O Rebouças Residencial — retrofit no prédio da antiga sede da Fundação Roberto Marinho, no Rio Comprido — só vai sair do papel de verdade em 2028, mas já está chamando a atenção de investidores de fora do país. Compradores de Portugal e do Japão já sondam unidades no projeto, que tem Valor Geral de Vendas (VGV) projetado em R$ 40 milhões.
Segundo a construtora TGB, o residencial na Rua Santa Alexandrina deve focar em um público de classe média, com unidades a partir de R$ 215 mil. Ao todo, serão 138 apartamentos, que variam entre estúdios e unidades em formato garden. O imóvel será incluído na faixa 3 do programa Minha Casa, Minha Vida.
A estrutura do prédio oferece vista para o Cristo Redentor, áreas de lazer integradas e monitoramento de segurança digital. As obras ainda se encontram na fase inicial de retrofit, que deve manter algumas das características internas do prédio. O imóvel no Rio Comprido ficou desocupado por anos antes do novo destino. A previsão oficial da entrega das chaves é fevereiro de 2028.
Com informações de Ancelmo Gois, do jornal “O Globo”.

