O secretário estadual de Governo, André Luis Dantas Ferreira, homologou o processo seletivo para contratação de voluntários da Operação Segurança Presente. Com a publicação do despacho no processo administrativo, o governo encerra a fase burocrática e inicia a convocação dos aprovados.
O edital estima investimento anual de aproximadamente R$ 49,2 milhões em auxílios com a contratação do contingente total. Não é possível confirmar o valor exato, já que o processo está sob sigilo.
O certame oferece 1.212 vagas imediatas e forma cadastro de reserva com outras 1.000 oportunidades para futuras bases.
Distribuição das vagas
- 1.068 vagas para Agente Civil Voluntário
- 144 vagas para Assistente Civil Voluntário
A validade da seleção é de um ano, podendo ser prorrogada por igual período.
Requisitos
Os dois cargos exigem que o candidato seja egresso do serviço militar das Forças Armadas.
Para Agente Civil Voluntário é exigido ensino médio completo. As funções envolvem apoio logístico e administrativo, coleta de dados e auxílio aos policiais militares em ações de proximidade.
Já o cargo de Assistente Civil Voluntário exige graduação em Serviço Social e registro no CRESS. A atuação é voltada ao atendimento de populações vulneráveis, organização de fluxos de acolhimento e articulação com redes locais.
Remuneração e regras do serviço
Os selecionados não terão vínculo empregatício. A relação é regida pela Lei Federal nº 10.029/00 e por decreto estadual que regulamenta o serviço voluntário no estado do Rio.
O valor mensal total estimado é de R$ 3.386, composto por auxílio indenizatório de até dois salários mínimos (R$ 3.036 em valores de 2025) e auxílio-alimentação de R$ 350.
A jornada será de até 40 horas semanais, com possibilidade de atuação em turnos diurnos, noturnos e fins de semana, em regime de escala.
O edital estabelece que é expressamente proibido aos voluntários portar ou usar arma de fogo, bem como exercer poder de polícia — atribuições exclusivas dos agentes de segurança pública de carreira.


