A Justiça do Rio decidiu levar a júri popular os dois seguranças acusados de matar Pedro Henrique de Oliveira Gonzaga, de 19 anos, num supermercado na Barra da Tijuca, na Zona Sudoeste do Rio. De acordo com o Ministério Público, o jovem morreu após ser imobilizado por um profissionais com um golpe conhecido como “mata-leão”, que provocou asfixia. O caso ocorreu em 2019.
O laudo de necropsia apontou que as lesões foram a causa da morte de Pedro Henrique.
Na decisão, a juíza Tula Correa de Mello, da 3ª Vara Criminal da Capital, pronunciou Davi Amâncio por homicídio qualificado. Segundo a magistrada, há elementos que indicam que ele “assumiu o risco de matar” ao imobilizar a vítima por estrangulamento.
O outro réu, Edmilson Félix Pereira, teve sua participação no crime reconhecida por ter sido omisso e forma a não impedir o resultado. Segundo a denúncia, como vigilante, ele deveria ter impedido a morte, mas ficou apenas observando a ação.

