As frisas na Sapucaí para o carnaval estão no centro de uma “treta” entre o Ministério Público do Rio (MPRJ) e a Liga Independente das Escolas de Samba (Liesa). O órgão entrou com uma ação na Justiça para pedir a suspensão da venda de ingressos para o setor, alegando falta de transparência no modelo.
O Tribunal de Justiça do Rio (TJRJ), no entanto, considerou a ação improcedente e manteve o direito da Liesa de vender os bilhetes para as frisas no mesmo modelo. A decisão judicial foi proferida nesta semana pela 6ª Vara Empresarial.
O MPRJ alegava que o modelo disponibilizado pela Liga para os clientes, com venda de bilhetes por meio de formulário no site oficial, não garantia transparência. O órgão pediu uma indenização coletiva de R$ 1 milhão e que, a partir do próximo carnaval, a Liesa passasse a usar um sistema semelhante ao dos ingressos das arquibancadas.
A Justiça do Rio considerou que o MPRJ não apresentou evidências dos indícios de irregularidade citados ou qualquer outra prova que justificasse uma suspensão do modelo. Com isso, a venda de frisas no próximo carnaval segue o mesmo modelo: clientes compram pelo formulário no site e recebem, em seguida, uma confirmação por e-mail ou pelo aplicativo WhatsApp.
Com informações do jornal “O Globo”.

