Acontece nesta quarta-feira (25), a partir das 14h, a audiência que vai ratificar o resultado do leilão que decidiu a nova concessionária de trens no Rio. A sessão vai encerrar o processo de licitação e confirmar o consórcio Nova Via Mobilidade, único proponente, como substituto da SuperVia na operação do sistema.
Com a conclusão, o novo contrato já poderá ser assinado e as empresas poderão começar a acertar detalhes sobre a fase de operação assistida, que tem duração de 90 dias. Durante o período, SuperVia e Nova Via operam os trens de forma conjunta para facilitar a transição de uma concessionária para outra.
O consórcio vencedor da licitação é formado por dois fundos de investimentos voltados ao setor de transportes, com cotistas estrangeiros e brasileiros: o Nova Via Fundos de Investimento, Participação e Multiestratégia; e o Magna Fundo de Investimento e Participações. A estimativa da contratação era de R$ 660 milhões e a empresa ofereceu um desconto de 0,06%.
O contrato que o Nova Via vai assinar já funciona sob novo modelo. Diferente do acordo com a SuperVia, o novo contrato prevê que a remuneração do operador passe a ser feita por quilômetro rodado. Antes, o pagamento levava em conta a quantidade de passageiros transportados.
A nova concessionária vai assumir a operação dos trens sem herdar as dívidas e os passivos judiciais da SuperVia. Segundo o governo estadual, o edital da licitação incluiu a criação de uma Unidade Produtiva Isolada Ferroviária (UPI Ferroviária), mecanismo para facilitar a mudança de gestão sem que as dívidas sejam passadas de uma empresa para a outra no processo.


Só espero que venham pra prestar o serviço à população, e não o que vinha acontecendo, na hora do lucro, é da companhia, mas ma hora do prejuízo, é do estado, ou sendo, nosso dinheiro.
Esses trens novos, é uma porcaria.
Não teem muito banco e nem bagageiro.
Temos que viajar em pé,e ainda com a bolsa pendurada. A rede não pensa em nosso conforto de geito nenhum , só pensam em ganhar dinheiro.
A Supervia tem 4 ramais ligando Central do Brasil à Zona Oeste, Zona Norte e Baixada Fluminense. E está nesta situação. Caberia aos Municípios o transporte inter-bairos deslocando os passageiros para Metrô e Supervia. A tal baldeação, mas o ex-secretário de Transporte do Estado RJ afirma que baldeação é cultura Paulista. E dá-lhe BRT. A Solução é continuar com Metrô, ligando Praça XV até Niterói e a Estação Uruguai/ Tijuca com uma Estação da Zona Sul, talvez Antero de Quental. E como ficará a Tarifa Zero? Teremos veículos com bateria elétrica, mas terá pneu?!.