O toque de dispersar tem prazo: quem quiser disputar uma vaguinha nas eleições de outubro terá que deixar o cargo no governo do estado até o início de abril. E não são poucos: pelo menos 13 dos 31 secretários que habitam o Palácio Guanabara já começam a arrumar as malas depois do carnaval.
Reza a tradição que eles indiquem os seus sucessores (em geral, assessores de confiança ou até servidores de carreira), que vão continuar tocando a máquina da secretaria no estilo dos antigos titulares.
Mas, este ano, uma particularidade pode mudar tudo: a renúncia de Cláudio Castro (PL) e a eleição extemporânea (e indireta) de um novo governador. Seja lá quem for o próximo mandachuva do Guanabara, o mais provável é que muitas destas pastas ganhem novos — e diferentes nomes.
Saiba quem são os secretários-candidatos e os cargos que estão em jogo
De olho no Senado (mas pelo Estado de Sergipe)
André Moura (União Brasil), secretário de Governo e interino na Representação em Brasília
Em busca de uma vaga na Assembleia Legislativa
Alexandre Isquierdo (União Brasil), secretário de Envelhecimento Saudável
Anderson Moraes (PL), secretário de Ciência e Tecnologia
Bruno Dauaire (União), secretário de Habitação de Interesse Social
Douglas Ruas (PL), secretário de Cidades
Gustavo Tutuca (PP), secretário de Turismo
Luiz Martins (PSDB), secretário de Trabalho e Renda
Marcelo Menezes (PL), secretário de Polícia Militar
Uruan Cintra de Andrade, secretário de Infraestrutura e Obras Públicas
Na briga pela Câmara dos Deputados
Bernardo Rossi (SDD), secretário de Ambiente e Sustentabilidade
Felipe Curi (PL), secretário de Polícia Civil
Flávio Ferreira (PL), secretário de Agricultura
Rosangela Gomes (REP), secretária de Desenvolvimento Social

