A Prefeitura do Rio encaminhou ao Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) informações sobre as medidas adotadas para a cobrança das compensações ambientais, além de ações para aprimorar o controle do corte de árvores na cidade e os procedimentos de monitoramento.
A Secretaria Municipal de Meio Ambiente e Clima (SMAC) informou que as ações devem ser concluídas até meados de março e atribuiu eventuais atrasos a ajustes operacionais ligados à migração para o sistema SEI-Rio.
O Grupo de Atuação Especializada em Meio Ambiente do Ministério Público (Gaema) também acompanha a implementação da plataforma “Compensômetro”, que permite consulta pública, em tempo real, sobre o cumprimento das medidas compensatórias ambientais, ampliando a transparência e o controle social.
O MP também cobra da Prefeitura informações mais detalhadas sobre critérios e procedimentos para evitar remoções excessivas de vegetação em licenciamentos ambientais. O órgão também solicitou dados sobre alternativas para preservar a cobertura arbórea antes da autorização de cortes.
Obras no Flamengo são paralisadas pela Justiça do Rio após remoção de árvores e protestos de moradores
As obras para a construção de um condomínio no terreno do antigo Colégio Bennett, no Flamengo, foram interrompidas pela Justiça do Rio no último dia 21, após protestos de moradores da região. A decisão judicial ocorreu em meio a questionamentos sobre a retirada de árvores durante as intervenções no local.
Segundo relatos de moradores, ao menos 71 árvores teriam sido derrubadas no terreno, que tem cerca de 15 mil metros quadrados.
A decisão também proíbe novas intervenções no terreno até que as questões ambientais levantadas no processo sejam analisadas pela Justiça.


Como compensar árvores centenárias? Com mudas? Deveriam sim, ter contratado equipes especializadas em transplantes de árvores adultas, esse serviço existe! Absurdo!
A degradação da cidade do Rio de Janeiro é latente, a cada dia que se passa a cidade vai perdendo a sua arborização ficando mais quente e desconfortável. A Comlurb e Light literalmente estão aniquilando as árvores da cidade com suas pseudo podas. Zona norte é pior a situação. Seguindo o traçado do BRT do aeroporto do Galeão até a Barra da Tijuca, só se vê asfalto e concreto. Hoje a realidade da cidade do RJ é totalmente oposta a proposta da Eco 92, ao invés de plantar árvores, destroem as árvores.
Cidade Rio de janeiro, cidade sede da eco 92.