. Coronel Menezes — 46.700
18. Giselle Monteiro — 44.532
19. Poubel Filho — 42.871
20. Daniel Marques — 42.768
21. Felipe Tropa — 41.293

PT — 9
1. Elika Takimoto — 135.271
2. Verônica Lima — 85.421
3. André Ceciliano — 70.628
4. Marina do MST — 66.167
5. Allyson Elias — 51.145
6. Leonel de Esquerda — 44.597
7. Zeidan — 43.115
8. Adilson Pires — 42.467
9. Raone Ferreira — 28.377

PSD — 9
1. João Pires — 90.195
2. André Correa — 65.188
3. Claudio Caiado — 56.936
4. Guilherme Schleder — 54.760
5. Vinícius Cozzolino — 49.353
6. Luiz Paulo — 43.720
7. Ana Paula Mendes — 43.356
8. Carla Machado — 39.208
9. Joyce Trindade — 37.088

PSOL — 5
1. Renata Souza — 176.871
2. Flavio Serafini — 95.666
3. Dani Monteiro — 55.227
4. Luciana Boiteux — 44.928
5. Yuri Moura — 43.336

PP — 5
1. Felipinho Ravis — 93.606
2. Carlinhos BNH — 61.724
3. Felipe Pampolha — 61.589
4. Delegado Bernardo Leal — 57.254
5. Gustavo Tutuca — 56.334

UNIÃO — 4
1. Márcio Canella — 197.178
2. Rafael Nobre — 76.706
3. Bruno Dauaire — 69.119
4. Rafael Picciani — 46.686

REPUBLICANOS — 3
1. Librelon — 57.409
2. Leandro — 49.013
3. Tia Ju — 47.302

MDB — 2
1. Rosenverg Reis — 139.866
2. Giovani Ratinho — 46.380

PDT — 2
1. Fernanda Neves — 83.326
2. Serginho — 43.664

SOLIDARIEDADE — 2
1. Munir Neto — 52.808
2. Arthur Monteiro — 35.844

PSB — 2
1. Vantoil Martins — 39.179
2. Jari — 34.199

PCdoB — 1
1. Dani Balbi — 169.474

NOVO — 1
1. Costenaro — 121.780

PSDB — 1
1. Léo Vieira Filho — 72.939

AGIR — 1
1. Julio Rocha — 51.609

PRD — 1
1. Soldado Tobias — 37.969

DC — 1
1. Carlos Russo — 27.447

A composição da Alerj é definida pelo sistema proporcional. Além da votação individual dos candidatos, o resultado considera os votos recebidos pelos partidos e federações para a distribuição das cadeiras no Poder Legislativo estadual.

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Nomes conhecidos ficam fora

Entre os deputados que não conseguiram se reeleger está Carlos Minc (PSB). O parlamentar, que já acumulava dez mandatos na Alerj e quatro décadas de atuação como deputado estadual, recebeu 30.383 votos e terminou como primeiro suplente do partido.

Dr. Rogério Amorim (PL), por sua vez, recebeu 35.810 votos e ficou como suplente. A candidatura tinha a expectativa de herdar os votos de seu irmão, Rodrigo Amorim, deputado estadual mais bem colocado nas eleições de 2018.

João Pires, Coronel Menezes e Costenaro são eleitos para a Alerj

A nova composição também teve algumas surpresas. João Pires (PSD), ex-secretário municipal do Rio de Janeiro de Defesa do Consumidor, foi eleito com 90.195 votos. Ele ganhou projeção nas redes sociais ao participar de vistorias que resultaram no fechamento de postos de combustíveis que adulteravam o resultado das bombas.

Outro destaque foi Coronel Menezes (PL), ex-secretário estadual de Polícia Militar, eleito com 46.700 votos.

Já Costenaro foi o único deputado eleito pelo Novo. Ele ficou conhecido nacionalmente após ser expulso da Câmara dos Deputados pelo deputado federal Glauber Braga (PSOL).

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Política

Fernanda Neves é a deputada estadual mais votada da história de Niterói e lidera votação do PDT no estado

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Redação

04/10/2026 22:32

Com 83.326 votos no total — sendo 39.715 só em Niterói —, Fernanda Neves (PDT), esposa do prefeito de Niterói, Rodrigo Neves (PDT), tornou-se a deputada estadual mais votada da história do município e também a candidata mais votada do partido no Rio.

Ao longo da campanha, Fernanda apresentou propostas voltadas para áreas como segurança pública, educação, proteção às mulheres, primeira infância, cuidado com idosos, inclusão de pessoas com deficiência e famílias atípicas, mobilidade, geração de empregos e desenvolvimento econômico.

Entre as principais bandeiras estão o fortalecimento das políticas de enfrentamento ao feminicídio, a ampliação da rede de proteção às mulheres, a valorização da educação pública, a retomada dos CIEPs, a expansão da rede de cuidados e a defesa de investimentos estruturantes em transporte, segurança e desenvolvimento regional.

“Recebo esses mais de 83 mil votos com muita emoção, gratidão e, principalmente, com um enorme senso de responsabilidade. É uma votação que representa a confiança de milhares de pessoas em Niterói e em todo o estado. Quero retribuir esse carinho com muito trabalho, presença e compromisso com quem mais precisa”, afirmou Fernanda Neves.

O prefeito Rodrigo Neves também celebrou o significado político da votação.

“A Fernanda fez uma campanha propositiva e muito próxima das pessoas. Esse resultado histórico mostra a força do trabalho construído em Niterói ao longo dos últimos anos e, ao mesmo tempo, a capacidade de dialogar com todo o Estado do Rio. É uma votação que nos enche de orgulho e aumenta ainda mais a nossa responsabilidade com o futuro”, afirmou.

Fernanda Neves é niteroiense, pedagoga e professora concursada da rede pública há mais de 30 anos. Entre as experiências associadas à sua atuação estão o Niterói Por Elas, o Escritório de Políticas de Cuidados, o Pacto Niterói Contra a Violência, o Auxílio Social para Mulheres Vítimas de Violência e o Espaço Empreender Mulher. A proposta de levar essas experiências para outras regiões do estado foi um dos eixos da campanha.

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Política

Dr. Luizinho (PP) é deputado federal mais votado do Rio com 213 mil votos; veja os dez mais bem colocados para a Câmara

Foto de João Pedro Lima
João Pedro Lima

04/10/2026 22:21

Dr. Luizinho (PP) foi o candidato a deputado federal mais votado no estado do Rio, com 213 mil votos, seguido de Rick Azevedo (PSOL), com 191 mil votos. O campeão de votos no Rio é médico e tem uma trajetória política ligada à gestão da Saúde. Dr. Luizinho foi secretário da pasta no estado do Rio em dois períodos. O primeiro, no governo de Luiz Fernando Pezão. Voltou ao cargo no governo de Cláudio Castro. Ele começou sua carreira política em Nova Iguaçu, na Baixada Fluminense, onde também ocupou o cargo de titular na Saúde. Dr. Luizinho é presidente do diretório estadual do PP e líder de seu partido no Câmara dos Deputados, em Brasília. Este será seu terceiro mandato consecutivo. Veja aqui os eleitos para a Assembleia Legislativa.

O Rio de Janeiro tem o segundo maior eleitorado do país e ocupa a segunda posição no número de cadeiras na Casa, com 46 deputados federais, atrás apenas de São Paulo, com 70 representantes.

Dr. Luizinho (PP) – 213.904 votos

Rick Azevedo (PSOL)- 191.371 votos

Lindbergh (PT) teve 181.768 votos

Luciano Vieira (PSDB) – 177.887 votos

Altineu Cortes (PL) – 175.161 votos

Freixo (PT) – 172.969 votos

Sóstenes Cavalcante (PL)- 170.290 votos

Rueda (União)- 155.836 votos

Anielle Franco (PT)- 149.726 votos

General Pazuello (PL)- 146.148 voto

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Política

Índia Armelau (PL) é a deputada estadual mais votada do Rio de Janeiro; saiba quem são os 10 mais bem colocados na disputa pela Alerj

Foto de Gabriele Maia
Gabriele Maia

04/10/2026 22:19

Índia Armelau (PL) chega à nova legislatura como a deputada estadual mais votada do Rio de Janeiro. A parlamentar foi eleita pela primeira vez em 2022 e conquistou a reeleição em 2026, consolidando-se como um dos principais nomes da direita bolsonarista na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj).

Com forte presença nas redes sociais, Índia reúne cerca de 914 mil seguidores no Instagram, onde produz conteúdo voltado à defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro e de pautas identificadas com o campo conservador.

A deputada ganhou destaque durante o primeiro mandato por propor a criação de um “banheiro trans” em estabelecimentos públicos do estado do Rio.

Veja os 10 deputados estaduais mais votados no Rio de Janeiro

  1. Índia Armelau (PL) — 248.504
  2. Márcio Canella (União) — 197.178
  3. Renata Souza (PSOL) — 176.871
  4. Dani Balbi (PCdoB) — 169.474
  5. Guilherme Delaroli (PL) — 166.374
  6. Rosenverg Reis (MDB) — 139.866
  7. Elika Takimoto (PT) — 135.271
  8. Anderson Moraes (PL) — 129.325
  9. Costenaro (Novo)— 121.780
  10. Dra. Gabriela (PL) — 96.267

A composição da Alerj é definida pelo sistema proporcional. Além da votação individual dos candidatos, o resultado considera os votos recebidos pelos partidos e federações para a distribuição das cadeiras no Poder Legislativo estadual.

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